11th hour Racing compra IMOCA pra correr a Ocean Race 2021-22

05/09/2019 18:11

11th Hour Racing confirma presença em mais uma edição da The Ocean Race

Os velejadores Charlie Enright e Mark Towill anunciaram nesta quarta-feira (4) o acordo com a empresa 11th Hour Racing para próxima regata de volta ao mundo, a The Ocean Race.

A equipe disputará, pela terceira vez consecutiva, o evento com o nome do patrocinador.

Em  2014-15, a dupla liderou o Team Alvimedica, e na última, (2017-18) foi a bordo do Vestas.

“Com o apoio da 11th Hour Racing já estamos começando a correr. Em duas campanhas anteriores, nunca tivemos o luxo de qualquer planejamento e preparação de longo prazo igual agora”.

”Desta vez teremos tempo de montar a equipe, planejar e nos prepararmos bem para a regata”, disse Charlie Enright.

Amory Ross/11th Hour Racing
Amory Ross/11th Hour Racing

Enright e Towill vão disputar entre outubro e novembro outra regata renomada no mundo da vela, a Transat Jacques Vabre.

A prova será entre a cidade de Le Havre, na França, e Salvador, na Bahia. Essa regata parou em Itajaí nos anos de 2013 e 2015.

A equipe vai utilizar o antigo Hugo Boss IMOCA 60, que foi reformado pelos velejadores. O ANTIGO dono era o inglês Alex Thomson.

Vale destacar que a empresa é uma das principais parceiras da The Ocean Race em sustentabilidade.

Inclusive, a 11th Hour conta com uma campanha chamada “O que está sob a superfície nos conecta”, que busca destacar a beleza que o mar proporciona e , com isso, tentar impactar os seres humanos quanto à importância da prevenção da fauna marinha.

“A oportunidade de desenvolver a liderança que Mark e Charlie demonstraram ao longo dos anos, e instituir uma nova campanha sustentável é uma ação extremamente importante”, declarou Rob MacMilan, co-fundador e presidente da 11th Hou Racing.

A próxima Ocean Race, antigamente chamada de Volvo Ocean Race, será entre 2021 e 2022, e o local de partida será a cidade de Alicante, na Espanha.

Ainda não foi definido a cidade brasileira que vai receber a parada da regata de volta ao mundo.

Concorrência para Itajaí anunciada na regata Ocean Race

03/04/2019 15:48

A prefeitura de São Sebastião (SP) está concorrendo oficialmente para ser uma das cidades-sede da regata de volta ao mundo, The Ocean Race (a antiga Volvo Ocean Race).

O município concorre com outras três cidades para receber os barcos vindos dos mares do sul.

Itajaí (SC), que tentará pela quarta vez sediar a prova, Salvador (BA) e Punta Del Este, no Uruguai.

A equipe da The Ocean Race fica baseada em Alicante, na Espanha,  vai até o litoral norte paulista no dia 11 de abril para a visita técnica.

”Com este tipo de evento, São Sebastião  chegaríamos em um patamar a mais, tornando-se referência no esporte da América do Sul; além de trazer ganhos para nossa economia em todos os quesitos em que a regata está incluída”, disse o prefeito Felipe Augusto.

Se aprovado, a regata passaria em abril de 2022 na cidade.

São Sebastião já sediou o evento em 1997-98, quando a regata era denominada Whitbread Round the World Race. A stopover foi em fevereiro de 1998

Os barcos vieram de Auckland, Nova Zelândia, e depois partiram para Fort Lauderdale, nos Estados Unidos.

Itajaí confirmou que a delegação espanhola chega à Santa Catarina em 15 de abril.

E OLHA O QUE ACHEI NA INTERNET!

 

 

Volvo Ocean Race disputa prêmio de tecnologia inovadora do ano

07/02/2019 14:35

E não é que as premiações que a Volvo Ocean Race vem recebendo pelo seu trabalho sustentável e tecnológico ainda não terminaram? 

Desta vez, a regata entrou para lista de possíveis candidatos ao título de prêmio inovação do esporte em 2018, organizado pelo Yahoo Sports Awards.

O evento será apenas no dia 2 de maio, em Londres, mas a lista já foi divulgada e conta com mais de 50 nomeações de destaques surpreendentes do ano.

Para termos uma noção da grandeza da premiação, outros nomes que estão na disputa pelo título com a Volvo Ocean Race são a NASCAR e MLB (Major League Baseball).

O Yahoo Sports levou em consideração alguns aspectos inovadores como a velocidade e número de informações transmitidas ao público, além de matérias mais elaboradas e formuladas.

Em 2018, a cobertura com a Volvo quebrou marcas.

Foram 194 horas ao vivo sobre informações do torneio e mais de 1,9 bilhão de pessoas interagindo nas redes sociais da competição.

Além disso, cada barco tinha seu repórter a bordo da navegação, o chamado OBR

Sendo assim, imagens surreais foram transmitidas e matérias escritas e enviadas em tempo recorde.

O diretor de tecnologia da Volvo, Samuel Piñeiro, destacou como é importante receber uma nomeação em um evento tão grande como é do Yahoo Sports.

“Tecnologia e inovação estão no coração da Volvo. Não apenas os velejadores, mas em todos que fazem acontecer. Entregamos novos rumos da vela, incluindo a primeira filmagem de drone no Oceano Antártico. Além disso, fizemos transmissões no Point Nemo, um dos lugares mais remotos do mundo”, disse o diretor.

Samuel ainda lembra que ‘realizar um campeonato desses sem a ajuda dos parceiros tecnológicos, incluindo Inmarsat e Cobham, não seria possível’.

A Volvo Ocean Race passou em Itajaí pela terceira vez consecutiva na última edição. O vencedor foi o chinês Dongfeng Race Team.

 

 

Campeões olímpicos analisam barcos IMOCA, modelo da próxima edição da Volvo Ocean Race

18/01/2019 18:42

Campeões olímpicos, Torben Grael e sua filha Martine Grael comentaram a respeito do barcos da classe IMOCA, os quais estarão presentes na próxima edição da regata de volta ao mundo, a Volvo Ocean Race.

A próxima temporada da Volvo Ocean Race  em 2021-22 será disputada com barcos da classe IMOCA, e também da VO65, usados nas últimas duas edições da regata de volta ao mundo. Nos próximos dias, a competição enviará o Aviso de Regata (principal documento para realizações de competições náuticas) e também abrirá o processo seletivo para as equipes e cidades-sede interessadas na próxima edição.

Após assembleia geral da IMOCA, ocorrida em Paris, na França, no fim do ano passado, representantes da classe e da Ocean Race, aprovaram as diretrizes da categoria para as regatas a partir de outubro de 2021. A regra será de design aberto e a IMOCA chega para equilibrar a segurança e o desempenho da tripulação.

Campeão da Volvo Ocean Race 2008-09 e dono de cinco medalhas olímpicas, sendo duas de ouros, o brasileiro Torben Grael está envolvido com a chegada do IMOCA à Volta ao Mundo. Segundo o velejador, o barco é mais avançado tecnologicamente:

”Será um barco bastante espetacular para regata. Já era utilizado há muitos anos. É um barco que está em constante desenvolvimento, uma tripulação um pouco menor, mas várias novidades tecnológicas em comparação com o barco da regata anterior”, comentou o velejador brasileiro.

A Volvo Ocean Race também confirmou a utilização dos VO65 na próxima temporada, porém os modelos serão comandados por tripulações mais novas.

”Os VOR65, da última edição, são barcos muito resistentes. Eles foram puxados ao limite e resistiram bem, então vão ser usados em uma segunda classe por velejadores jovens”, completou Torben Grael, que é bicampeão olímpico.

Filha de Torben Grael, a também campeã olímpica Martine Grael nunca velejou em um IMOCA. Classificada para os Jogos Olímpicos de Tóquio em 2020 na 49erFX ao lado de Kahena Kunze, a velejadora brasileira estreou na regata de volta ao mundo na temporada anterior a bordo do team AkzoNobel.

”Na última edição, os barcos já eram bem resistentes, puxavam ao limite. Dessa vez, a tripulação vai ser ainda menor e com os barcos mais rápidos, vai ser mais ao extremo mais ainda. O barco tem um apelo muito grande”, comentou Martine Grael.

Martine Grael e Kahena Kunze foram eleitas as melhores da vela de 2018 em votação para o Prêmio Brasil Olímpico, uma espécie de Oscar do esporte. Os resultados na 49erFX, incluindo a confirmação da vaga olímpica e a campanha de Martine na Volta ao Mundo contribuíram para a escolha da dupla!

Na cerimônia, ocorrida em dezembro do ano passado, no Rio de Janeiro (RJ), Torben Grael foi eleito para o Hall da Fama do esporte brasileiro. O velejador também integra o Sailing World of Fame da Federação Mundial de Vela.

Primeiras regras da regatona definidas

04/10/2018 11:21

Fala, pessoal! A  Volta ao Mundo divulgou seu primeiro aviso de regata e eu conto pra vcs um pouco desse documento.

A próxima edição da regata de volta ao mundo, prevista para começar em 2021, terá duas classes barcos segundo o primeiro aviso de regata divulgado pela organização. 
 
Usado na temporada 2017-18, o veleiro Volvo Ocean 65 segue no start list da competição de vela oceânica. 
 
A novidade da Volta ao Mundo é a entrada do IMOCA 60, usado em provas como Vendee Globe e Transat Jacques Vabre. É um veleiro de 60 pés, que usa fólios e é um dos mais requisitados pelos atletas na Europa
 
Após o lançamento do documento preliminar, os organizadores da regata continuarão a consultar as principais partes interessadas nas próximas semanas antes de abrir as inscrições.
 
A partir de 11 de dezembro de 2018, as equipes, sindicatos e velejadores podem anunciar suas campanhas na Volta ao Mundo.Volta ao mundo divulga aviso de regata
 
A regra provisória diz que as equipes usando os barcos IMOCA 60 competirão pelo título geral da regata, enquanto as tripulações que comandam o VO65 participam do Youth Challenge Trophy. 
A maioria dos 10 velejadores no barco precisará ter menos de 30 anos de idade, com um mínimo de três atletas com menos de 26 anos.
 
“Essas regras vão garantir oportunidades para os melhores atletas de vela participarem do nosso evento”, disse Richard Brisius, CEO da volta ao mundo.
”Ao mesmo tempo, estamos abrindo uma porta mais ampla para os velejadores competirem em um dos eventos mais importantes do nosso esporte mais cedo, através do troféu da juventude”
 
A sustentabilidade e a abertura para ainda mais mulheres na regata continuam!
Em 2017-18, a Volvo Ocean Race teve, pelo menos, duas atletas por barco. A brasileira Martine Grael fez história a bordo do team AkzoNobel.
“Historicamente, as inovações de design e desempenho têm sido um componente importante do sucesso nesta regata desde 1973”, disse o co-presidente Johan Salén.
“A classe IMOCA 60 está na vanguarda da tecnologia para monocascos offshore e os velejadores e designers estarão buscando todas as vantagens técnicas que encontrarem.”
 
Nas próximas semanas e meses, mais informações serão divulgadas, incluindo detalhes sobre a rota, a regra da classe IMOCA e novas iniciativas de sustentabilidade que se baseiam no programa premiado.

 

Saiba como o Dongfeng Race Team ganhou a Volvo Ocean Race mais apertada da história

24/06/2018 19:16
Leg 11 from Gothenburg to The Hague. Finish at The Hague. 24 June, 2018.

A Volvo Ocean Race 2017-18 só foi decidida nos últimos metros deste domingo (24). Com MAPFRE, Team Brunel e Dongfeng Race Team praticamente empatados antes da largada, o vencedor da 11ª etapa seria o campeão. E a regata foi muito parelha nas mais de 700 milhas.

E o chinês Dongfeng Race Team conquistou o título ao vencer a última regata, percurso de Gotemburgo (Suécia) e Haia (Holanda).

O time vermelho ganhou a 11ª etapa com o tempo de 3 dias, 3 horas e 22 minutos. O segundo lugar nesta perna ficou com o team AkzoNobel e o terceiro como o MAPFRE.

O barco comandando pelo francês Charles Caudrelier pegou um caminho diferente dos demais perto das zonas de exclusão. A estratégia deu certo e eles foram campeões.

“Não estávamos em uma posição tão boa, mas confiamos em nossa escolha e pressionamos”, disse Charles Caudrelier. “Os outros não nos seguiram, nós acreditamos e vencemos. Sempre confiamos uns nos outros. Ninguém pensou que íamos vencer esta última etapa, mas eu tive um bom pressentimento”.

A decisão, no entanto, não surtiu efeito no curto prazo. O barco caiu na tabela depois da nova rota, mas no domingo pela manhã, com menos de 100 milhas para o fim.

”Sabíamos que inicialmente ficaríamos para trás e que, se desse certo, seria apenas no final. O último relatório de posição do domingo nós estávamos a 27 milhas do final e eles tinham 20 milhas de vantagem. Parecia perdido, mas eu fiz um cálculo e vi que dava. Acordei todo mundo e aceleramos”, completou Charles Caudrelier.

O Brasil pode comemorar parte do título. A holandesa Carolijn Brouwer se considera brasileira por ter morado em Niterói (RJ) e Belo Horizonte (MG) por mais de uma década. Ela e a francesa Marie Riou são também as primeiras mulheres a vencer a Volvo Ocean Race.

Competição apertada

O resultado foi o mais apertado da história de 45 anos da regata de Volta ao Mundo. O vice-campeão MAPFRE e o terceiro colocado Team Brunel começaram a perna dividindo a liderança.

O barco Dongfeng Race Team somou ao todo 73 pontos, incluindo a bonificação extra por ter percorrido mais milhas em menos tempo no acumulado das 11 etapas. O MAPFRE fez 70 e o Team Brunel 69. O AkzoNobel, da brasileira Martine Grael, terminou o campeonato em quarto lugar. Na sequência ficaram Vestas 11th Hour Racing, Turn the Tide on Plastic e SHK | Scallywag.

O MAPFRE do campeão olímpico espanhol Xabi Fernández ficou em terceiro na perna 11, o que colocou a equipe em segundo lugar no geral. Mas a armada ibérica queria o ouro!

“Está sendo difícil pra gente”, admitiu Xabi Fernández. “Nós navegamos muito bem durante todo o campeonato e nesta perna também, então, naturalmente, estamos um pouco decepcionados. Ficamos muito, muito próximos desta vez, mas não foi o suficiente. Por isso, temos que dizer parabéns ao Dongfeng, que navegou um pouco melhor que nós”.

O comandante do Team Brunel, Bouwe Bekking, não conseguiu ser campeão depois de oito tentativas com um final em casa, na Holanda.

“Terceiro lugar, ainda no pódio, acho que podemos ter muito orgulho disso como um time”, disse Bouwe Bekking. ”Achamos que tínhamos feito a escolha certa (para ir mais longe da costa) e esperávamos uma mudança de vento. Chegou 90 minutos mais tarde. Temos que parabenizar Dongfeng e MAPFRE por seus resultados”.

A Volvo Ocean Race 2017-18 teve 11 etapas e uma passagem pelo Brasil. Itajaí (SC) recebeu os barcos vindos dos mares do sul em abril deste ano. A campeã olímpica Martine Grael esteve presente em todas as pernas a bordo do team AkzoNobel.

Dongfeng Race Team é o campeão da Volvo Ocean Race 2017-18

Leg 11, from Gothenburg to The Hague, arrivals. Dongfeng Race Team wins Leg 11 to take overall victory in Volvo Ocean Race 2017-18. 24 June, 2018.

A Volvo Ocean Race conheceu, neste domingo (24), o campeão da temporada 2017-18. O chinês Dongfeng Race Team conquistou o título ao vencer a última etapa da competição, percurso de 700 milhas entre Gotemburgo (Suécia) e Haia (Holanda).

O resultado foi o mais apertado da história de 45 anos da regata de Volta ao Mundo. O vice-campeão MAPFRE e o terceiro colocado Team Brunel começaram a perna dividindo a liderança na tabela. Os chineses tinham um ponto a menos.

O barco Dongfeng Race Team somou ao todo 73 pontos, incluindo a bonificação extra por ter percorrido mais milhas em menos tempo no acumulado das 11 etapas. O MAPFRE fez 70 e o Team Brunel 69. O AkzoNobel, da brasileira Martine Grael, terminou o campeonato em quarto lugar.

Mas foi nas milhas finais no mar holandês que o Dongfeng Race Team fez a diferença. A estratégia dos franceses Charles Caudrelier e Pascal Bidegorry deu certo na aproximação a Haia. A equipe conta também com a holandesa Carolijn Brouwer, que fala português e morou no Brasil por mais de uma década.

O Dongfeng Race Team ganhou a 11ª etapa com o tempo de 3 dias, 3 horas e 22 minutos. O segundo lugar nesta perna ficou com o team AkzoNobel e o terceiro como o MAPFRE.

Mais informações nas próximas horas.

Campeão da Volvo Ocean Race será definido neste domingo

23/06/2018 19:24
Leg 11, from Gothenburg to The Hague, day 03. Heli LIVE as the fleet blast south, eyes set on The Hague. 23 June, 2018.

A manhã deste domingo (24) definirá o campeão da Volvo Ocean Race 2017-18. A regata entre Gotemburgo (Suécia) e Haia (Holanda) é a última da temporada. O título está entre três equipes: MAPFRE, Dongfeng Race Team e Team Brunel. Quem chegar em primeiro é o campeão.

O MAPFRE lidera provisoriamente com o Dongfeng Race Team poucas milhas atrás. A diferença do primeiro ao sétimo não é maior do que 20 milhas.

A disputa é apontada como a mais apertada da história de 45 anos da Volta ao Mundo. Na última edição, por exemplo, o Abu Dhabi Ocean Racing chegou nas etapas finais com o título garantido.

Os barcos descem pela costa da Dinamarca neste sábado (23) e devem lidar com várias zonas de exclusão até a Alemanha. A aproximação a holandesa Haia deve ocorrer na madrugada de sábado.

Na ponta, o MAPFRE pode dar a um barco espanhol o primeiro campeonato da Volvo Ocean Race. O campeão olímpico Xabi Fernández está a cargo da façanha.

“Tivemos um começo ruim, mas depois voltamos muito bem e ficamos presos com Dongfeng o tempo todo. Eu posso ver o bigode de Charles (Caudrelier, comandante de Dongfeng)”, brincou Xabi Fernández.

Apenas dois atletas espanhóis foram campeões, mas com esquipes de outros países. O navegador Joan Vila estava no alemão Illbruck em 2001 e Chuny Bermudez de Castro com Abu Dhabi em 2014-15.

Com chances reais, o chinês Dongfeng Race Team espera definir tudo no sprint. “Eu acho que nós vamos dormir quando chegar a Haia. Nós só temos um pouco mais de um dia para completar e a Volvo Ocean Race. Temos que continuar fazendo de tudo”, contou Pascal Bidégorry.

O comandante Charles Caudrelier já foi campeão da regata, em 2011-12, com o Groupama 4.

Mais atrás, o Team Brunel ainda sonha, mas decisões equivocadas da equipe nos primeiros dias de prova podem ter tirado a chance de Bouwe Bekking, veterano de 8 regatas, ser vencedor.

Há também uma grande batalha na parte de trás da da tabela onde Turn the Tide on Plastic e SHK / Scallywag lutam até o fim pelo sexto lugar para evitar a lanterna.

A previsão de chegada em Haia aponta entre 9h e 13h de domingo

Todas as informações atualizadas minuto a minuto estão disponíveis em www.volvooceanrace.com.

Leg 11, from Gothenburg to The Hague, day 3 on board AkzoNobel. 23 June, 2018.

Classificação geral da Volvo Ocean Race após 10 etapas

1. MAPFRE – 65 pontos

2. Equipe Brunel – 65 pontos

3. Dongfeng Race Team – 64 pontos *

4. team AkzoNobel – 53 pontos

5. Vestas 11 horas de corrida – 38 pontos

6. SHK / Scallywag – 30 pontos

7. Turn the Tide on Plastic – 29 pontos

* Um ponto adicional por ter feito mais milhas em menos tempo durante toda a prova

** Se houver empate na classificação geral, a Série In-Port servirá como desempate. O MAPFRE foi o campão das regatas costeiras

Regata apertada entre Dongfeng Race Team e MAPFRE

22/06/2018 18:21
Leg 11, from Gothenburg to The Hague, day 02. LIVE coverage as the fleet round the Aarhus Fly-By mark. 22 June, 2018.

A regata final da Volvo Ocean Race 2017-18 tem uma disputa acirrada entre Dongfeng Race Team e MAPFRE. As duas equipes estão navegando próximas nesta sexta-feira (22) ainda nas águas da Escandinávia.

A perna 11 liga Gotemburgo (Suécia) a Haia (Holanda) e definirá o campeão da temporada. Uma bóia obrigatória em Aarhus (Dinamarca) teve de ser contornada pelas equipes.

MAPFRE, Team Brunel, que ficou pra trás, e Dongfeng Race Team têm chances de título. O vencedor da etapa leva 8 pontos contra 6 do segundo, por exemplo.

O resultado pode ser histórico para os neozelandeses Blair Tuke e Peter Burling, que estão a bordo de MAPFRE e Team Brunel, respectivamente. Os kiwis podem faturar a chamada tríplice coroa da vela, com os títulos dos Jogos Olímpicos, America’s Cup e Volvo Ocean Race.

“A flotilha se afastou um pouco e não conseguimos aproximar. Espero que a gente alcance os líderes novamente”, afirmou Peter Burling do Brunel.

O comandante Bouwe Bekking acrescentou: “Não navegamos bem durante a tarde e isso está pesando agora”.

O ETA (previsão de chegada) indica o domingo (24) pela manhã.

Todas as informações atualizadas minuto a minuto estão disponíveis em www.volvooceanrace.com

Leg 11, from Gothenburg to The Hague, day 02. LIVE coverage as the fleet round the Aarhus Fly-By mark. 22 June, 2018.

Classificação geral

1. MAPFRE – 65 pontos

2. Equipe Brunel – 65 pontos

3. Dongfeng Race Team – 64 pontos *

4. team AkzoNobel – 53 pontos

5. Vestas 11 horas de corrida – 38 pontos

6. SHK / Scallywag – 30 pontos

7. Turn the Tide on Plastic – 29 pontos

Etapa final da Volvo Ocean Race começa na Suécia

21/06/2018 19:15
Leg 11, from Gothenburg to The Hague, start day. 21 June, 2018.

A última etapa da Volvo Ocean Race 2017-18 teve início na manhã desta quinta-feira (21) em Gotemburgo (Suécia). A perna decidirá o campeão da temporada. O espanhol MAPFRE e o holandês Team Brunel estão empatados com 65 pontos. O chinês Dongfeng Race Team tem um a menos! A regata final terá mais de 700 milhas com contorno de bóia em Aarhus (Dinamarca).

O sprint de Gotemburgo para Haia teve o Dongfeng Race Team com melhor desempenho no início, mas a regata pelo Mar do Norte ainda está em aberto. Os times estão subindo para a Dinamarca antes de retomar o rumo para a Holanda.

“Estou animado e é o tipo de etapa que eu realmente gosto”, disse Charles Caudrelier do Dongfeng Race Team. ”Estamos prontos para a luta e sabemos que será uma grande disputa”.

A previsão indica que os barcos devem chegar em Haia até o domingo (24).

”É uma decisão incrível com três barcos disputando o título. Todos têm as mesmas chances! Cobrir um barco no mar já é difícil, imagina dois. Então vamos fazer a nossa regata”, disse o campeão olímpico Xabi Fernández, comandante do MAPFRE. A equipe espanhola tem vantagem do desempate por ter vencido o campeonato paralelo das regatas locais.

O Team Brunel de Bouwe Bekking é a equipe que vem com melhor desempenho nas últimas regatas. Venceu três das últimas quatro etapas. ”Acreditamos que podemos vencer. É a minha oitava volta ao mundo! Acredito que podemos vencer os dois barcos vermelhos”.

Leg 11, from Gothenburg to The Hague, day 01 on board MAPFRE. 21 June, 2018.

Há outra batalha por classificação! O SHK / Scallywag de David Witt tem um ponto de vantagem sobre o Turn on Tide on Plastic de Dee Caffari. A briga é pela sexta colocação.

”A perna será a mais rápida, gerindo as transições, tendo as velas certas, fazendo as escolhas certas”, disse Charles Caudrelier. “É um teste completo. Teremos todos os tipos diferentes de ângulos de vento”.

O caminho da 11ª etapa leva as embarcações para oeste, para fora das ilhotas que estão perto de Gotemburgo, antes de virar para o norte e seguir para uma bóia na costa da Noruega. Depois tem um mergulho para sul para rondar uma bóia perto da cidade dinamarquesa de Aarhus.

Numerosas opções táticas estão em jogo durante toda a etapa, com a previsão do tempo prometendo ventos fortes no começo e condições mais leves perto do final no domingo.

Classificação Geral das In-Port Series da Volvo Ocean Race, após a 10ª regata

1. MAPFRE – 65 pontos

2. Team Brunel – 65 pontos

3. Dongfeng Race Team- 64 pontos *

4. team AkzoNobel – 53 pontos

5. Vestas 11th Hour Racing – 38 pontos

6. SHK / Scallywag – 30 pontos

7. Turn the Tide on Plastic – 29 pontos

*Um ponto adicional será concedido à equipe com o melhor tempo na conclusão da prova em Haia. Atualmente, o Dongfeng ganharia este ponto.

** Se houver empate na classificação geral da prova no final das etapas, as In-Port Race Series serão usadas como desempate.

Legends

Também começa nesta quinta-feira (21) a regata The Legends.

Para comemorar a história da prova, 12 lendários barcos que participaram em sete das anteriores edições, reuniram-se para uma regata histórica. Eles partem de Gotemburgo até Haia.

A cobertura completa pode ser acompanhada aqui https://www.facebook.com/legendsrace2018/

Leg 11, from Gothenburg to The Hague, Day 1 on board Brunel. Bouwe bekking leaves Gothenburg. 21 June, 2018.