Como escolher uma proteção veicular

28/05/2019 22:23

Roubos de carros, acidentes ou imprevistos podem ser uma dor de cabeça para os motoristas. Ter seu patrimônio protegido pode ser uma boa maneira de evitar prejuízos desnecessários. Esta proteção se mostrará fundamental quando você menos esperar. Por isso, é essencial que o motorista escolha a que melhor se encaixa para seu caso.

O seguro é uma das formas mais comuns e garantidas de proteger seu carro de eventualidades. No entanto, esta também é uma opção que vem se mostrando cada vez mais cara e alguns condutores não tem como arcar com este custo. Nestes casos, as cooperativas de proteção veicular podem ser a melhor escolha.

Trouxemos algumas informações que podem ajudar o condutor na hora de escolher o melhor tipo de proteção veicular e entender como as cooperativas funcionam e a diferença deste tipo de proteção do seguro. Descubra qual a melhor proteção para o seu caso e tenha seu carro protegido em qualquer situação.

Cooperativas de proteção veicular, alternativa mais barata para proteger seu carro

As cooperativas de proteção veicular nada mais são do que associações ou cooperativas onde o motorista deverá pagar um valor mensal para ter seu carro protegido em caso de casualidades como acidentes ou roubos.  Nas cooperativas, a proteção Veicular é um sistema de rateio, isto significa que o custo dos prejuízos de um carro será dividido entre os associados. Nesta cooperativa será criado um fundo que será utilizado para cobrir os sinistros (roubos, acidentes, colisão entre outros) daquele mês.

Para participar de uma associação de proteção veicular você deve pagar a taxa de adesão e a mensalidade. Como o rateio dos gastos é feito durante o mês, pode haver uma variação no valor da mensalidade.  Conforme os prejuízos, esta variação costuma ser de até 10% do valor fixo da mensalidade.

É importante que você saiba que uma cooperativa de proteção veicular não deve oferecer seguro. Entender bem as diferenças entre a proteção veicular e os seguros ajudará você a descobrir a melhor forma de proteger o seu carro e realizar a melhor escolha para o seu caso.

Compreenda as diferenças entre proteção veicular e seguro

Tanto a proteção veicular e o seguro são maneiras de proteger seu carro de imprevistos e proteger o condutor financeiramente quando eles ocorrem. No entanto, existem diferenças no modo como esses dois sistemas operam. Principalmente no que condiz à burocracia e ao preço.

Os seguros são serviços realizados pelas seguradoras ou corretoras de seguros. Diferente das cooperativas de proteção veicular, as seguradoras são empresas privadas de sociedade anônima, ou seja, com fins lucrativos.  No seguro, o condutor passa por uma avaliação que analisa o modelo do carro, ano entre outros fatores para decidir o valor do seguro. Já nas cooperativas todos os associados pagam o mesmo valor.

A burocracia é um dos principais fatores que diferenciam a proteção veicular do seguro. No seguro o interessado assina uma apólice, que é o contrato no qual constam todas as responsabilidades e direitos das duas partes.  Nas cooperativas de proteção veicular o condutor assina um contrato onde se compromete a pagar sua mensalidade e a cooperativa se responsabiliza por arcar com os custos de incidentes conjuntamente.

A liberação do seguro e a proteção também são diferentes em cada um desses sistemas. No seguro, seu carro só estará protegido após todas as avaliações exigidas pela seguradora. No caso das cooperativas, o associado já estará no sistema de proteção oferecido pela associação assim que assinar o contrato e antes mesmo de passar pelas devidas avaliações.

Como fazer uma escolha de proteção veicular de forma correta e segura

O condutor precisa estar atento na hora de escolher onde depositar seu dinheiro e confiar a segurança do seu carro. Para realizar esta escolha de maneira consciente é necessário muita pesquisa e estudo. Como se tratam de cooperativas é importante que você tenha certeza de que elas são idôneas. As empresas de seguro também devem ser muito bem avaliadas.

Pesquise na internet para ver se não há reclamações tanto da seguradora quanto das cooperativas. Avalie bem as taxas cobradas pela seguradora e se o valor solicitado pelas cooperativas está de acordo com o mercado.  Verifique se seu carro é um dos mais suscetíveis a roubos, se a quilometragem do veículo lhe garante um bom valor na seguradora e qual o tipo de proteção veicular poderá atender você mais rápido. Tudo isto fará diferença.

Avalie bem seu contrato.  Conheça quais os benefícios e as coberturas que a associação oferece. Verifique sua idoneidade através de depoimento de seus associados ou pela internet. Verifique também quanto tempo de atuação tem esta cooperativa.  Avalie se, em longo prazo, você terá como arcar com os custos da cooperativa ou do seguro. Depois disso, é só estudar qual deste tipo de proteção vale mais a pena para você.

Cooperativas de Proteção Veicular podem ser regulamentadas

Em março de 2018, a Câmara dos deputados aprovou o Projeto de Lei nº 3.139/2015 que regulamenta a fiscalização e o trabalho destas cooperativas. Este projeto de lei altera o artigo 24 do Decreto-Lei nº 73, que regulamenta todas as operações de seguros privados realizados no País.  O Projeto de Lei pretende incluir as cooperativas de proteção veicular, equiparando assim os dois sistemas. De acordo com o artigo 24:

“Art. 24. Somente poderão operar em seguros privados sociedades anônimas ou cooperativas, desde que devidamente autorizadas pelo órgão supervisor e fiscalizador do mercado de seguros”.

Ainda de acordo com as disposições deste Projeto de Lei, para serem regularizadas as cooperativas precisariam atender a alguns requisitos.  A regularização estaria sujeita a apresentação de contratos claros, com descrição detalhada dos planos e serviços oferecidos; especificação de áreas geográficas de atuação e cobertura. As cooperativas ainda deverão comprovar viabilidade econômico-financeira para serem regulamentadas.

A proposta do Projeto de Lei tramita em caráter conclusivo e deverá ser enviada ao Senado, a menos que haja recurso para ser analisada pelo Plenário da Câmara. Uma boa pesquisa e avaliação é a única maneira de fazer a melhor escolha para seu caso.

Contato:

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Luxímetro: como recorrer de multa por uso equivocado de insulfilm?

26/05/2019 22:43

Você já ouviu falar sobre o luxímetro? Esse dispositivo, também conhecido como “medidor de luz” tem se tornado mais conhecido no Brasil nos últimos tempos, especialmente em alguns estados, já que passou a ser utilizado no trânsito, como forma de intensificar a fiscalização quanto ao uso de Insulfilm.

O Insulfilm é, basicamente, a película protetora instalada sobre os vidros dos veículos. Tais películas desempenham inúmeras funções, como, por exemplo, controlar a entrada de raios ultravioleta no veículo e mesmo intensificar a resistência dos vidros, evitando estilhaçamento em caso de acidentes.

Para aplicar o Insulfilm, é preciso obedecer a uma série de normas estabelecidas pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e pelo Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN). Caso contrário, o proprietário do veículo poderá ser penalizado com multas e pontos na CNH.

Neste artigo, além de explicar melhor o que é o luxímetro no trânsito, vamos detalhar quais são as normas para o uso de insulfilm automotivo. Siga a leitura e evite cometer uma infração pelo mau uso das películas para vidros!

O que é o luxímetro no trânsito?

O luxímetro surgiu há muito tempo, no início do século XX. No entanto, seu uso vem sendo variado e, hoje, ele passou a fazer parte do trânsito como um aparelho para fiscalizar se as películas dos vidros obedecem às normas vigentes.

O luxímetro, na prática, serve para medir a iluminância de um determinado lugar ou, em termos menos técnicos, a quantidade de luz dentro de um local ou superfície. No trânsito, para que esse aparelho possa ser usado, é necessário que esteja com o certificado de verificação em dia e que a medida utilizada como medição seja o percentual.

Para medir, coloca-se um emissor fixado na parte interna do vidro do veículo. Enquanto isso, o receptor fica na parte externa, alinhado ao emissor. Quando acionada a função “medir”, o luxímetro, então, verificará e informará a porcentagem de transmitância luminosa, ou seja, o quanto de luz consegue passar pelo vidro (indo do emissor para o receptor).

Como usar Insulfilm dentro da lei?

Você não sabe quando será parado por um agente de trânsito para que seja feita uma verificação das películas aplicadas no vidro do seu veículo. Por isso – e também para evitar colocar em risco a sua segurança, ao instalar insulfilm que influencia na sua visibilidade como condutor –, conhecer as normas sobre o uso dessas películas é fundamental.

No Artigo 111, o CTB estabelece que:

 “Art. 111. É vedado, nas áreas envidraçadas do veículo:

(…)

III – aposição de inscrições, películas refletivas ou não, painéis decorativos ou pinturas, quando comprometer a segurança do veículo, na forma de regulamentação do CONTRAN.

(…)”.

Nesse artigo, vimos que está proibido o uso de qualquer película que, por algum motivo, prejudique a visão do condutor. Ainda assim, é preciso estar atentos também ao que diz o CONTRAN, na Resolução 254, que esclarece qual luminosidade as normas de trânsito consideram apropriadas. Vejamos:

 “Art. 3º A transmissão luminosa não poderá ser inferior a 75% para os vidros incolores dos para-brisas e 70% para os para-brisas coloridos e demais vidros indispensáveis à dirigibilidade do veículo.”

Depois de ler o que diz o Art. 3º da Resolução acima, vale destacar que os vidros considerados indispensáveis à dirigibilidade são a área do para-brisa e as áreas envidraçadas das laterais dianteiras.

Quais as penalidades para quem usar Insulfilm fora dos padrões permitidos?

De acordo com o Artigo 230 do CTB, conduzir veículo com os vidros cobertos por películas refletivas ou que estejam em desconformidade com as normas do CONTRAN é uma infração grave e a penalidade é a multa, além de gerar cinco pontos na CNH. A medida administrativa é a retenção do veículo para que ele possa ser regularizado.

É importante ressaltar que seguir as normas de trânsito não é apenas uma forma de evitar ser multado, mas, ao mesmo tempo, de evitar quaisquer atitudes que sejam arriscadas e coloquem a segurança em xeque.

No entanto, sem a informação necessária, acabamos cometendo infrações sem estarmos cientes disso. Se isso aconteceu com você e recebeu uma autuação por usar Insulfilm de maneira equivocada, saiba que tem o direito de entrar com recursos.

Para recorrer, contar com a orientação de especialistas é um enorme diferencial, já que são levados em consideração vários aspectos, como os técnicos (as condições do luxímetro, por exemplo) e as especificidades de cada etapa.

As etapas para recorrer podem ser até três: a defesa prévia, o recurso na JARI (se a defesa for indeferida) e o recurso no CETRAN (se o recurso na JARI for negado). Embora possa parecer, entrar com recurso não é algo tão complexo e, além disso, é um direito de todo brasileiro. Pense nisso!

Para receber as orientações de acordo com o seu caso, entre em contato com a equipe Doutor Multas pelo e-mail (doutormultas@doutormultas.com.br) ou pelo telefone 0800 6021 543!

Tudo o que você precisa saber sobre empréstimo consignado

17/05/2019 22:49

Os empréstimos, em suas mais diversas modalidades, são uma alternativa para quem precisa reorganizar a vida financeira ou mesmo para algum objetivo específico, como uma viagem ou para abrir o próprio negócio.

O empréstimo consignado é um dos tipos de empréstimos mais buscados, já que traz consigo algumas vantagens, como menor taxa de juros e o fato de que o valor das parcelas é descontado de forma direta, como veremos a seguir.

Se você precisa fazer um empréstimo e ainda não decidiu qual é o melhor caminho a seguir, leia este artigo e informe-se mais sobre os consignados, verificando se essa é a solução indicada para você e para a sua situação econômica atual. Boa leitura!

Como funcionam os empréstimos consignados?

Empréstimo consignado é aquele no qual o pagamento das parcelas acontece de forma direta, sendo descontados na folha de pagamento do salário ou da aposentadoria do solicitante.

Sendo assim, esse tipo de empréstimo só pode ser feito para quem é pensionista do INSS ou quem trabalha com carteira assinada. Funcionários públicos também são contemplados por essa modalidade de empréstimo.

É importante ressaltar que, segundo as leis brasileiras, o desconto mensal para pagamento das parcelas referentes ao empréstimo não pode ultrapassar os 30% do valor total do salário ou pensão. Isso acontece porque existe, no Brasil, a chamada natureza alimentar do salário, que garante que ele seja destinado para manutenção de vida dos trabalhadores e/ou aposentados.

Como vimos até aqui, o empréstimo consignado é direcionado para pessoas físicas que necessitem de uma concessão de apoio financeiro e que contem com uma renda fixa por meio de carteira assinada, folha de pagamento ou aposentadoria.

No empréstimo consignado, não é exigida a garantia de um bem, já que os pagamentos são descontados diretamente no salário ou pensão. Também não é necessário que exista um fiador, pelos mesmos motivos.

É verdade que o empréstimo consignado tem taxas de juros mais baixas que os demais?

Sim. Esse é um dos motivos pelos quais essa modalidade de empréstimo é tão buscada pelas pessoas.

A taxa de juros mais baixas que aquelas referentes a outros tipos de empréstimos acontece porque, no consignado, a agência bancária ou outra instituição financeira que dará o empréstimo corre menos riscos de não ser reembolsada, visto que os pagamentos são descontados diretamente no salário ou pensão.

Dentro dos perfis de quem pode pedir um empréstimo consignado – ou seja, trabalhadores com carteira assinada, aposentados e servidores públicos –, as maiores taxas de juros são para quem tem carteira assinada, já que, nesse caso, existe um risco de que o solicitante seja demitido, interrompendo, portanto, o recebimento do seu salário.

Quem pode pedir um empréstimo consignado?

O empréstimo consignado pode ser solicitado por qualquer brasileiro maior de idade, desde que se enquadre em uma dessas opções:

– ser um trabalhador com carteira assinada;

– receber aposentadoria do INSS;

– trabalhar como servidor público;

Como solicitar um empréstimo consignado?

– Funcionário público ou aposentado e pensionista do INSS: nesses casos, o empréstimo consignado é mais fácil de ser solicitado e também há mais opções de bancos ou financeiras que contam com esse serviço.

Para solicitar o empréstimo consignado sendo servidor público, basta se dirigir a um banco ou financeira de sua preferência. Quem é pensionista ou aposentado precisa escolher um banco ou financeira que sejam conveniados com o INSS.

Trabalhador com carteira assinada: Já os trabalhadores com carteira assinada precisam escolher um banco ou financeira que seja conveniada com a empresa/organização onde trabalha. Por isso, as opções acabam sendo um pouco mais reduzidas nesses casos.

O que é o empréstimo consignado online?

O empréstimo consignado online é igual ao convencional, com a diferença que pode ser feito pela internet. As principais vantagens estão relacionadas à comodidade, já que o solicitante não precisa ir pessoalmente até uma agência, evitando filas.

Além disso, para transações online, é possível fazer uma simulação de como será o empréstimo, o que ajuda bastante na hora de decidir. No site da Financer, você pode fazer essa simulação. Serão pedidos alguns dados, como o valor da sua renda mensal e a quantidade de dinheiro que você precisa;

Quer saber onde investir e ficar, não só livre de dívidas, mas firme na construção de um patrimônio? Saiba mais.

Como deve ser um site sobre dicas de trânsito

 

Se você quer uma ideia para investir em um projeto, que tal apostar em algo voltado para o trânsito? Motivos para isso não faltam, afinal, o trânsito é importante no dia a dia das pessoas, seja nas cidades ou nas estradas.

Em um site dedicado ao assunto é possível trazer pautas a respeito das multas, das infrações, de dicas de manutenção do automóvel, em suma, por falta de pautas o seu site não vai morrer.

As dúvidas básicas, nesse caso, talvez sejam como criar um site sobre esse assunto, ou seja, como deve ser o seu layout e como devem ser as imagens, os textos e os links.

Outro ponto interessante é pensar então na plataforma ideal. Se você perguntar para usuários – tanto para os experientes quanto para os novatos – qual é a plataforma mais indicada, com certeza eles vão falar no WordPress.

No entanto você pode optar por alternativas, como o Wix, o Webnode e o Joomla! Essas plataformas também podem ser úteis para a criação de um site.

Também é importante lembrar da hospedagem de site e do registro de domínio. Uma boa hospedagem de site garante estabilidade e mais profissionalismo para o seu projeto web.

Já um domínio traz mais autoridade para o seu projeto, pois ele é o endereço do seu site na internet e por meio dele as pessoas poderão acessar o seu site com mais facilidade. .

As principais características de um site sobre trânsito

Com uma plataforma eficiente e uma boa hospedagem de site, fica mais fácil para você determinar como será o seu site sobre dicas de trânsito.

No entanto, é interessante que o seu site tenha a dinâmica de um blog e que possibilite a realização de postagens constantes. Lembre-se que estamos falando de um espaço para falar sobre trânsito, algo que geralmente rende bons conteúdos.

Um site de perfil estático é mais indicado para empresas e organizações que necessitam basicamente apresentar um conteúdo institucional.

Também pense, posteriormente, em maneiras para divulgá-lo. Aí entram as técnicas de SEO, as redes sociais, enfim, alternativas que irão aproximar o seu projeto do público.

Como deve ser o seu site com dicas de trânsito

Na hora em que você criar o seu site sobre trânsito, leve em conta a navegabilidade que ele vai proporcionar para os usuários. Não custa nada lembrar que uma experiência agradável de navegação é essencial para o êxito do seu projeto.

Por isso, confira a seguir algumas dicas que você deve levar em conta em se tratando na criação do seu site.

Escolha um bom template

Se o assunto do site será sobre trânsito, não é exagero dizer que o template é para o seu site o que o chassi é para um automóvel. É o template que vai sustentar toda a estrutura do seu site.

Por isso, quando você optar por um tema, avalie se ele tem um bom nível de customização, pois vá que você precise efetuar algumas mudanças no layout (e acredite, provavelmente você vai precisar).

Uma das dicas para você não errar na escolha do seu template é acessar o Template Monster. Lá você vai encontrar algumas alternativas bem interessantes para o seu projeto.

Certifique-se também que o template escolhido por você esteja atualizado, bem como veja se ele não apresenta problemas de versões anteriores.

Apele para o famoso layout clean

Geralmente quando alguém fala em arquitetura de site logo coloca na conversa “que o layout deve ser clean”. Isso é justificável, afinal, layout “clean” indica que o seu site é limpo, livre daqueles elementos que tornam a visualização confusa e dificultam a navegação.

Sendo assim, é importante equilibrar a localização das imagens, deixar espaços entre elas, assim como não utilizar fontes gigantescas com cores berrantes.

Para um site sobre dicas de trânsito é possível encontrar layouts e templates que fazem referência às oficinas e lojas de carros. Lembre-se que quanto mais relacionado ao assunto, maior é a identificação por parte do usuário.

Não esqueça da integração com as redes sociais

Se você quer que o seu site seja visto por muita gente, não dá para esquecer das redes sociais. Trânsito é um assunto de interesse geral e no Facebook e no Twitter existem vários motoristas que podem aproveitar esse tipo de conteúdo.  

Usar as redes sociais é uma excelente alternativa para aumentar o alcance do seu conteúdo. Entretanto, é interessante pensar nas estratégias adotadas para cada canal.  

Pense na responsividade web

Outro ponto importante é criar um site com design responsivo, o tornando acessível também em dispositivos móveis.

Essa medida é importante porque hoje em dia é praticamente impossível encontrar alguém que não acessa a internet por meio dos dispositivos móveis.

Quais conteúdos abordar em um site sobre trânsito

O conteúdo do seu site de trânsito também é um detalhe tão importante quanto o layout e a navegabilidade.

Por isso, traga pautas que especificam melhor as leis de trânsito, assim como curiosidades gerais a respeito de automóveis e motos.

Muitos motoristas querem saber detalhes dos lançamentos realizados pelas grandes marcas. Falar sobre curiosidades sobre leis e projetos de outros países é uma boa pedida.

Outra forma interessante é abordar alguns assuntos mais técnicos sobre o funcionamento de algumas peças de um automóvel, os cuidados com o manuseio e o que fazer quando elas apresentam defeito.

Conclusão

Ter um espaço na web é uma das melhores alternativas para você divulgar conteúdo e ideias. Caso o seu site conte com muitos acessos, você vai poder até adotar maneiras de torná-lo rentável.

Portanto, faça do seu site um projeto profissional e veja o quanto você vai se beneficiar com isso.

 

Número de CNHs cassadas indica falta de atenção à segurança no trânsito pelos condutores

06/05/2019 10:54

O cometimento de infrações que têm como penalidade a cassação de CNH é um dos fatores que comprometem em maior proporção a segurança no trânsito.

A CNH cassada é a penalidade mais rígida que pode ser atribuída a um condutor que comete uma infração. A cassação da CNH, além de ser a consequência da suspensão, é aplicada para as infrações que representam maior perigo para a segurança no trânsito.

Apesar disso, os números relativos a  CNHs cassadas nos estados brasileiros são altos. O DETRAN – RS, que realiza um balanço do número de motoristas que têm seu direito de dirigir cassado anualmente, registrou 11,9 mil processos de cassação em 2017.

Em São Paulo, dados também disponibilizados pelo Departamento Estadual de Trânsito indicam que, em 2017, 9.467 motoristas tiveram a carteira de habilitação cassada.

Tais números indicam que muitos condutores ainda dirigem sem considerar a segurança como o ponto de maior atenção ao conduzir um veículo.

A cassação da CNH nada mais é do que uma penalidade aplicada por conta de uma conduta perigosa já apresentada pelo condutor. Quando um motorista tem seu direito de dirigir suspenso, penalidade que também retira o direito de dirigir do condutor, porém por tempo pré-determinado, pode ter sua habilitação cassada caso não cumpra com a penalidade, deixando de assumir o volante durante o tempo pré-estabelecido.

Nesse caso, se o condutor permanecer dirigindo, mesmo estando com a carteira suspensa, ao ser flagrado, perderá totalmente seu direito de dirigir.

A cassação também é aplicada quando o condutor reincide, ou seja, comete novamente uma infração gravíssima e que pode causar acidentes graves. Na lista das infrações que podem levar à cassação caso o motorista se torna reincidente, estão a embriaguez ao volante, dirigir com a carteira de habilitação de outra categoria ou vencida há mais de 30 dias, a concessão do veículo a motorista sem habilitação, a disputa de corrida ilegal, a realização de manobras perigosas, dentre outras.

Constitui reincidência o novo cometimento de uma infração dentro de um período de 12 meses. Ao se tornar reincidente nas infrações gravíssimas apontadas pelo CTB, como as que levam à cassação, o documento de habilitação deve ser entregue permanentemente ao órgão de trânsito responsável pelo registro da infração.

A cassação também é aplicada em casos em que há crime de trânsito, os quais são penalizados não apenas administrativamente, seguindo o que aponta o Código de Trânsito, mas também judicialmente.

Para que possa voltar a conduzir veículo, o motorista que tem sua carteira cassada precisa realizar novamente o processo de habilitação e receber aprovação nas provas teórica e prática. Mas, antes de refazer o curso de habilitação, é preciso cumprir com o período em que há a proibição de dirigir, que é de 2 anos.

Apesar de ser a penalidade mais severa prevista pelo Código de Trânsito Brasileiro, a cassação de CNH pode ser contestada por meio de recurso encaminhado aos órgãos administrativos de trânsito. O recurso pode ser enviado em defesa prévia, em um prazo que varia entre 15 e 30 dias após a data da notificação de autuação, em primeira e em segunda instância.

As etapas disponíveis para que o condutor entre com recurso para a cassação da CNH são as mesmas para as demais penalidades previstas pelo Código de Trânsito Brasileiro, pois a contestação de toda e qualquer penalidade aplicada pelas autoridades de trânsito é um direito do condutor, previsto por lei.

Saiba mais sobre a cassação de CNH.

 

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