Artistas de teatro montam peça em co-autoria com o público

18/09/2019 14:24

“Histórias da Vida de um Certo Alguém” nasceu após pesquisa investigativa sobre a interatividade no teatro. Três artistas de Itajaí-SC pesquisam há meses a relação entre ator-palco-plateia e o resultado será apresentado pela primeira vez nesta sexta e sábado, dias 20 e 21 de setembro, às 20 horas, na Casa da Cultura Dide Brandão.

Enquanto que, em uma peça de teatro convencional os artistas já sabem o que vão encenar e o público assiste a tudo passivamente, neste espetáculo as pessoas da plateia ajudam a construir a narrativa. Cabe ao público tomar as decisões que podem mudar completamente o rumo da história.

Foto de Ricardo Adão

Com isso, os artistas responsáveis pelo projeto, Adriano Magalhães, Osmar Domingos e Maria Clara Riede Ferreira desejam promover uma experiência única e personalizada, provocando uma relação diferente entre plateia e artistas.

Foto de Ricardo Adão

O espetáculo faz parte do projeto “Teatro e Storytelling Interativo, Experimentações e Montagem de Espetáculo”, que iniciou há seis meses, com pesquisa, experimentações e culmina nesta montagem. A iniciativa tem patrocínio da Fundação Cultural de Itajaí, por meio da Lei de Incentivo à Cultura de Itajaí e isenção fiscal da empresa Brasfrigo.

 

SERVIÇO:
Estreia do espetáculo “Histórias da Vida de um Certo Alguém”
Co-criadores: Adriano Magalhães, Osmar Domingos e Maria Clara Riede Ferreira
Data: Sexta e sábado, dias 20 e 21 de setembro
Abertura do ambiente: 19h30
Horário limite para entrada: 20h
Gratuito perante reserva via formulário:
https://forms.gle/U2VpwywjtwYu3APJ9
Duração do espetáculo: 1h 30min
Faixa etária indicada: 18 anos
Local: Casa da Cultura Dide Brandão (Rua Hercílio Luz, 655 – Itajaí-SC)
Instagram do projeto: @spoilerdavidaprivada

 

Autor Wagner Camilo lança sua primeira obra literária

17/09/2019 17:21

“O obituarista e outros contos” será lançado nesta quinta-feira, dia 19, na Casa da Cultura
O livro “O obituarista e outros contos” será a primeira obra literária publicada pelo escritor Wagner Camilo. Temas que vão da violência, ódio, desilusões, fé, política, liberdade ao amor, marcam a estreia do escritor no universo da literatura.

Patrocinado pela Lei de Incentivo à Cultura, da Fundação Cultural de Itajaí, com produção da Subjétil, editoria da Estúdio Semprelo e renúncia fiscal da Empresa Unimed, o livro será lançado nesta quinta-feira, dia 19 de setembro, na Casa da Cultura Dide Brandão, em Itajaí-SC.

O livro é um dos únicos com foco na prosa, lançado nos últimos anos em Itajaí-SC. “A cidade carece de autores com foco neste segmento. Existem inúmeros poetas de alto calibre, escritores com foco em publicações para público infantil, mas a prosa longa, em contos de mais de dez mil caracteres tem nessa cidade uma escassez sem tamanho”, comenta o autor Wagner Camilo.

“ Garanto que os leitores experimentarão um misto de prazer e ansiedade quando estiverem lendo este livro, já que o autor tem o dom incomum de conseguir prender-nos, página após página, à medida que vai narrando cada linha do mesmo” do prefácio de Nilson Weber.

Além da publicação, este projeto prevê como contrapartida três ações de fomento à leitura com adolescentes a serem realizadas ainda neste ano.


SERVIÇO
O quê: Lançamento do livro “O obituarista e outros contos”
Autor: Wagner Camilo
Quando: Quinta-feira, dia 19 de setembro de 2019 | às 20 horas
Local: Casa da Cultura Dide Brandão (Rua Hercílio Luz, n 655 – Itajaí-SC)
Gratuito – terá música, coquetel e sessão de autógrafos

Mais informações: Wagner Camilo (47) 9 9609-2894

Cia. Experimentus Teatrais comemora 20 anos de atividade

12/09/2019 13:05
Cia. teatral de Itajaí comemora comemora 20 anos de atividade com abertura de exposição e lançamento de catálogo

Não é todo dia que um grupo de teatro completa 20 anos de atividade ininterrupta. Nos tempos sombrios de hoje, onde o fundamentalismo religioso atua para o desmonte da educação científica e tenta a todo custo censurar espetáculos e livros, é ainda um feito mais notável  a manutenção de um coletivo de artistas que, através de um repertório diversificado e instigante, discute temas de extrema relevância com montagens criativas. 

Integrantes da Cia. Experimentus – Foto: Mariana Feitosa

 

A Cia Experimentus Teatrais, fundada em 1999 na cidade de Itajaí (SC), montou 15 espetáculos ao longo de sua trajetória, mantendo alguns deles, como o infantil O menino do dedo verde,  criado a partir da obra homônima de Maurice Druon, em seu repertório por 16 anos. Atualmente a Cia. mantém ativos os espetáculos Meu pai é um homem pássaro (2015), infantil criado a partir do romance My dad’s a birdman, de David Almond;  Vem ver nosso boi brincar (2016), uma homenagem ao cantador Armando Cueca e, Dois amores e um bicho (2016), a partir do premiado texto do venezuelano Gustavo Ott. 

A Roupa Nova do Rei, espetáculo de 1999 -Foto de Max Reinert

Presente em alguns dos mais importantes festivais e circuitos de teatro do país, a Cia Experimentus mantém também uma intensa atividade em sua região e em Santa Catarina como um todo, não apenas participando de festivais e mostras, mas criando eventos e atividades que refletem sobre o fazer teatral no Estado, sobre pesquisas estéticas e atuação. Inquietos, bem como o coletivo de grupos teatrais de Itajaí, que demandam ao poder público e promovem numerosas ações culturais no município, recentemente promoveram o evento Margens – Acessibilidade cultural, Cidadania LGBTI, Presença e Vulnerabilidade das Mulheres, que reflete, entre outras questões, sobre o aumento da violência contra mulheres e homossexuais.

Abaixo, uma breve entrevista com o grupo, que é composto pelos atores e atrizes Daniel Olivetto, Sandra Knoll, Marcelo F. de Souza, Andréa Rosa e Natália Pereira.

 

1 – Como manter um grupo artisticamente ativo, rentável e apostando em novas estéticas por tanto tempo, longe dos grandes centros e em épocas de escassez de editais?

Sandra Knoll – Quando paramos para olhar, há 20 anos, os incentivos e editais eram bem poucos. Montamos um espetáculo infantil e fomos nos virando com as apresentações que fazíamos em escolas  (que nos rendiam algum trocado) e com as  aulas que dávamos. Foi uma grande aventura! Também foi um processo de familiarização com todo esse universo do VAMOS VIVER DE TEATRO. Aos poucos começamos a expandir nossos horizontes com os festivais que à época eram muitos no Brasil. O grupo cresceu junto com o surgimento dos editais (principalmente na nossa cidade) e aos poucos fomos aprendendo a escrever projetos e, concomitantemente a isso,  atuando mais fortemente no universo das políticas públicas. Hoje as coisas retrocederam e parece que estamos de volta aos tempos de antigamente, nos quais tínhamos a impressão que estávamos comercializando um saco de batatas ao invés de uma obra de arte. Não que as batatas sejam produtos de inferior qualidade, mas elas são produzidas em larga escala e num processo muito industrializado, o que não podemos comparar com o trabalho artístico que fazemos. Podemos dizer que nunca foi fácil.Tivemos momentos muito difíceis e com grandes desafios. Experimentamos diversas estruturas econômicas dentro do grupo.  Ainda seguimos experimentando. Mas uma das coisas que sempre nos pareceu importante e que agia como antídoto para os  nossos obstáculos, era de que queríamos muito estar onde estávamos, com quem estávamos e fazer o que estávamos fazendo. Independente de ser um grande ou um pequeno centro. A força nasce disso, de saber o que não queríamos. Acho que somos dotados de muita perseverança e resiliência. Acredito que foi assim que conseguimos nos manter juntos e atuantes até os dias de hoje.

 

2 – Vocês mantém um repertório bastante diversificado, com espetáculos destinados ao público infantil, adulto, ligados às artes populares e à comédia. Como é para o elenco transitar entre essas diversas estéticas mantendo espetáculos tão diversos concomitantemente?

Marcelo F. de Souza – Não trabalhamos apenas com uma linha de pesquisa, essa variação de linguagem constrói nossa cultura e nos retroalimenta. Tendo passado por uma montagem infantil, temos uma nova perspectiva para o próximo espetáculo adulto por exemplo. Assim como não temos um diretor oficial da Experimentus e aprendemos com a visão de cada diretor, cada estética amplia nossos horizontes para a próxima. Na atuação isso é bem evidente, um ator no drama, tendo a comédia em si consegue dar mais profundidade a seu trabalho. O lado bonequeiro contribui para o ator sem os bonecos e vice versa. Cada espetáculo independente de sua linguagem, tem um arcabouço de comédia, drama, adulto, infantil, cultura popular, bonecos. A estética é o meio de alcançarmos a poética de cada espetáculo, a variação de temas e linguagens nos energiza e mantem criativos, ansiosos pela próxima pesquisa, pelo próximo espetáculo.

 

3 – Há uma criminalização das artes em expansão no país. Espetáculos estão sendo censurados, contratos rescindidos e artistas perseguidos. Como vocês veem a atual situação política do Brasil com relação às artes?

Natália Pereira – A gente achava que estava caminhando para um cenário mais estável, as coisas estavam prosperando no setor das políticas públicas. Censura e fascismo pareciam coisas que iam ficar lá nos livros de história. O quadro atual é realmente assustador, pois é cada vez mais difícil desmentir fake news, e uma séries de mentiras que estão sendo criadas pra desmerecer quem critica o governo. A gente está vivendo num tempo em que as pessoas, no geral, criam versões para os fatos e não duvidam do que ouvem ou leem. Acho que a arte tem um papel fundamental nesse sentido. Nosso trabalho, apesar de mais difícil nesse momento, é mais necessário do que nunca. 

Andréa Rosa, Marcelo F. de Souza e Sandra Knoll em cena do espetáculo Dois amores e um bicho

 

4 – O texto Dois amores e um bicho, de Gustavo Ott, possui duas versões montadas pela companhia. Essas duas versões apresentam opções de encenação bastante diversas, não se configurando apenas como uma remontagem com outro elenco, mas como uma versão totalmente nova. Vocês poderiam comentar de que modo essa nova direção sublinha ou demarca o desenvolvimento do grupo como pensamento de cena ou escolhas estéticas? 

Daniel Olivetto – Ali por volta de 2015, a Jô Fornari, que era atriz da montagem anterior, sai da companhia, e a Andréa Rosa tinha recém entrado no grupo. Em princípio, a gente achava que ia substituir uma atriz e dar continuidade ao espetáculo, e pronto. No entanto, a gente resolveu reler original do Gustavo Ott, porque a gente tinha feito muitos cortes na versão anterior, e quando voltamos ao texto original foi aquele susto! Tinha uma crise se anunciando em 2015, e estreamos depois do golpe de 2016. A gente percebia que era um texto que falava muito do que estava acontecendo. De ódio de classes, de polaridades políticas, de violência, de extermínio do que é diferente. Não fazia sentido seguir como se estivéssemos fazendo a mesma montagem. Aí a gente chutou o balde! Fomos por outro caminho, outro registro de interpretação, outra estética de uma forma geral, uma outra montagem mesmo. Foi importante ter feito isso, e o curioso é que havia uma base que tinha começado lá em 2006 ou 2007, e mesmo com essas rupturas, esse chute no balde, eu percebo que se  manteve uma linha, uma pesquisa em continuidade.

 

5 – Para grupos de teatro mais recentes, que lutam diariamente para sobreviver em meio às dificuldades em se viver de cultura no Brasil, qual conselho ou quais dicas vocês dariam?

Andréa Rosa – Trabalhem duro, lembrem: esse é um ofício, um trabalho. Pesquisem, estudem, leiam, escutem, movimentem-se em todos os sentidos. Pensem criticamente, desafiem-se artisticamente, movimentem-se em todos os sentidos, sem esquecer de pensar e agir estrategicamente (com ética) em formas de manutenção, circulação, na continuidade e sustentabilidade dos trabalhos e do grupo. Articulem-se com outros grupos, outros artistas, com o movimento do entorno, na sua cidade, no seu estado e para além. Não se acostumem a nada. Não há glamour, não há certezas (no sentido de seguranças, não há!). É um dia de cada vez empregando energia e a vontade de uma vida inteira. Acreditem se te disserem que não será fácil, mas não acreditem se te disserem que não será possível! 

Meu Pai é um Homem Pássaro – Foto de Francielle Hilbert

Hoje, 12/09 às 19h30, no Sesc Itajaí, acontece a abertura da exposição Cia. Experimentus – 20 Anos, que conta com curadoria do performer e artista visual itajaiense Leandro Maman, e que é composta por documentos, imagens, figurinos e objetos de cena que compõem a trajetória do grupo. A exposição fica aberta à visitação até o dia 04/10 na Galeria de Artes do Sesc Itajaí.

Na mesma ocasião será lançado o catálogo Cia. Experimentus – 20 Anos: Críticas, reportagens e outros registros de duas décadas, que reúne textos e relatos sobre as montagens da Cia  escritos por pesquisadores, artistas, professores e críticos teatrais como Afonso Nilson, Barbara Biscaro, Carolina Faller, Dâmaris Grün, Eliane Lisboa, Humberto Giancristofaro, Luciana Romagnolli, Marco Vasques e Willian Sieverdt.

 

 Serviço:

Abertura exposição e lançamento catálogo “Cia Experimentus 20 anos”

12 de setembro (quinta-feira), às 19h30

Sesc Itajaí (Endereço: R. Alm. Tamandaré, 259 - Centro, Itajaí – SC)

Entrada gratuita.

 

 

 

 

 

 

 

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Vem Ver Nosso Boi Brincar no Teatro do Sesc Itajaí

29/08/2019 06:00
Espetáculo infantil Vem ver Nosso Boi Brincar tem duas sessões gratuitas no Teatro do Sesc Itajaí

Hoje às 14h e às 20h o espetáculo infantil Vem ver nosso boi brincar, da Cia Experimentus Teatrais, seria apresentado gratuitamente no Teatro do Sesc Itajaí.

Imperdível para  pais que incentivam seus filhos a participar da vida cultural da cidade, e prezam também pela educação musical das crianças.

Sinopse:

Foto: Zé Paiva

O cantador Arnoldo Cueca construiu sua história na cultura popular, levando sua cantoria de Boi de Mamão para adultos e crianças. Uma delas foi sua neta, que nesse espetáculo homenageia o avô, contando e cantando sua trajetória. A montagem é uma reverência a um mestre da cultura popular catarinense, sob o olhar afetuoso de uma menina que cresceu observando de longe as cantorias de boi e, sem perceber, foi tocada pela alegria do avô brincante.

 “Vem ver nosso boi brincar – uma homenagem ao cantador Arnoldo Cueca” nasceu a partir da vontade da neta em registrar e reviver o trabalho do avô, um brincante de boi de mamão que, por mais de 40 anos, marcou a cultura popular em Itajaí espalhando-a pelo Brasil. O projeto de montagem foi contemplado pelo Prêmio Catarinense de Cultura Popular Tradicional, através do Edital Elisabete Anderle de Estímulo a Cultura 2014.

Classificação Etária: Livre

Duração: 40 minutos

 

Foto: Zé paiva

 

FICHA TÉCNICA:

Baseado na história de vida do cantador Arnoldo José Pereira / Dramaturgia: Natália Pereira e Silvestre Ferreira / Direção: Silvestre Ferreira

Elenco/Músicos: Natália Pereira e Vinícius Ferreira / Preparação Corporal: Sandra Knoll / Preparação Vocal: Luciana Assanti

Direção Musical: Natália Pereira e Vinícius Ferreira / Músicas: Arnoldo José Pereira, Vinícius Ferreira e Domínio Público

Captação de Som e Imagem: Lallo Bocchino / Cenário, Figurinos, Desenho de Luz e Projeto Gráfico: Daniel Olivetto

 Bonecos: Marcelo F. de Souza (concepção e confecção) e Laura Osório (pintura) / Confecção de Figurinos: Ivete S. Duarte

Confecção de Cenário: Rosa Irene Teixeira (tapete e cortina), Edivaldo Alves (marcenaria) e Marcelo F. de Souza (pau de fita)

 Produção: Cia. Experimentus e Dionisos Teatro

Colaborou com as informações, Camila Gonçalves.

 

 

A apresentação faz parte das comemorações dos 20 anos de existência da Cia Experimentus Teatrais, e contrata com a presença da cantora Ana Paula da Silva para conversar com o público sobre o espetáculo após as apresentações.

Sobre a Cia. Experimentus e seus os 20 anos de trajetória

Fundada em 1999 na cidade de Itajaí, a Cia Experimentus Teatrais tem se dedicado à montagem e circulação de espetáculos para crianças, jovens e adultos. Ao longo de seus 20 anos montou 15 espetáculos com apresentações no Brasil e Argentina. Além de espetáculos, a companhia tem se dedicado também a projetos de formação, entre eles: “1º, 2º e 3º Formação em Foco” (2013 / 2016 / 2018), “Vem Ver Nosso Boi Brincar – Circulação e Formação” (2017), “Margens – Acessibilidade Cultural, Cidadania LGBTI, Presença e Vulnerabilidade” (2018), “Meu Pai é um Homem Pássaro – Circulação de Espetáculo” (2018), entre outros.

 

Programe-se

Data: 29/08 (quinta) – 14h30 e 20h / Teatro do Sesc Itajaí
 espetáculo: "Vem Ver Nosso Boi Brincar"

Data: 30/08 (sexta) 20h / Sesc Itajaí
 "Dois Amores e um Bicho - Versão Nº 02"

TODA A PROGRAMAÇÃO É GRATUITA


 

 

 

 

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Dois amores e um bicho no Sesc Itajaí

24/08/2019 06:00

Hoje à noite, no Sesc Itajaí, o Cia. Experimentus Teatrais apresenta Dois Amores e um Bicho – Versão n° 02.

 

O texto é do venezuelano Gustavo Ott, um dos nomes mais importantes da dramaturgia contemporânea latino-americana. Extremamente atual  e importante nessa de época obscurantismo político, estético e social, vale muito conferir a interpretação do texto no espetáculo do grupo catarinense Experimentus Teatrais. Hoje à noite, no Sesc.

 

Andréa Rosa, Marcelo de Souza e Sandra Knoll em cena do espetáculo Dois amores e um bicho. Foto: divulgação

 

DOIS AMORES  E UM BICHO – VERSÃO Nº 02

SINOPSE:

Uma bomba explode em uma escola, um pai de família mata seu cachorro a pontapés por considerá-lo homossexual, misteriosas mortes de animais acontecem em um jardim zoológico. Em seu habitat, a família Estefano está às voltas com estes acontecimentos brutais do passado e do presente. Em um jogo perverso, eles encenam e reencenam incidentes que melhor seria se ficassem esquecidos.

O ESPETÁCULO:

Em “Dois Amores e um Bicho – Versão N° 02”, a Cia. Experimentus revisita o texto do venezuelano Gustavo Ott, que em 2009 chegava aos palcos sintetizando os estudos desenvolvidos pela companhia no projeto de formação “O Espaço em Aberto”, iniciado em meados de 2006. Depois 10 anos, a companhia se reencontra com o texto de Ott, buscando explorar novos sentidos para a obra frente aos acontecimentos dos dias atuais, tomando para si a liberdade de começar um novo trabalho a partir de um mesmo texto.

FICHA TÉCNICA:

Texto de Gustavo Ott

Tradução: Marialda Gonçalves Pereira
Elenco: Andréa Rosa, Marcelo F. de Souza e Sandra Knoll

Direção: Daniel Olivetto
Edição de Som e Vídeos: Marcelo F. de Souza

Cenário, Projeto Gráfico, Concepção de Som e Luz: Daniel Olivetto

Figurinos: Cia. Experimentus / Operação Técnica: Daniel Olivetto e Natália Pereira
Produção: Cia. Experimentus

Classificação Etária: 14 anos

Duração: 75minutos

 

Programe-se

Espetáculo Dois Amores e um Bicho - Versão n° 2

24/08 (sábado) 20h / Sesc Itajaí

 

 

 

 

 

 

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O Banquete de Ricardo

23/08/2019 06:00

Hoje às 19h, na Casa de Cultura Dide Brandão, seria apresentado o espetáculo O Banquete de Ricardo, pelo grupo Porto Cênico, com direção de André Carreira.

As atrizes Carol Carvalho, Valéria de Oliveira e Caroline Barth em cena do espetáculo O Banquete de Ricardo. Foto de Karoline Gonçalves

SINOPSE:

A montagem “O Banquete de Ricardo” está baseada na exploração da intensidade na cena. A atuação permite ao grupo Porto Cênico explorar uma cena que dialoga com o medo de um tempo corrupto e de ameaças, no qual todos sabem que as saídas são poucas e a esperança é escassa. O texto Ricardo III de William Shakespeare, escrito em 1592, foi o ponto de partida do trabalho, pois este clássico apresenta um quadro muito similar ao da cena política do nosso país: medo, traição, corrupção e uma luta cega pelo poder. Uma realidade que vemos se repetir todo o tempo.

FICHA TÉCNICA:

Elenco: Aline Barth, Caroline Carvalho e Valéria de Oliveira

Direção: André Carreira

Assistência de direção: Osmar Domingos

Figurinos: Valéria de Oliveira

Roteiro: André Carreira a partir de trabalhos com o grupo Porto Cênico

Produção e Comunicação: Karoline Gonçalves

Canção original: Aline Barth

Arte gráfica: Criadoria

 

Logo após o espetáculo, haverá Roda de Conversa com as atrizes, o diretor do espetáculo André Carreira e o diretor convidado Pepe Sedrez. O tema do encontro será Atuação e o papel social do teatro na atualidade

 

                       Programe-se:

23 de agosto

19 horas

Espetáculo “O Banquete de Ricardo”

Local: Casa da Cultura Dide Brandão (R. Hercílio Luz, 655 - Centro, Itajaí-SC)




20 horas

Roda de conversa: Atuação e o papel social do teatro na atualidade

Mestre da Roda: André Carreira, Pépe Sedrez e Porto Cênico

Local: Casa da Cultura Dide Brandão (R. Hercílio Luz, 655 - Centro, Itajaí-SC)

 

 

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Práticas pedagógicas formais e não formais em Teatro – Roda de Conversa na Dide Brandão

22/08/2019 06:00

Na sequência das  comemorações dos 15 anos do Grupo Porto Cênico, duas atividades gratuitas acontecem hoje em Itajaí, na Casa de Cultura Dide Brandão.

A primeira, é uma apresentação teatral dos alunos do Grupo Porto Cênico, às 19h, com o espetáculo O Defunto.

 

A segunda, às 20h, é um roda de conversa sobre Práticas formais e não formais em teatro. As mediadoras do evento serão as pesquisadoras e atrizes Valéria de Oliveira e Heloise Vidor.

A atriz e pesquisadora Heloise Baurich Vidor. Foto: Claudia Mussi

Heloise Baurich Vidor é atriz e professora de teatro formada pela Escola De Comunicações e Artes da USP (1994) e Sala Beckett de Barcelona / Espanha (1995). É mestre em Educação e Cultura pela UDESC (2002) e mestre em Teatro pela mesma Universidade (2008). Trabalhou com importantes diretores da cena contemporânea como Cacá Carvalho, Wolf Maya, Johanna Albuquerque, Marcelo Lazzaratto, André Carreira, Edélcio Mostaço.

 

A atriz Valéria de Oliveira em cena do espetáculo Apto 401. Foto: Diego Miranda.

Valéria de Oliveira é atriz/pesquisadora do Grupo Porto Cênico de Itajaí. Possui trabalho continuado em teatro há 27 anos. É Mestre, especialista e graduada em teatro. Professora da Univali há 15 anos. Tem diversos espetáculos montados ao longo de sua carreira. Ministra cursos e oficinas livres de teatro. Estudou com importantes grupos e diretores de teatro em âmbito nacional e internacional. Participou de muitos festivais de teatro, bem como coordenou eventos importantes de teatro para o estado de SC.

 

                          Programe-se

22 de agosto

19 horas
 Espetáculo “O Defunto” - Cais Get (Grupo de Estudos de alunos do Porto Cênico) e Arte nos Bairros
 Local: Casa da Cultura Dide Brandão (R. Hercílio Luz, 655 - Centro, Itajaí-SC)

20 horas
 Roda de conversa: Práticas pedagógicas formais e não formais em Teatro
 Mestre da Roda: Heloíse Baurich Vidor e Valéria de Oliveira
 Local: Casa da Cultura Dide Brandão (R. Hercílio Luz, 655 - Centro, Itajaí-SC)

 

 

 

 

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Grupo Porto Cênico comemora 15 anos

20/08/2019 13:55

Grupo teatral Porto Cênico comemora 15 anos com espetáculos gratuitos, roda de conversas e lançamento de revista

Com intensa atuação em Itajaí e na região, o grupo teatral Porto Cênico desenvolve entre os dias 20 e 24 de agosto várias ações comemorativas, como apresentações de espetáculos do repertório, rodas de conversa e lançamento de publicação destinada ao estudo das artes cênicas.

O público poderá ver  espetáculos teatrais de diferentes temáticas e destinados à diversas idades, como bebês, crianças, jovens e adultos.

As atrizes Carol Carvalho, Valéria de Oliveira e Aline Barth. Foto: Diego de Miranda

As rodas de conversas abordam  temas como “mulheres na arte”, “pedagogia do teatro”, “questões artísticas e fruitivas na infância” e “atuação e o papel do artista na atualidade”. Os convidados para as rodas são: Sabrina Moura (Blumenau), Zanza França (Blumenau), Mônica Longo (Itajaí), Marisa Zanoni (Bal. Camboriú), Heloíse Baurich Vidor (Florianópolis), Cássio Correia (Joinville) e Pépe Sedrez (Blumenau).

O projeto também cota com o lançamento da 5ª Edição da Revista Porto Cênico, com importantes textos para a reflexão e o desenvolvimento do fazer teatral. A revista, de circulação nacional sob o ISSN 2177 0115, traz nesta edição artigos de importantes pesquisadores da área, como: Sandra Vargas, Giuliana Simões, André Carreira e Flávio Desgranges.

O evento está sendo patrocinado pela Lei de Incentivo à Cultura 2019, da Fundação Cultural de Itajaí, por meio das empresas: APM Terminals, Grupo Promenac Camvel e Rogério Philippi.

PROGRAMAÇÃO:

Dia 20 de agosto – terça-feira

19 horas
Espetáculo “Apto 401”
 
20 horas
Roda de conversa: Mulheres fazedoras de teatro e os desafios da profissão. Mestres da Roda: Sabrina Moura (Cia Carona de Bumenau) – Zanza França (Detalhe Teatro de Blumenau) – Mônica Longo (Cia Mútua de Itajaí) e Porto Cênico (Itajaí).

Local: Casa da Cultura Dide Brandão (R. Hercílio Luz, 655 - Centro, Itajaí-SC)



Dia 21 de agosto – quarta-feira

09 horas
Espetáculo “Bolsa Amarela”
Local: Casa da Cultura Dide Brandão (R. Hercílio Luz, 655 - Centro, Itajaí-SC)
 
15 horas
Espetáculo: “Casa”
Ingressos: retirar na bilheteria do Teatro Municipal
Limite de público: 60 pessoas (30 bebês e 30 adultos)
Local: Teatro Municipal de Itajaí (R. Gregório Chaves, 110 - Fazenda, Itajaí-SC)

16h30
Roda de conversa: Infância: questões artísticas, sensíveis e fruitivas

Mestres da Roda: Cássio Correia (Essa Cia de Teatro de Joinville), Marisa Zanoni (Balneário Camboriú) e Adair Neitzel (Barra Velha).

Local: Teatro Municipal de Itajaí (R. Gregório Chaves, 110 - Fazenda, Itajaí-SC)



Dia 22 de agosto – quinta-feira

19 horas
Espetáculo “O Defunto” - Cais Get  (Grupo de Estudos de alunos do Porto Cênico) e Arte nos Bairros
Local: Casa da Cultura Dide Brandão (R. Hercílio Luz, 655 - Centro, Itajaí-SC)

20 horas
Roda de conversa: Práticas pedagógicas formais e não formais em Teatro

Mestre da Roda: Heloíse Baurich Vidor e Valéria de Oliveira

Local: Casa da Cultura Dide Brandão (R. Hercílio Luz, 655 - Centro, Itajaí-SC)
 


Dia 23 de agosto – Sexta-feira

19 horas
Espetáculo “O Banquete de Ricardo”

Local: Casa da Cultura Dide Brandão (R. Hercílio Luz, 655 - Centro, Itajaí-SC)


20 horas
Roda de conversa: Atuação e o papel social do teatro na atualidade

Mestre da Roda: André Carreira, Pépe Sedrez e Porto Cênico

Local: Casa da Cultura Dide Brandão (R. Hercílio Luz, 655 - Centro, Itajaí-SC)

 

Dia 24 de agosto – Sábado

17 horas
Roda de conversa: Nosso tempo, nossas memórias - Encontro 15 anos do Porto Cênico, parceiros artísticos e amigos

Lançamento da Revista Porto Cênico 5ª edição

Café: atividade comemorativa aos 15 anos de atividade do Grupo Porto

Local: Sardinhas Bar e Bistrô (Av. Min. Victor Konder, 84 - Centro, Itajaí)


Mais informações, no site do Grupo ou pelo telefone (47) 9 9914-7396

 

 

 

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Oficinas e apresentações culturais agitam o sábado em Itajaí

17/08/2019 06:00

O final de semana está repleto de atrações culturais em Itajaí, aproveitem.

 

Já pela manhã, às 10h, a Associação Esportiva de Capoeira de Itajaí se apresenta no calçadão da Rua Hercílio Luz, em frente à Casa da Cultura Dide Brandão.

No início da tarde, o musico e poeta popular Adiel Luna, uma dos mais importantes representantes dos ritmos tradicionais nordestinos, ministra a oficina  “COCO – Da Pisada ao Verso”, às 14h no Sesc Itajaí.

Na oficina “Coco – Da Pisada Ao Verso”, Adiel Luna convida o público a fazer uma imersão na geografia do coco, uma das manifestações mais tradicionais e presentes do Nordeste brasileiro, e nas suas  semelhanças e diferenças: coco de roda, coco pra são joão, coco mazurcado, coco de obrigação…
Apesar de ter como matriz o samba,  o coco possui estilos distintos, típicos das regiões distintas onde é brincado. Com o pandeiro no colo, ora trabalhando o contexto histórico e teórico, ora mostrando o contexto prático, Adiel passeia por essas variantes fazendo uma costura entre elas, levando ao público uma vivência bastante dinâmica e brincando com a pisada de terreiro, com a métrica da poesia popular e o verso de improviso.

 

Das 14h30 e às 16h e das 16h às 17h30, Sueli Leodoro, representante do Quilombo Morro do Boi, produzirá, junto aos participantes, as Abayomis – bonecas de amarração africanas.

As duas oficinas são abertas à comunidade.

 

Grupo Tarrafa Elétrica – Foto: Maria Litzenberg

Às 19h30, no MercadoPúblico, haverá  apresentação do  Baque Mulher Balneário, grupo feminino de Maracatu de baque virado, representando a arte feita por mulheres e sua resistência.

E a partir das 20h30 o Grupo Tarrafa Elétrica, forte representante da cultura peixeira e praieira de Itajaí, inicia seu show para fechar com chave de ouro as apresentações de sábado no Mercado Público.

Opções é que não faltam, aproveitem o sábado.

 

 

 

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Premiado poeta popular faz show gratuito hoje em Itajaí

16/08/2019 06:00

O premiado repentista, poeta e compositor Adiel Luna faz show gratuito hoje, às 21h30, no Mercado Público de Itajaí.

 

Adiel Luna. Foto: Pedro Jatobá
Considerado  um dos únicos representantes da renovação do coco de São João, com seu trabalho ganhou o 1° lugar no Festival Pré-Amp (2010) e o 1° lugar como Compositor Popular representando o Brasil no Ibermúsicas (2016).
Adiel protagonizou dois documentários: O Improviso e a Poesia Solta no Vento, que conta sua relação com seus principais mestres dentro dessa manifestação e seu trabalho em preservar o conhecimento deles; e A Matinada,  documentário sobre as variantes do coco de improviso  e o encontro com os mestres populares Zé de Teté, Galo preto, Bio Caboclo e Ciço Gomes, traçando um passeio pela geografia do coco pernambucano.

 

Conheça, no vídeo abaixo, um pouco do trabalho do compositor pernambucano:

Antes da apresentação de Adiel Luna, haverá show local com Bando Chico estrada – Coco de Roda, grupo de Itajaí/SC.

 

As apresentações fazem parte do  3º Cultura Popular – Formação e Partilha, festival que destaca a cultura popular brasileira, será realizado entre os dias 16 e 18 de agosto, em Itajaí.

 

Agende-se:

Local: Mercado Público de Itajaí

20h: Show local Bando Chico Estrada – Coco de Roda (Itajaí/SC)

21h30: Show nacional com Adiel Luna(Recife/PE)

 

 

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