Superação

30/08/2020 10:02

Em tempos tão sombrios como o que estamos vivendo, este pançudo escriba tem dedilhado algumas linhas para comentar as muitas e relevantes ações desenvolvidas pela Univali, a nossa universidade maior da city peixeira, em especial durante este período lazarento de pandemia.

Reinvenção
Desde sua rápida reinvenção visando a adequação do modelo de ensino presencial para o remoto – o que permitiu aos alunos não terem prejuízos em sua formação, pois o calendário acadêmico foi mantido –, passando por inúmeras iniciativas de voluntariado, de assistência social e de prestação de serviços de saúde para nossa gente mais sofrida.

DNA
A Univali tem efetivamente mostrado seu DNA de universidade comunitária na prática, e não só no papel, como outrora. Fazer o bem e pensar no próximo em tempos de bonança é fácil: difícil é fazer isso em tempos de vacas magras e doentes. Dorme com um barulho desses. Ai, ai, ai, me belisca.

Performance que impressiona
Enquanto as universidades públicas (que têm o dindim garantido pelo governo mês sim e outro também) patinam e não saem da mesmice na pandemia, trazendo transtornos e prejuízos aos estudantes e à comunidade, os números de nossa universidade maior da city peixeira realmente impressionam e fazem cair o queixo desse socadinho escriba.

Virtual
Desde o início da pandemia, 3779 classes e turmas foram transferidas para o ambiente virtual, com 51 mil sessões de aula ao vivo e mais de 105 mil horas em webconferência; 8,7 milhões de acessos foram realizados nos ambientes virtuais de aprendizagem; 174 salas virtuais foram criadas para gestão e mais de 870 sessões realizadas para reuniões e atendimentos.

Aceitação
Cerca de 84% foi o nível de aceitação na adaptação do ensino presencial para o remoto pela comunidade acadêmica, conforme avaliação institucional realizada pela universidade e 33 solenidades de colação de grau virtuais foram realizadas para quase 500 formandos.

Eventos
Foram mais de 100 eventos virtuais, dentre palestras, seminários e trilhas formativas; 12 cursos de graduação com dupla titulação com as universidades chiquetosas de Alicante (Espanha) e Delaware Law School (EUA); quase 1300 defesas de trabalhos de conclusão de curso de graduação; seis teses de doutorado defendidas; 54 defesas de mestrado; 58 bancas de qualificação de mestrado e doutorado. Ufa….

E não para por aí…
Além dos números acima, que deixam qualquer boca aberta, nesse período de pandemia, a Univali contabilizou 7273 participações de professores em oficinas, 42 cursos e 170 eventos de extensão online e 52 projetos com 11 programas de extensão, que atingiram 3456 pessoas diretamente e 6912 indiretamente, além de ter realizado 17 exposições online com quase cinco mil visualizações.

Atendimentos
Isso sem falar nos 15 mil atendimentos realizados no laboratório de análises clínicas da universidade, o LEAC (sendo quatro mil exames só para diagnóstico do lazarento do coronavírus); os 130 novos contratos firmados no laboratório de ensaios analíticos, além das quatro novas startups que ingressaram na incubadora tecnológica e empresarial da nossa universidade, com mais de 500 pessoas envolvidas.

Semente que dá frutos
Mesmo enfrentando o difícil momento social e econômico da pandemia como tantas empresas e entidades, a equipe liderada pelo reitor Valdir Cechinel Filho, o Sabiá, com dedicação, extrema criatividade e superação, mostra as raízes e as bases fortes de gestão construídas em nossa universidade nestes quase três anos no comando da instituição.

Deu fruto
O que faz este temente ao altíssimo se recordar das palavras do bom mestre Galileu na parábola do semeador: “Eis que o semeador saiu a semear… e a semente que caiu em boa terra deu fruto: um a cem, outro a sessenta e outro a trinta”. Parabéns à Univali!

Foto (Divulgação)

Pi7 questiona mortes por covid-19 no Marieta

O irrequieto ex-procurador da prefa de Itajaí e ex-vereador, Luiz Carlos Pissetti, vez por outra dá uns pitacos nas redes sociais. Um desses apontamentos foi uma constatação e questionamento sobre as mortes do maledito coronavírus no hospital Marieta Konder Bornhausen.

Tão altos
Pi7, do alto da sua experiência pública e administrativa, coçou o cocuruto questionando o motivo do Marieta ter a taxa de letalidade tão alta entre os hospitais catarinenses. Pontuando que a letalidade não trata da cidade, mas das mortes no hospital Marieta. Pra pensar…

Transparência
É preciso que os dados na questão das mortes ocorridas no hospital Marieta sejam melhor explicados e divulgados com mais transparência. Os dados aparentemente são fechados. Qual a razão? Escondem algo? Se escuta e muito que tem pessoas que precisam ir para o hospital, mas têm medo de se infectar e parar na UTI.

Foto (Divulgação)