João Martins é condenado a pagar indenização ao presidente estadual da OAB

28/05/2020 12:00

O advogado de Itajaí, João Martins foi condenado pelo juiz Flávio André Paz de Brum, do 2º Juizado Especial Cível da Comarca da capital manezinha, ao pagamento de indenização por danos morais em sentença de processo movido pelo presidente da OAB da Santa & Bela Catarina, Rafael Horn.

Caceteou
Martins teria afirmado nas redes sociais e em seu jornal semanal, na época de campanha eleitoral para a presidência da entidade que o então candidato Rafael Horn era ‘mentiroso, enganador, traidor e traíra, bem como que transformou a OAB/SC em um mero sindicato de pelegos’. Credoemcruz!

Ofender
Para o magistrado, as palavras seriam “ofensivas ao autor, faltando ao requerido a devida educação e senso de respeito, proferindo, em excesso, conteúdo censurável, até porque não havia necessidade de se expressar com tanta aspereza, o que denota a clara intenção de ofender”.

Foto (Divulgação)

Deputado Carlos Jordy que morou em BC e, se formou na Univali quer impedimento de ministro do Supremo

O deputado federal pelo Rio de Janeiro, Carlos Jordy (PSL), que é funcionário público federal e vice-líder do Governo Jair Bolsonaro (sem partido) na câmara federal. Jordy se formou em Hotelaria e Turismo pela Univali e, morou por muitos na Dubai Maravilha, protocolou um pedido de impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes. Jordy tem demonstrações infelizes, contra a imprensa, campanha difamatória contra o youtuber, entre outras ações lamentáveis.

Vereador
Jordy, foi vereador em Niterói e, na eleição de 2018, foi o quarto deputado federal fluminense mais votado. Polêmico, mostrou ser retrogrado e preconceituoso. O hoje deputado federal se elegeu, em 2016, vereador por Niterói pelo PSC, para o mandato de 2017-2020.

Repúdio
Em 2017, enviou ofício à administração central da Universidade Federal Fluminense questionando a permissão do uso dos banheiros femininos nos respectivos institutos por transexuais. O sindicato dos professores da UFF aprovou uma moção de repúdio contra o então vereador e em defesa do direito à identidades sexual e de gênero.

Campanha de difamação
Em setembro de 2019, o deputado confirmou que iniciou uma campanha de difamação direcionada a Felipe Neto.Sem nenhum tipo de provas, em outras duas ocasiões, o deputado disse em redes sociais que Felipe Neto estava vinculado ao Massacre de Suzano e estava ensinando seus seguidores a entrarem na deep web. Carlos Jordy foi condenado pela Dona Justa a apagar a declaração que vinculava Felipe Neto ao Massacre de Suzano, e responde judicialmente sobre outras broncas de falar um monte.

Ameaçou o jornalista
Após a Vaza Jato ser divulgada pelo The Intercept, Carlos Jordy ameaçou de “deportação” o jornalista Glenn Greenwald. Jordy acusou o profissional de impresa de cometer um crime contra a “segurança nacional”. A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) disse que as “tentativas de intimidar e silenciar um veículo são ações típicas de contextos autoritários e não podem ser tolerados na democracia que rege o país”.

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