Cinco perguntas para Marco Vasques – Editor do Jornal Brasileiro de Teatro Caixa de Pont[o]

11/02/2019 08:00

O Caixa de Pont[o] – Jornal Brasileiro de Teatro, pela diversidade, qualidade na seleção dos textos e capilaridade na sua distribuição, vem se tornando uma das mais importantes publicações de teatro produzidas no país.

Há cinco anos publica sistematicamente artigos de alguns dos mais proeminentes pesquisadores e artistas do Brasil, bem como perfis de grupos, críticas, sínteses biográficas e entrevistas com importantes nomes da cena teatral brasileira e dos países da América Latina.

Com distribuição gratuita dos exemplares impressos, e integralmente disponível na internet, o jornal funciona como um grande difusor de ideias e trabalhos referentes ao teatro brasileiro e latino-americano.

Capitaneado pelos críticos teatrais Marco Vasques e Rubens da Cunha, o jornal conta uma competente rede de colaboradores e um conselho editorial formado por professores universitários, escritores, artistas e críticos teatrais.

O editor Marco Vasques. Foto: Iur Gomez

Todas as edições foram viabilizadas através de parcerias e principalmente por campanhas de financiamento coletivo. As novas edições, a serem publicadas em 2019, estão em campanha pelo seguinte link: http://vaka.me/443948

Outros apoios e informações sobre o envio de artigos e textos, ou mesmo para o recebimento da edição impressa, podem ser solicitados pelo e-mail: caixadeponto@gmail.com

A seguir, entrevista com o poeta e crítico teatral Marco Vasques, um dos idealizadores e editores do Jornal Caixa de Pont[o] e links para  edições da publicação.

 

Marco, qual é a importância de um jornal brasileiro de teatro em um contexto de criminalização dos artistas e de extinção do Ministério da Cultura (MinC)? 

Vivemos em tempos muito obtusos em todos os aspectos. Mais que isso, vivemos em um tempo em que a palavra se esfacela e o pensamento está subsidiado à categoria de opinião. Talvez não seja o caso de dimensionar a importância do Caixa de Pont[o] – jornal brasileiro de teatro, já que sou um dos editores. Essa tarefa é do leitor, da crítica e dos colaboradores. Sobre a criminalização da arte e, por consequência, do artista, cabe a nós, artistas, darmos uma resposta imediata e sem negociação. E essa resposta pode se dar no campo da política propriamente ou no campo estético, que, embora esbarre sempre no político, carrega em si outros aspectos que extrapolam o político no seu sentido precário. Penso que o nosso financiamento coletivo, por exemplo, é um ato político de resistência. Precisamos pensar em outras formas de financiamento cultural, já que os editais e as políticas públicas, sempre necessários, é preciso dizer, também estão contaminados com o sentido precário da política. A extinção do Ministério da Cultura é consequência de um devaneio asinino e tem por objetivo desarticular o fazer artístico. Mesmo algumas políticas públicas têm, no seu íntimo, o fator de segregação do que se costuma chamar “setor cultural”. Há uma guerra estabelecida entre os artistas que obedece aos mesmos conceitos do mundo selvagem do capital. Nós precisamos refletir sobre isso. Porque a pergunta que se pode fazer é a seguinte: a quem interessa que os artistas estejam desarticulados e entrincheirados em um emaranhado burocrático e de disputas? Evidentemente que temos diferenças de todas as ordens. Hoje, para mim, a única diferença que não tolero em um companheiro de trabalho é o fato de ele apoiar a escalada violenta e fascista que se inscreve em nosso país, em nossas cidades, em nossos bairros e, por fim, em nossas carnes.

 

 

 

 

 

Alguns dos mais destacados pesquisadores e artistas brasileiros já publicaram no Caixa de Pont[o]. O que os leitores podem esperar para as próximas edições?

A linha editorial continuará o seu curso se houver outras edições. O Caixa de Pont[o] – jornal brasileiro de teatro passa por um momento crítico. Há muito envolvido nesse projeto. Há o empenho pessoal de cada membro da equipe, há o desgaste financeiro e a incerteza de que no próximo ano continuaremos a existir. Há muito desgaste emocional também. Financiamento coletivo tritura a gente, porque você precisa ficar a pedir, a solicitar, a insistir. E isso tudo toma um tempo cronológico e emocional gigante. Veja: são três mil exemplares distribuídos gratuitamente mundo afora; trata-se de um dos poucos periódicos neste formato fora do eixo acadêmico; temos um excelente reconhecimento da crítica especializada e, ainda assim, a cada ano é uma saga para existir. Já fomos recusados em todos os editais imagináveis e inimagináveis. Penso que só o teatro pode ampliar o teatro. Então se todos os envolvidos com a nossa história entenderem que somos fundamentais neste contexto, conseguiremos sobreviver; caso contrário, ocorrerá justamente o que está posto neste momento no país: o esfacelamento do pensamento crítico, a morte da palavra e a banalização do ato estético e poético.

 

O jornal não possui apoio governamental ou institucional. As edições foram publicadas com doações e financiamentos coletivos. Nestes tempos em que o fascismo mostra seus dentes e uma camada numerosa da população usa informações desprovidas de fontes confiáveis ou simplesmente mentirosas como base para suas leituras de mundo, qual é a importância de um veículo independente e voltado às manifestações artísticas como o Caixa de Pont[o]? 

Primeiramente preciso fazer uma observação. Para não cometermos nenhuma injustiça, é preciso reconhecer que temos um aporte. Ele vem da Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC, por conta de um projeto de extensão capitaneado pelo professor Edélcio Mostaço. Entretanto, apesar de importante, é bastante ínfimo e não subsidia nem metade da impressão de uma edição. Com relação a um de seus objetivos, o Caixa de Pont[o] tem como pressuposto navegar nas margens escuras da grande mídia. Veja: em Santa Catarina, por exemplo, os cadernos de cultura dos jornais impressos morreram, aliás, foram brutalmente assassinados por mentes tacanhas. Há um e outro jornalista da área cultural que tenta resistir. A internet se tornou este mundo sem escuta, em que todo mundo fala, mas ninguém consegue dialogar. O jornal, nesse sentido, tem uma importância de abrir um espaço para se discutir — com textos mais aprofundados e de maiores dimensões — o teatro que fazermos e o que pensamos sobre ele. É o único periódico do gênero no Sul do Brasil. Não achar um patrocinador para um projeto deste parece até brincadeira. Em um congresso em Porto Alegre estive com o editor Carlos Appel, ocasião na qual ele me perguntou se ninguém em Santa Catarina patrocinava o jornal. Disse a ele que muitas pessoas patrocinam e que sou particularmente muito grato por isso. Quando disse que somos recusados em todos os editais, ele ficou sem entender. Sabe o que ele queria fazer? Ligar para um senador para resolver o problema. Evidentemente que eu recusei. Se fosse menos árduo e se estivéssemos preparados para essa forma alternativa de financiamento cultural, creio que algumas dificuldades poderiam ser superadas. Este ano completamos cinco anos de existência e, se tudo correr bem, chegaremos à nossa décima edição. Creio que já se trata de uma contribuição, ainda que diminuta, para o teatro feito em Santa Catarina e no Brasil.

 

Nos últimos números do jornal Caixa de Pont[o] você tem publicado obras de dramaturgos contemporâneos e entrevistas de profissionais de teatro de vários países. Como vê o diálogo entre os artistas de teatro brasileiros e latino-americanos? Existe uma ampliação de laços e troca de experiências maior do que nas últimas décadas? 

No circuito do teatro sempre houve diálogos. Se eles são suficientes e profícuos, resulta em um outro problema. A história do teatro brasileiro mostra que já no início de consolidação do que é chamado de moderno teatro brasileiro o trânsito entre Brasil e Argentina era constante. Mesmo antes, claro que com um caráter mais comercial, mas existia uma troca entre atores, produtores, companhias e empresários. No campo mais experimental, para usar um conceito problemático, aqui em Santa Catarina temos muitas trocas. A Téspis Cia. de Teatro há anos vem dialogando com a Argentina e o Chile. A Cia. La Vaca com o Uruguai e a Argentina. André Carreira tem trabalhado muito com dramaturgos chilenos e de outras nacionalidades. O Caixa de Pont[o] é mais um canal, pois dialogamos com todos esses países que citei. Seria necessário fazer um estudo mais aprofundado para afirmar que estamos ampliando ou não as trocas. No entanto, tenho uma questão com algumas afirmações. Há pessoas que encenam um dramaturgo latino-americano, por exemplo, e colocam no programa da peça que estão retomando o diálogo com isso e com aquilo. Pura bobagem! Quem conhece um pouco da história do teatro brasileiro sabe disso. Enfim, sempre deixei claro, em palestras e congressos, que o Caixa de Pont[o] é apenas mais um canal de debate, que nunca se pretendeu para além disso. E assim continuaremos.

Como tem sido a resposta do Caixa de Pont[o] entre artistas, professores, intelectuais e demais profissionais das artes cênicas? 

A pergunta tem várias respostas. Particularmente penso que o chamado “setor teatral” catarinense não se importa muito com a contribuição que o Caixa de Pont[o] promove. Muitos sequer pensam na relevância de termos um canal deste para o debate. Estou falando grosso modo, porque há muitos grupos, diretores e pesquisadores que acham justamente o contrário. Sob o ponto de vista da crítica, não podemos reclamar. Recebemos excelentes críticas em inúmeros periódicos do Brasil. Algumas delas estão disponíveis no sítio do jornal, que, além de impresso, mantém um espaço virtual no qual todas as edições estão disponíveis para pesquisa e consulta, além, claro, de um espaço para crítica teatral e outros textos. O Caixa de Pont[o] não faz favor a ninguém. Por exemplo, se eu e o Rubens fizemos o perfil de um artista, uma longa entrevista, um crítica ou um perfil de grupo, nada esperamos disso. Estamos fazendo porque apreciamos o trabalho de quem escrevemos. Muitas pessoas não dão retorno ao receberem o jornal com um texto sobre seu trabalho. E não há nada de errado nisso. Não fizemos o Caixa de Pont[o] para ganhar elogios e criar rede de coleguismo. O Caixa de Pont[o] é feito por uma necessidade artística, por inquietação pessoal e desejo voluntário. Evidentemente, no entanto, que ficamos felizes em receber um retorno sobre nosso trabalho. É natural. Neste momento, a resposta mais viva que os artistas, professores, intelectuais e profissionais das artes cênicas podem nos oferecer é contribuir para que o Caixa de Pont[o] fique vivo. Antes de terminar, gostaria de agradecer à minha equipe, não me esquecendo deles aqui: Rubens da Cunha, Edélcio Mostaço, Amanda Corrêa, Denize Gonzaga, Juliana Gonzaga, Manuela (Nuna) Medeiros, Bárbara Bublitz, Carol Silva, Paulo Ramon, Iur Gomes. Todos eles dividem a luta comigo. A todos vocês meu muito obrigado!

 

 

 

Lançamento do livro A Inquieta Poética da Busca + 05 perguntas ao ator e pesquisador Jônata Gonçalves

08/12/2018 10:23

Hoje (08/12) o jornalista, ator e pesquisador Jônata Gonçalves lança seu primeiro livro, A Inquieta Poética da Busca: um olhar sobre o corpo no corpo da Téspis Cia. de Teatro, na Itajaí Criativa – Residência Artística, às 20h30.

O livro é fruto de sua dissertação de mestrado na Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e narra a trajetória de vinte e cinco anos da Téspis Cia. de Teatro. Além disso, a obra analisa a relação do grupo catarinense com a Periplo Compañia Teatral (B.As – Argentina) e o processo de construção do espetáculo Esse Corpo Meu, um dos mais recentes da Cia.

Financiado pela Lei de Incentivo à Cultura de Itajaí, o livro integra uma série de ações que ao longo dos anos vem colocando Itajaí como protagonista como exemplo de políticas públicas eficientes para difusão da cultura.

Autor Jônata Gonçalves. Foto: Nelson Jr.

Jônata Gonçalves da Silva integrou elencos de diversos grupos da região de Itajaí, como Anchieta Artes Cênicas, Ilustríssimos Senhores e, atualmente, a Téspis Cia de Teatro. Foi um dos membros da comissão organizadora do II Festival Brasileiro de Teatro Toni Cunha e foi coordenador geral em sua terceira edição. Com forte atuação nas políticas culturais da região, fez parte da equipe de Departamento de Programas e Projetos Culturais da Fundação Cultural de Itajaí e foi assessor de direção do Teatro Municipal de Itajaí.

Abaixo, cinco perguntas sobre o livro A Inquieta Poética da Busca, e sua relevância para a historiografia da artes cênicas em Santa Catarina.

1 – Seu livro fala sobre a trajetória da Téspis Cia de Teatro, a relação do grupo com a Periplo Compañia Teatral e o processo de construção do espetáculo “Esse Corpo Meu”. Você poderia falar um pouco sobre como se deu a escolha desses temas específicos para elaboração do livro, e em como eles se correlacionam para constituir uma linha historiográfica da trajetória da Téspis?

O livro “A inquieta poética da busca” é fruto da dissertação que defendi no mestrado pelo Programa de Pós-Graduação em Teatro na Udesc. A ideia de elaborar um estudo sobre esses temas veio muito naturalmente, pois sempre me interessei no trabalho do ator e o seu corpo ou, como eu menciono no livro, a unidade corpo-ator. Assim que comecei a delimitar o projeto de pesquisa, percebi que tinha, muito próximos a mim, exemplos práticos daquilo que eu queria estudar. Percebi que a Téspis, embora esteja sempre em busca de novas linguagens que atendam às suas inquietações artísticas, mantinha um tipo de poética corporal que era possível identificar em toda a sua obra. Sendo assim, defini a companhia como meu objeto de estudo e trouxe teóricos que pensam a questão da corporalidade do ator na cena para me ajudar na elaboração da pesquisa.

Ao me aprofundar na história do grupo, percebi também um marco em sua trajetória quando do contato com a Periplo Compañía Teatral de Buenos Aires. Em 1997, quando a companhia argentina veio pela primeira vez ao Brasil, já houve a identificação e o interesse, por parte da Téspis e de outros grupos de Santa Catarina, em estudar a metodologia do trabalho do ator que Diego Cazabat (diretor artístico da Periplo) e o seu grupo demonstravam em oficinas e espetáculos. A Periplo apresentava uma poética pautada no método de ações físicas, de partituras corporais e do aprofundamento da característica do corpo do ator, de ser também detentor potencial de dramaturgia. E desde esse contato inicial na década de 1990 até hoje em dia há uma relação fraternal entre as duas companhias. Um intercâmbio criativo que já rendeu muitas parcerias, seja a Mostra Internacional de Teatro de Grupo, organizada pela Téspis com a curadoria de espetáculos internacionais pela Periplo, seja a criação de espetáculos juntos. O último capítulo do livro se ocupa justamente da construção do espetáculo Esse Corpo Meu?, uma coprodução das duas companhias.

Capa: A Inquieta Poética da Busca

2 – A documentação sobre a história recente do teatro brasileiro é repleta de lacunas. Nesse contexto, como você localiza sua obra no sentido de contribuir para um possível mapeamento ou mesmo reflexão sobre o fazer teatral em Santa Catarina?

Esse é um questionamento interessante que reverberou até mesmo na defesa da minha dissertação. Uma das professoras que participaram da banca foi a Fátima Lima, que comentou, justamente, sobre a ausência de estudos sobre os grupos teatrais de Santa Catarina na academia. Disse que viu e vê muitas pesquisas a respeito de grupos e movimentos culturais da Europa, da Ásia, do Rio de Janeiro ou de São Paulo. “E os nossos, como ficam?”, foi a intervenção que ela fez, apontando para a produção da Téspis, cujas obras não devem nada a exemplos mais tradicionais e reiteradamente estudados do fazer teatral.

Ou seja, a própria academia reconhece que nossa história teatral ocupa ainda um espaço muito marginal. A própria Fátima Lima, nesse momento, foi quem apontou a importância de se publicar a pesquisa. Da conservação e do registro da nossa história. Embora o livro seja focado na Téspis, a produção da pesquisa exigiu que se elaborasse também o contexto social, político e cultural que permeou os 25 anos da companhia. E como a Téspis sempre realizou muitos circuitos e participou de muitos festivais, escrever sobre a companhia também foi escrever sobre a história de desenvolvimento e profissionalização de um movimento teatral maior, que se iniciou na década de 1990 aqui no estado.

3 – Você é ator da Téspis Cia de Teatro, possui uma relação de trabalho de anos com o grupo. Como foi escrever o livro estando imerso nos processos de criação e gestão do grupo? De que maneira isso facilitou ou dificultou a sua escrita?

Essa também foi uma preocupação minha no início da pesquisa. Eu me perguntava como seria essa escrita, estando envolvido e sendo cúmplice de um período da história da companhia. No fim, o que me deixava receoso acabou me auxiliando, porque pude iniciar a investigação a partir das impressões que eu colhia como alguém que participou dessa história, para então ganhar o distanciamento necessário e desenvolver um senso crítico na elaboração da pesquisa. Por causa dos anos em que estive na Téspis (2012-2017), conheci muitas pessoas que também puderam me dar informações sobre a companhia e que também me ajudaram a apurar os fatos. Devo muito desse exercício de escrita, de aproximação e distanciamento do objeto de estudo, aos anos de jornalismo.

4 – Quais outros grupos você destacaria como preponderantes na história teatral recente de Santa Catarina? Você, em algum momento, pretende escrever sobre eles também?

Eu poderia citar alguns grupos que, na minha opinião, são responsáveis pelo desenvolvimento, manutenção e construção de uma produção e pensamento sobre um fazer teatral catarinense. Mas não quero correr o risco de esquecer algum nome e parecer leviano. Porém, tem algo que me inquieta dentro da pesquisa da nossa história teatral. Quando a Periplo veio ao Brasil em 1997, coincidentemente ou não, foi também um momento onde alguns grupos e artistas independentes começaram a se interessar pela linguagem do teatro físico. Conceito esse que foi trazido da Europa e que aqui ganhou um sotaque latinoamericano. Alguns foram a Buenos Aires estudar com a Periplo, outros foram a Campinas estudar com o Lume. Como foi o caso da Cia. Carona de Teatro de Blumenau, Dionisios Teatro de Joinville, Cia Experimentus de Itajaí, entre outros. Acredito que há aí um campo de pesquisa bem interessante. Mas isso é apenas um recorte da nossa história. Hoje em dia, Santa Catarina detém muitos grupos que realizam circuitos e festivais mundo afora. Gostaria de pensar que a publicação da “A inquieta poética da busca” provocasse mais pesquisadores a olhar para as produções e artistas locais. Precisamos de mais bibliografia sobre a nossa produção artística. E isso não é bairrismo, é manutenção da nossa história.

5 – Você poderia, de modo resumido, falar sobre a contribuição social e artística da atuação dos grupos de teatro, e mais especificamente da Téspis, objeto da sua pesquisa, para a cidade de Itajaí e região?

Itajaí tem uma particularidade em sua história. Desde a década de 1940, houve festivais por aqui, de todas as formas e expressões artísticas. Uma característica, eu diria, singular em seu DNA para reunir artistas e público. Isso se deve, majoritariamente, às pessoas que estiveram à frente de projetos ou ações que favorecessem a realização de eventos artísticos, assim como políticas públicas que amparassem e viabilizassem essas ações. Da mesma forma como a Téspis, outros artistas e grupos da cidade, seja de teatro ou outras áreas artísticas, protagonizaram lutas por melhorias dos espaços públicos para suas apresentações ou oficinas. Exemplo disso foi a batalha incansável de 10 anos em pressionar o Poder Público para construir o Teatro Municipal de Itajaí. Os artistas foram protagonistas na realização de mostras e festivais que viabilizaram o intercâmbio de suas obras para fora de Itajaí, e permitiram que o fluxo contrário se estabelecesse também. Quanto à Téspis especificamente, esse trabalho vem sendo executado, a par de todas essas lutas e movimentos dos quais a companhia também participou, com os cursos e as oficinas que ela tem oferecido desde a sua origem, seja na Casa da Cultura Dide Brandão de Itajaí ou em suas sedes, sempre no intuito de ensinar, promover e fomentar a arte teatral. Foram e são muitas as pessoas que também traçaram caminhos parecidos como importantes agentes culturais da cidade, mas não tenho dúvidas de que a Téspis, completando este ano seus 25 anos de história, deu uma contribuição muito importante para Itajaí.

Serviço:

Lançamento do livro “A Inquieta Poética da Busca: um olhar sobre o corpo no corpo da Téspis Cia. de Teatro”, do autor Jônata Gonçalves

Quando: Dia 08 (sábado), às 20h30

Onde: Itajaí Criativa – Residência Artística (Rua Dr. Pedro Ferreira, 222 - Centro, Itajaí – SC)

Quanto: Gratuito

“Café Com Texto” acontece dia 25/11 em Brusque

12/11/2018 09:17

No dia 25/11 acontecerá o “Café com texto”, que faz parte de uma série de encontros organizados pelo coletivo artístico “Hiato” (Brusque-SC).

Como o próprio nome já sugere, o encontro terá café e conversa sobre temas específicos e coordenados pelo professor da UNIFEBE, Rafael Zen.

Desta vez, o encontro apresentará ideias de nomes como, Rancièri, Derrida, Deleuze e Guatarri, além de Lyotard.

“São pensadores bem oportunos nesses tempos como ferramenta de leitura para debater questões de gênero, feminismo, cultura, arte. A palestra é ótima para estudantes de literatura, escritores, jornalistas, já que todos os autores são críticos literários. Deleuze, Derrida e Ranciere já escreveram bastante sobre teoria literária e Lyotard é um dos primeiros teóricos que se preocupou em definir o conceito de ‘pós-modernidade’”, complementa o ministrante desta atividade Juan Manuel P. Domínguez.

 

Espetáculo para bebês será apresentado na Casa da Cultura

07/11/2018 22:59

 

Ingressos podem ser comprados online

Vinte bebês juntos assistindo a um espetáculo de teatro com seus familiares. Esta é a proposta do grupo de Teatro Porto Cênico ao montar a peça teatral “Casa”, específica para bebês de zero a três anos de idade. O trabalho, que é de caráter inédito em Santa Catarina, traz para a cena o tema “saudade”. Tanto a saudade que os adultos sentem da sua infância e também da infância dos seus filhos. As sessões acontecem dias 16, 17 e 18 de novembro (sexta, sábado e domingo), às 15h. Ingressos à venda neste link: https://www.sympla.com.br/portocenico

Com direção da atriz Sandra Vargas (Sobrevento-SP), o espetáculo foi construído a partir de memórias das próprias atrizes, Aline Barth e Valéria de Oliveira, e apresentando ao público a história de duas mulheres, ora mães, ora filhas.

O Grupo de Teatro Porto Cênico existe há 14 anos. Como a linguagem de teatro para bebês ainda é pouco explorada no Brasil, sobretudo no estado catarinense, o Grupo Porto Cênico vem pesquisando este universo há três anos, inclusive com intercâmbios para outros estados e em participação de atividades ministradas por profissionais de outros países.

 

“Muita gente pensa que 30 ou 40 bebês juntos, choram, mas eles não choram. Eles contemplam, eles assistem, eles percebem e eles sentem. E se eles são capazes disso tudo, eles são capazes de usufruir de uma peça de teatro. O Porto Cênico ao levar para os palcos o teatro para crianças de zero a três anos, contribui muito para o panorama teatral da cidade, do estado e do país, pois são poucos os artistas que de dedicam a esta linguagem”, enfatiza Sandra Vargas, do Grupo Sobrevento-SP, diretora do espetáculo CASA.

SERVIÇO:
Espetáculo “CASA” para bebês de 0 a 3 anos de idade
Dias: 16, 17 e 18 de novembro (sexta-feira, sábado e domingo)
Horário: 15 horas
Local: Casa da Cultura Dide Brandão (Rua Hercílio Luz, s/n – Centro, Itajaí-SC)
Ingressos: R$40 (direito a um bebê e a um adulto)
Compra online neste link: https://www.sympla.com.br/portocenico
Mais informações com a produção do evento 47- 9 99147396, ou pelo insta, face (Porto Cênico) e site www.portocenico.com.br

Projeto leva música clássica para creches da rede pública

Apresentações são gratuitas e beneficiam crianças do bairro Cidade Nova, em Itajaí (SC)

Neste semana teve início um projeto que pretende levar música clássica para creches da rede pública de Itajaí (SC). A ideia é aproximar o público da música clássica/erudita, além de estimular características como sensibilidade,  percepção, observação  e  criatividade. A ação vai atender crianças, com idades entre três e seis anos, além de professores e funcionários dos Centros de Educação Infantil (CEIs) do bairro Cidade Nova.

O projeto é uma iniciativa dos músicos  Saimon  Simas (violino), Daniel Odelli (violoncelo) e Rodrigo Pinheiro (piano) e tem patrocínio da Lei de Incentivo à Cultura, por meio da empresa APM Terminals. O grupo espera beneficiar até duas mil crianças durante 10 apresentações, agendadas para dias 07, 08, 13 e 14 de novembro deste ano.

As apresentações terão duração de 40 minutos. No repertório estarão músicas conhecidas, por temas de filmes ou desenhos, além de canções brasileiras. O evento também terá um bate-papo com o público presente. De forma didática, a plateia também receberá informações sobre  os instrumentos, desde  fatos  históricos até curiosidades sobre a  fabricação do equipamento.

*AGENDA DE APRESENTAÇÕES:*

CEI Omar Luis Macagnan

EndereçoR. Sidnei Schulze, 812 – Cidade Nova, Itajaí – SC

07/11 – 8h30

 

CEI João Sandri

EndereçoR. Raul Machado, 1027 – Cidade Nova, Itajaí – SC

07/11 – 10h

 

CEI Dayana Maria de Souza

EndereçoR. João Galvão Fernandes, 61 – Cidade Nova, Itajaí – SC

08/11 – 10h

 

Centro de Educação Infantil Profa. Mauricélia

EndereçoAv. Min. Luiz Gallotti, 1695 – Cidade Nova, Itajaí – SC

08/11 – 13h30

 

Centro de Educação Infantil Eduardo Canziani

EndereçoR. Alcídes Esperidião Pereira, 1 – Cidade Nova, Itajaí – SC

08/11 – 15h30

 

C.E.I. Maria Regina Coppi Vicente

Endereço: Emanoel José Rebello Nº 60 – – Cidade Nova, Itajaí – SC

13/11 – 14h

 

CEI Euclides Ciriaco Meirinho

EndereçoR. das Azaléias, 283 – Cidade Nova, Itajaí – SC

13/11 – 16h30

 

CEI Dra Zilda Arns Neumann

Endereço: Rua Emanoel José Rebello, 52-104 – Cidade Nova, Itajaí – SC

14/11  – 15h

 

Encerra no domingo (04/11) o primeiro prazo para as inscrições para circuitos culturais através da plataforma IdCult.Sesc

01/11/2018 10:30

O Sesc Santa Catarina encerra neste domingo (04/11) o prazo de inscrição para projetos de artistas e arte-educadores residentes em Santa Catarina, e contadores de histórias de todo o país que desejam fazer parte dos projetos 2019: Baú de Histórias (literatura), Mostra EmCenaCatarina (Artes Cênicas), Circuito Sesc de Música (Música) e Rede Sesc de Galerias (Artes Visuais).

É importante lembrar que aqueles artistas que se cadastraram em 2017 precisam reencaminhar suas propostas. A plataforma permanecerá aberta até 31/12 para cadastros, no entanto aquelas propostas enviadas após 04/11 não farão parte da curadoria dos projetos acima citados.

Para participar, os proponentes deverão acessar a Plataforma IdCult.Sesc (https://cultura.sc/sesc/), ler o regulamento e cadastrar sua proposta. Não há limites de inscrições por pessoa. O material recebido tem por finalidade compor um banco de propostas culturais – que ficará à disposição do Sesc Santa Catarina para construção da sua programação de 2019.

O resultado dos artistas e arte-educadores selecionados para o projeto “Rede Sesc de Galerias” será divulgado no dia 16 de novembro de 2018, e para os demais circuitos estaduais de 2019, serão divulgados em 14 de dezembro de 2018.

Itajaí recebe duelo de grupos de improvisação

Apresentação é inédita na cidade, tem mediação de Andrei Moscheto (PR) e sonoplastia ao vivo do músico Giovanni Sagaz

Itajaí recebe na sexta-feira (09/11) um duelo inédito de improviso. Conhecido como “Match”, o duelo consiste na competição entre dois grupos de improviso, onde cada um realiza a versão de um jogo. A plateia escolhe quem chegou ao melhor resultado. A apresentação acontece na Casa da Cultura Dide Brandão, no Centro de Itajaí e o ingresso antecipado custa R$15 (quinze reais).

O duelo será realizado pelo Grupo Os Mequetrefes, de Itajaí (SC) e, o Grupo Remanescentes, de Gaspar (SC). A disputa será mediada pelo ator Andrei Moscheto, do Grupo Antropofocus, de Curitiba (PR), com sonoplastia ao vivo do músico Giovanni Sagaz, de Itajaí.

Os dois grupos se dedicam ao treinamento e apresentações de teatro totalmente improvisado, e se enfrentarão numa competição no estilo esportivo, tendo como juiz a plateia, que ficará responsável por escolher o vencedor. O show de improviso não inclui roteiro e o espetáculo é construído na hora. Os atores criam cenas com temas sugeridos pela plateia e seguem as regras de cada jogo.

Os jogadores do Grupo Os Mequetrefes são: Adriano Magalhães, Fabricio de Carvalho, Sabrina Vianna e Diego Miranda. Já o Grupo Remanescentes é formado por Allan Antonio, Thiago Griebel, Diones Rafael Silva, e mais uma atriz convidada, Natália Corradi Curioletti.

Este evento tem realização do Grupo Os Mequetrefes e possui apoio das empresas Ibis Itajaí, NutriHouse, Univital, Bistek, UNINTER, Canal Trio de Cinco, Clindex, Tudo em Pizza e Cafeteria Art e Cultura.
SERVIÇO:
O quê: Duelo de Improviso Os Mequetrefes X Grupo Remanescentes
Local: Casa da Cultura Dide Brandão (Rua Hercíclio Luz, s/n – Centro, Itajaí-SC)
Quando: 09 de novembro (sexta-feira)
Horário: 20h
Ingressos: R$15 (quinze reais) para quem adquirir até o dia 02/11. Após esta data, o valor será R$30 (inteira) e R$15 (meia).
Pontos de venda: Site Sympla (https://www.sympla.com.br/duelo-de-improviso__386926) , Cafeteria Art Cultura (dentro da Casa da Cultura Dide Brandão – Rua Hercílio Luz, s/n – Centro – Itajaí) e Academia Clindex (Rua Camboriú, 487 – Fazenda – Itajaí – SC)

 

Itajaí se torna a capital do Teatro de Bonecos entre os dias 7 e 11 de novembro

 

Pelo segundo ano consecutivo Itajaí se tornará a capital do Teatro de Bonecos. Irão se reunir na cidade 13 companhias, além de artistas independentes e professores universitários para a 2ª edição do Encontro Catarinense de Teatro de Bonecos (Bonencontro).

Ivan Titerenovich – Cia Cênica Espiral

A programação acontece entre os dias 7 e 11 de novembro na Praça Genésio Miranda Lins, SESC, Mercado Público, Rua Hercílio Luz e é inteiramente gratuita. Todas as informações estão disponíveis no site oficial: www.bonencontro.com.br.

 

 

Tem xente uma feis – Cia Alma Livre

Inscrições abertas para as oficinas

As duas oficinas da programação estão com inscrições abertas: “Construção de Bonecos de Látex”, ministrada por Sérgio Tastaldi (Florianópolis), com 8h/a e “O papel da máscara nas formas animadas”, ministrada por Tânia Gollnick (Navegantes) com 4h/a. Interessados devem enviar e-mail para bonencontro@gmail.com e solicitar a ficha de inscrição.

 

Oficina O papel da máscara nas Formas Animadas – Tania Gollnick

Mostra de Teatro Lambe-Lambe

A Mostra acontecerá no domingo, dia 11/11, das 10h às 11h, na Praça Genésio Miranda Lins, com oito caixas lambe-lambe. O Teatro Lambe-Lambe, também conhecido como Teatro de Caixas, é uma linguagem do teatro de animação, onde um espetáculo de curtíssima duração é encenado dentro de uma caixa preta, com dimensões reduzidas, com palco, cenário e iluminação, geralmente para um espectador por vez.

 

Teatro Lambe-lambe- Lembranças – Cia Cênica Espiral

O evento possui patrocínio da Fundação Cultural de Itajaí, por meio da Lei de Incentivo à Cultural e isenção fiscal da empresa APM Terminals.

 

 

*CONTATO:*

 

Fale com a Cia Mútua:

Mônica Longo (47) 9 9983-6678 ou Laura Correa (47) 9 9905-5058

 

 

Willian Shakespeare no palco da Casa da Cultura neste final de semana

19/10/2018 14:54

Porto Cênico encerra projeto com montagem  baseada no texto “Ricardo III”, apresentando um quadro muito similar ao da cena política do nosso país: medo, traição, corrupção e uma luta cega pelo poder

 

Escrito em 1592 o texto “Ricardo III”, de Willian Shakespeare, foi o ponto de partida para a montagem “O Banquete de Ricardo”, espetáculo teatral do Grupo Porto Cênico, que terá apresentações neste sábado e domingo, dias 20 e 21, na Casa da Cultura Dide Brandão, às 19h30 com entrada gratuita (retirar ingressos uma hora antes).

Foto de Ana Beatriz

Dirigido por André Carreira (Florianópolis/SC), o espetáculo apresenta a história de Ricardo III, Rei da Inglaterra, morto em 1482, por meio da narrativa de três rainhas: Margarida, Elizabeth e Ana. “O Ricardo III é uma tragédia que fala sobre um tema muito contemporâneo, que é a luta descontrolada pelo poder. Fala de traição, corrupção e mentira. Uma situação muito similar a que estamos vivenciando no Brasil, onde parece que todos estão mentindo o tempo todo, no âmbito da política”, observa André.

Foto de Ana Beatriz

Shakespeare retratou Ricardo como um tirano, um monstro sanguinário que abriu caminho para o trono com assassinatos, após a morte de seu irmão. Entre suas supostas vítimas estavam dois sobrinhos.

Foto de Ana Beatriz

 

As apresentações fazem parte do projeto “O feminino que Circula”, que começou dia 16/10, com circulação de três espetáculos do Grupo.

 

Mais informações: www.portocenico.com.br

Espetáculo teatral “Trincheira” estreia hoje

11/10/2018 10:33

O espetáculo teatral para toda a família, “Trincheira” estreia hoje.
Inspirado livremente na obra do espanhol Fernado Arrabal, Trincheira é uma comédia que permite discutir e refletir sobre a guerra, seus participantes e a banalização da vida e da violência.

Trincheira – foto de Matheus Groszewika e Vivianne Melo

 

Nesta quinta-feira, 11 de outubro, tem estreia de espetáculo teatral em Itajaí. “Trincheira” é uma produção do GET – Grupo de Estudos Teatrais, orientado pela Téspis Cia de Teatro, e fica em cartaz nos dias 11 e 18 (quintas-feiras), 13 e 14, 20 e 21 (finais de semana), sempre às 20h, na Itajaí Criativa Residência Artística. O espetáculo traz a história de um soldado que recebe a visita da família para um piquenique em pleno front de batalha. Bombas, tiros, a chegada de um inimigo e diversas situações vão se apresentando para construir uma narrativa divertida mas que permite refletir sobre a guerra e todos os seus entornos, sejam as guerras históricas ou as atuais.

Trincheira nasceu em 2017, quando, como resultado de um processo de curso de formação, os atores do GET montaram a obra intitulada “Piquenique na Trincheira”, orientada pela atriz e diretora Denise da Luz. A montagem que agora estreia é resultado da aprovação do grupo na Lei de Incentivo à Cultura, através da Fundação Cultural de Itajaí, e tem renúncia fiscal do Grupo Promenac Camvel para sua execução. Em cena estão os atores Daniel Barros, Lourenço Cardoso, Mariana Feitosa, Max Reinert e Sabrina Francez. A produção é de Mariana Riguetto.

Inspirada livremente na obra do escritor, dramaturgo e cineasta espanhol Fernando Arrabal, a montagem traz para a cena elementos do “teatro do absurdo”. O teatro do absurdo é uma expressão cunhada pelo crítico inglês Martin Esslin no fim da década de 1950 que engloba peças surgidas no período pós-Segunda Guerra Mundial que têm como principal característica tratar de forma inusitada acontecimentos ou aspectos da vida humana.

Trincheira – foto de Matheus Groszewika e Vivianne Melo

Um espetáculo para toda a família, Trincheira têm ingressos com valor de R$ 20 inteira e R$ 10 meia entrada. A venda é feita antecipadamente pelo site Enjoy Events ou 1h antes de cada apresentação na Itajaí Criativa Residência Artística.

SOBRE O GET:
O GET é um grupo de estudos teatrais, existente desde 2014, formado por alunos remanescentes do curso livre de teatro oferecido pela Téspis Cia de Teatro, que em sua atual configuração conta com Daniel Barros, Laura Osório, Lourenço Cardoso, Mariana Feitosa, Mariana Righetto e Sabrina Antunes Francez. A proposta do grupo é proporcionar experiências de aprendizado e exercício artístico, de encontro e convívio profissional que tem o intuito de ampliar as possibilidades de elaboração criativa, de elaboração de trabalho, do senso crítico, da construção de autonomia e da multiplicação de conhecimento dos envolvidos. O aprofundamento na pesquisa cria oportunidades para que artistas em diferentes estágios de sua carreira possam juntos produzir, intercambiando experiências, conhecimentos e metodologias de trabalho, fortalecendo a produção em grupo e contribuindo para a formação de jovens artistas da cidade de Itajaí.

SERVIÇO:
 O que: Temporada de Estreia do espetáculo Trincheira;

Onde: Itajaí Criativa Residência Artística (Rua Dr Pedro Ferreira, 222, Centro, Itajaí);
 Quando: 11, 13, 14, 18, 20 e 21 de outubro, às 20h;
 Quanto: R$ 20 inteira e R$ 10 meia entrada para estudantes, professores, idosos ou compartilhando o evento do espetáculo nas mídias sociais.

 Venda antecipada: https://enjoyevents.com.br/index.php?pg=evento&e=82