Mundial de Snipe Jr. 2019 será decidido no sábado

04/10/2019 17:12

O vento no litoral norte de São Paulo brincou de ‘esconde-esconde’ nesta sexta-feira (4) e obrigou a comissão de regatas a tentar pelo menos três procedimentos de largada na única prova do dia.

Mesmo assim foi disputada mais uma regata do calendário para atletas com até 22 anos. Após cancelar a primeira por causa dos ventos inconstantes e subir a tradicional bandeira Recon (adiamento) por duas vezes, os 15 barcos enfrentaram ventos fracos no Canal de São Sebastião.

Com ventos rondados de 5 a 7 nós, os baianos Rafael Rizzato e Gerald Wicks escolheram o lado esquerdo da raia enquanto os outros ficaram mais lentos até a primeira boia! A partir daí, os dois abriram vantagem e fecharam na liderança com ampla vantagem.

”O segredo foi manter a calma, pois a gente estava ansioso para ganhar a primeira no campeonato! Faltava essa vitória. Pegamos uma esquerdinha, acabamos acertando e abrimos em relação à flotilha”, disse o timoneiro Rafael Rizzato.

A vantagem dos baianos para os portugueses Mafalda Pires e Tomás Pires, que chegaram em segundo, foi superior a dois minutos.

Os brasileiros Pedro Pianna e Frederico Francavilla ficaram em terceiro.

”Ficamos felizes pela entrada do vento fraco. Vamos fazer o nosso melhor até o final do campeonato. Ainda dá pra ser campeão”, ressaltou o proeiro Gerald Wicks. A dupla assumiu o terceiro lugar na classificação geral, perdendo o segundo lugar para os irmãos portugueses Pires de Lima nos critérios de desempate.

A comissão até fez o procedimento de largada para a sétima regata do calendário, mas não havia condições esportivas na Ponta das Canas, que fica no leste da Ilhabela.

Campeonato será decidido no sábado
O provável título antecipado da dupla carioca Gustavo Abdulklesh e Leonardo Motta foi adiado para as regatas de sábado (5), último dia de competição em Ilhabela. Após a regata de sexta-feira, os líderes mantiveram a liderança no geral mesmo com o oitavo lugar.

A tabela de classificação já tem a entrada do descarte do pior resultado. E os cariocas somam 6 pontos perdidos contra 13 dos portugueses Mafalda Pires de Lima e Tomas Pires de Lima e dos brasileiros Rafael Rizzato e Gerald Wicks.

Participam do Mundial Júnior de Snipe 15 barcos de Argentina, Brasil, Japão, Portugal e Uruguai. As equipes permanecem para o Sênior, que começa na semana que vem.

O evento principal do Mundial de Snipe 2019 terá mais de 80 duplas de 12 países e sua cerimônia de abertura oficial será no sábado (5).

Troféus especiais no Mundial de Snipe. Bibi Juetz ganha homenagem

26/09/2019 23:30

Competição em Ilhabela (SP) premiará, além dos campeões, o melhor proeiro, dupla mista e vencedores da última regata.

O Mundial de Snipe 2019 será realizado em Ilhabela (SP), de 1º a 12 de outubro, e reunirá mais de 80 duplas de 12 países.

A principal competição da categoria será disputada na Escola de Vela Lars Grael e terá as versões sênior e junior em dias separados.

Os campeões gerais após as regatas finais de 12 de outubro serão premiados com o Isaack’s Trophy, honraria que homenageia o primeiro comodoro da classe Snipe.

A taça terá o nome dos vencedores gravados em sua base, assim como o ano e local das provas.

O título do último mundial, ocorrido em La Coruña, na Espanha, em 2017, são os porto-riquenhos Raul Rios e Mac Agnese.

Para o melhor proeiro da competição, a Snipe Class International Racing Association estabeleceu o O’Leary Trophy, que está nas mãos de Mac Agnese.

A dupla que vencer última regata disputada no Campeonato Mundial de Snipe ganhará o Eael Elms Perpetual Trophy e, a taça Bibi Juetz, será entregue para a tripulação mista melhor colocada no mundial.

Por fim, os campeões mundiais junior vão levar pra casa o Troféu Vieri Lasinio Di Castelvero nas provas de 2 a 5 de outubro. A dupla brasileira Tiago Brito e Antonio Rosa é a atual detentora do mundial na categoria júnior no Snipe.

”O Campeonato Mundial de Snipe é uma competição forte tecnicamente no Brasil e no mundo. Só nesta edição teremos seis campeões mundiais brasileiros na disputa, que representam oito títulos”, disse Paola Prada, secretária-nacional da classe Snipe.

A novidade para 2019 é a entrega do prêmio Bibi Juetz à melhor dupla mista da competição.

É uma homenagem da flotilha 159, baseada no Iate Clube do Rio de Janeiro, aos velejadores e à atleta brasileira, que há mais de 60 anos participa de eventos na Snipe e é uma das pioneiras da vela feminina nacional.

”A distribuição de todos esses prêmios é muito legal, pois a gente consegue manter a tradição e a memória da classe”, contou Ricardo Lobato ‘Blu’, consultor da SCIRA.

”A Bibi é uma pessoa muito querida na classe e sempre velejou em dupla mista. Como ela é pequenininha, nunca quis velejar com outra mulher. Ela ganhou o Mundial Master no geral em 1998 na Argentina em cima de tripulações masculinas mais jovens”.

A classe Snipe é organizada por países e flotilhas, perdendo em números de barcos ativos somente para a classe Optimist, de introdução à vela.

São mais de 250 monotipos ativos e 80 barcos correram o último brasileiro.

Brasil tem tradição no Snipe

O País sediou outras quatro vezes o Mundial de Snipe. A primeira vez foi em 1959, em Porto Alegre (RS), com o título ficando para o dinamarquês Paul Elvstrøma, lenda da vela internacional com quatro ouros olímpicos.

Em 1971, no Rio de Janeiro (RJ), o primeiro lugar ficou com os norte-americanos Earl Elms e Craig Martin. Em 1993, a capital gaúcha Porto Alegre sediou novamente o Mundial de Snipe e o ouro ficou para os argentinos Santiago Lange (campeão olímpico na Rio 2016) e Mariano Parada.

Em 2013, os brasileiros Bruno Bethlem e Dante Bianchi ficaram com o título na edição do Rio de Janeiro (RJ). foi a única vez que uma dupla nacional ganhou a competição em casa.

No entanto, o Brasil tem ao todo 13 duplas campeãs mundiais de Snipe. A última conquista foi em 2015, na edição de Talamone, na Itália. A dupla Mateus Tavares e Gustavo Carvalho subiu no lugar mais alto do pódio.

Vale destacar que o primeiro título mundial da vela nacional foi na Snipe. Em 1961, em Rye, nos Estados Unidos, os irmãos Axel e Eric Schmidt foram campeões.

Veja a lista de campeões

 

Sobre o barco

Classe: Snipe Class International Racing Association

Nº de tripulantes: 2

Designer: William Crosby

Material do casco: madeira ou fibra de vidro

Ano do primeiro projeto: 1931

Comprimento do casco: 4,7 m

Quantidade de vela: 2 (mestra e buja) Peso do barco: 173 kg

 

 

Brasil sediará pela quinta vez o Mundial de Snipe

24/08/2019 01:29

Ilhabela (SP) sediará o Mundial de Snipe 2019 de 1º a 12 de outubro.

A competição internacional reunirá mais de 80 duplas de 12 países na Escola de Vela Lars Grael.

Já estão confirmados velejadores de Argentina, Bélgica, Brasil, Cuba, Espanha, Estados Unidos, Itália, Japão, Noruega, Peru, Portugal e Uruguai.

A flotilha de Santa Catarina estará na competição.

O evento abre com as disputas do Mundial Junior e, entre os dias 8 e 12 de outubro, as regatas com os atletas do sênior.

O nosso catarinense da Volvo Ocean Race, André bochecha, já foi duas vezes campeão Jr.

”Ilhabela é a Capital Nacional da Vela e está acostumada a receber grandes eventos da modalidade. Hoje tem uma boa estrutura e mão de obra qualificada para trabalhar em eventos deste porte”, disse o medalhista olímpico Bruno Prada, organizador do Mundial de Snipe 2019.

A Capital da Vela

A ilha do litoral norte paulista recebe há 46 edições a Semana Internacional de Vela, principal evento da modalidade. Nesta temporada, também, a própria Escola de Vela Lars Grael sediou o Brasileiro de Optimist, evento com mais de 200 crianças na categoria de introdução.

”Na minha opinião, Ilhabela foi escolhida por ser referência de bons hotéis e restaurantes, além de ser um lugar maravilhoso para velejar. Organizar um campeonato mundial é sempre uma grande responsabilidade e que começa seis meses antes com a organização do evento e logística das equipes”.

Ilhabela foi definida como sede da competição pela Snipe Class International Racing Association após concorrência. O Mundial de Snipe é realizado de dois em dois anos.

”O Mundial representa muito para Ilhabela. É a classe mais tradicional da vela internacional no Brasil. Já realizou nos anos 70 alguns mundiais por aqui, como no Rio de Janeiro. Outro em Porto Alegre e recentemente teve mais um na cidade maravilhosa. Chegar em Ilhabela coroa o trabalho de um lugar que trabalhou por anos para ser a capital da vela brasileira”, contou Lars Grael, medalhista olímpico e campeão mundial de Snipe ao lado do irmão Torben em 1983.

Edição passada

A última edição do Mundial de Snipe foi disputada em 2017, em La Coruña, na Espanha. A dupla porto-riquenha Raul Rios e Mac Agnese foi a campeã. Dois barcos espanhóis completaram o pódio com Gustavo del Castillo Palo/Rafael del Castillo Palo, em segundo, e Rayco Tabares Alvarez/Gonzalo Morales Quintana, em terceiro.

Os gaúchos Alexandre Paradeda e Lucas Chilatz seriam medalhistas de prata, mas foram desclassificados na última prova após um protesto.

Brasil tem tradição no Snipe

O País sediou outras quatro vezes o Mundial de Snipe. A primeira vez foi em 1959, em Porto Alegre (RS), com o título ficando para o dinamarquês Paul Elvstrøma, lenda da vela internacional com quatro ouros olímpicos.

Em 1971, no Rio de Janeiro (RJ), o primeiro lugar ficou com os norte-americanos Earl Elms e Craig Martin. Em 1993, a capital gaúcha Porto Alegre sediou novamente o Mundial de Snipe e o ouro ficou para os argentinos Santiago Lange (campeão olímpico na Rio 2016) e Mariano Parada.

Em 2013, os brasileiros Bruno Bethlem e Dante Bianchi ficaram com o título na edição do Rio de Janeiro (RJ). foi a única vez que uma dupla nacional ganhou a competição em casa.

No entanto, o Brasil tem ao todo 13 duplas campeãs mundiais de Snipe. A última conquista foi em 2015, na edição de Talamone, na Itália. A dupla Mateus Tavares e Gustavo Carvalho subiu no lugar mais alto do pódio.

Vale destacar que o primeiro título mundial da vela nacional foi na Snipe. Em 1961, em Rye, nos Estados Unidos, os irmãos Axel e Eric Schmidt foram campeões.

Sobre o barco

Classe: Snipe Class International Racing Association

Nº de tripulantes: 2

Designer: William Crosby

Material do casco: madeira ou fibra de vidro

Ano do primeiro projeto: 1931

Comprimento do casco: 4,7 m

Quantidade de vela: 2 (mestra e buja) Peso do barco: 173 kg

 

Velejadores da ANI embarcam para REFENO levando a bandeira de Itajaí (SC)

24/05/2019 16:45

Dupla de velejadores da ANI parte no sábado rumo a São Francisco do Sul e tem como destino final correr a tradicional regata REFENO

A tripulação do veleiro Gosto D’Água II parte de Itajaí (SC) neste sábado (25) para correr a tradicional regata Recife Noronha, popularmente conhecida como REFENO.

A dupla Claudio Copello e Marcelo Bonilla vai fazer várias paradas em municípios de seis estados da federação antes da regata nordestina.

O destino final será Recife (PE), onde ocorre a largada da prova no Marco Zero em 12 de outubro.

A ideia é fazer o percurso em até três dias

”A Regata Refeno, de Recife a Fernando de Noronha, eu já fiz no veleiro Itajaí Sailing Team, que foi num veleiro Manos Champ, o tempo foi 33 horas, agora que estarei no meu veleiro vai depender na previsão de tempo, mas eu calculo que devemos chegar lá em 48 horas”, disse Cláudio Copello.

Claudio Copello e Marcelo Bonilla integraram a  ANI – Associação Náutica de Itajaí, um dos principais projetos de fomento à vela no País.

Na viagem subindo o Atlântico, eles têm o objetivo de difundir a cultura náutica da cidade catarinense por meio de palestras em outras cidades litorâneas brasileiras.

Itajaí (SC) ganhou projeção esportiva por sediar regatas como Transat Jacques Vabre e Volvo Ocean Race.

Os navegadores partem no fim de semana rumo a São Francisco do Sul, onde será a primeira parada.

A dupla receberá outros convidados nas cidades de parada nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Espírito Santo e Bahia, além de Santa Catarina.

“Itajaí está se consagrando como polo náutico do Brasil. A cidade tem projetos únicos que precisam ser disseminados para outras cidades e estados. E o objetivo do Projeto Brasil Velejador é isso, compartilhar o melhor do que temos aqui”, disse Cláudio Copello.

Em abril de 2019, Cláudio Coppelo organizou as regatas do VelaShow, feira inédita da modalidade realizada em Itajaí.

O evento contou com provas de oceano e das classes Optimist e Ibis Rubra.

Projeto

O projeto apresentará duas palestras gratuitas aos fãs da vela.

 Claudio Copello ministra “Navegando Pela Cidadania” e explica os projetos sociais desenvolvidos na ANI – Associação Náutica de Itajaí, onde Claudio foi presidente por 6 anos.

Em “Navegar é Fácil”, Marcelo fala sobre teorias de vela para iniciantes e curiosos.

A palestra estreou no evento VelaShow!

O velejador ainda conta com um canal no Youtube onde compartilha experiências náuticas para mais de 10 mil seguidores.

Além das palestras, a dupla oferece vagas a venda para as travessias da rota.

A proposta é voltada para pessoas que tem curiosidade e querem viver a experiência a bordo.

Durante o período, o tripulante passará por uma imersão em conhecimento náutico prático.

Interessados em saber mais informações podem entrar em contato no número (47) 99146-2020 e (48) 99804-8782.

PalmaVela reúne equipes de 23 países na Espanha

07/05/2019 13:01

Nesta quinta-feira (9) começa nas águas de Palma de Maiorca, a primeira grande prova da temporada de regatas do Mediterrâneo em 2019.

A 16ª edição da PalmaVela terá 124 equipes de 23 países para correr em umas das 14 classes.

O Brasil não mandou representantes, mas a América do Sul tem barcos da Argentina e do Chile. Saiba todos os barcos inscritos.

Os barcos mais rápidos da vela oceânica serão divididos em categorias como ORC e IRC, ambas com presença em provas brasileiras como a Semana Internacional de Vela de Ilhabela.

A novidade deste ano vem da classe Viper, categoria de cruzeiro exclusiva para mulheres.

Os TP52 estão na disputa também na chamada BoxRule.

As regatas somam pontos para o Mediterranean Vela Circuit.

Os clubes náuticos de Barcelona e Valência se uniram ao de Palma de Maiorca e criaram o evento.

Além do PalmaVela (8 a 12 de maio), as provas do circuito serão  Caixabank Conde de Godó Sailing Trophy (23-26 de ,aio) e o Troféu SM La Reina (5 a 7 de julho).

Restrito à participação de cruzeiros de ORC, o Circuito de Vela do Mediterrâneo terá uma classificação para cada classe, na qual será adicionada a pontuação correspondente à posição que cada barco obteve na classificação geral final de cada prova, sem qualquer descarte.

Todos os barcos participantes em qualquer uma das três competições que compõem o torneio farão o mesmo, mas apenas os barcos que participaram em pelo menos duas das três regatas serão elegíveis para o título de vencedor do Circuito de Vela do Mediterrâneo.

A 16ª PalmaVela é organizada pelo Real Club Náutico de Palma, com a aprovação da Real Espanhola Sailing Federation, patrocinado pela Sail Racing, patrocínio institucional do Governo de les Illes Balears Conselho e Palma City, e a colaboração da Federação Balear de Vela, Club Náutic SArenal e da Autoridade Portuária das Ilhas Baleares.

 


Campeões da Volvo Ocean Race assumem trimarã gigante francês

30/04/2019 16:41

Franck Cammas e Charles Caudrelier serão os comandantes do Maxi Edmond de Rothschild

O trimarã Maxi Edmond de Rothschild terá uma dupla de campeões para timonear o multicasco após a saída do francês  Sébastien Josse.

Os também franceses Franck Cammas e Charles Caudrelier foram escolhidos para desenvolver o projeto de regata com o time, também conhecido por Gitana. 

Os dois foram campeões da Volvo Ocean Race nas temporadas de 2011/12 e 2017/18, com Groupama e Dongfeng Race Team.

Charles, por exemplo, já comandou uma versão menor do maxi trimarã em 2013 com Seb Josse, antigo representante do Gitana.

A dupla venceu a Transat Jacques Vabre de 2013, chegando em Itajaí (SC).

Classe Ultim 32/23

Franck Cammas e Charles Caudrelier vão correr os eventos destinados a Ultim, categoria dos catamarãs voadores.

Além disso, a campanha também fomentará a formação de novos velejadores locais.

GITANA, Annonce skippers Edmond de Rothschild. 25 April, 2019.

“O Maxi Edmond de Rothschild é o melhor que existe para esse tamanho de barco. É um barco excepcional, projetado por um arquiteto diferente do resto da flotilha. O conceito básico é muito sólido e algo que não é partilhado pelos outros concorrentes e isso, obviamente, é uma vantagem”, disse Franck Cammas.

Charles Caudrelier também alou a respeito do Maxi Edmond de Rothschild.

”É um barco altamente inovador, que está à frente de seu tempo em relação aos maxi-trimarans da mesma geração. Estamos atingindo velocidades que ninguém poderia imaginar na navegação offshore”.

O Maxi Edmond de Rothschild – batizado de Gitana 17 é o último da série de barcos da família.

É um trimarã de 32 metros de comprimento por 23 de largura projetado pelo arquiteto Guillaume Verdier.

 

 

 

 

The Ocean Race ganha prêmio internacional da indústria do esporte

28/04/2019 18:10

A Ocean Race, antiga Volvo Ocean Race, ganhou dois prêmios da indústria esportiva, o chamado BT Sport Industry Awards

A regata levou o prêmio Cutting Edge Sport e o de Desenvolvimento Social e Sustentável.

A campanha de sustentabilidade da edição de 2017-18 da The Ocean Race, com foco na redução da quantidade de plástico que entra nos nossos oceanos, foi coroada

O Prêmio de Desenvolvimento Social e Sustentável foi apresentado pelo ex-primeiro ministro britânico Tony Blair e pela velejadora Dee Caffari em uma cerimônia ocorrida em Londres na quinta-feira passada

”Nós usamos nossa influência e plataforma para inspirar milhões de pessoas em um evento esportivo global de nove meses e estamos honrados por ter sido reconhecido pelo impacto desta campanha inovadora”, disse Richard Brisius, co-presidente da The Ocean Race.

”Ao envolver políticos e líderes empresariais para implementar mudanças nas políticas e práticas para enfrentar a crise do plástico oceânico, buscamos compromissos claros e de longo prazo para um mar mais limpo e saudável e estamos orgulhosos de ter deixado um legado duradouro”.

“A sustentabilidade está integrada no DNA da The Ocean Race e prometemos usar o momento que construímos como um catalisador para continuar nossa missão de restaurar a saúde oceânica”.

A Ocean Race anunciou recentemente que a 11th Hour Racing, parceira fundadora do programa de sustentabilidade, retornaria para a próxima edição da regata como parceira.

© Getty Images para o Grupo da Indústria do Esporte

A Bluewater também confirmou que retornará como fornecedora oficial de água potável, em uma tentativa de reduzir a dependência global de plásticos de uso único, baseando-se no trabalho já iniciado.

 

Os juízes do prêmio da Cutting Edge Sport disseram que “admiraram o uso avançado da tecnologia para melhorar a cobertura da navegação pela mídia, tornando-a um esporte mais imersivo e acessível”.

A Ocean Race inscreveu a primeira cobertura social ao vivo e a narração de histórias “RAW” da regata – destacando os primeiros sucessos, como cenas de drone ao vivo no Oceano Antártico.

A próxima edição da Ocean Race está programada para começar no segundo semestre de 2021 em Alicante, na Espanha.

Itajaí confirmada como sede do VelaShow 2020

25/04/2019 12:47

Os organizadores do VelaShow confirmaram a realização da feira exclusiva dedicada à modalidade em 2020 em Itajaí (SC), município que recebeu por três vezes a Volvo Ocean Race e por duas vezes a Transat Jacques Vabre.

O evento, que incluiu regatas, workshops, palestras e expositores do setor, fez sua primeira edição na cidade entre os dias 19 a 21 de abril.

Para o ano que vem, o objetivo é a realização de mais provas para as classes de oceano e monotipos, incluindo as classes Laser, Hobie Cat 14 e 16, Optimist, Shellback e Ibis Rubra.

Além disso, o VelaShow vai consultar as flotilhas do Centro-Sul e Sudeste para a uma regata de oceano inédita entre Ilhabela (SP) até Itajaí (SC).

”O objetivo é atrair os barcos do litoral de São Paulo e promover uma regata forte tecnicamente junto aos barcos do Sul. As provas em Ilhabela, como o Circuito de Vela Oceânica e a Semana Internacional de Vela de Ilhabela reúnem grandes equipes e tripulações de alto nível”, disse Edilberto Almeida, diretor comercial do VelaShow. ”Vamos convidar também equipes do Rio de Janeiro, Espírito Santo e do Nordeste”.

O VelaShow promoveu o Velejaço, trazendo diversos barcos de São Francisco do Sul e Florianópolis, ambos de Santa Catarina. A Marina Itajaí, anexa ao local da feira, ficou com 100% de suas vagas ocupadas, ou seja, as 200!

Em 2019, o VelaShow teve mais de 60 barcos competindo em dois dias de prova. Na sexta-feira (19), o evento promoveu, no Saco da Fazenda, provas de Optimist (classe de introdução à vela) e de Shellback | Ibis Rubra (barcos de madeira construídos na cidade).

No sábado (20), teve a regata VelaShow, com 40 barcos de oceano na disputa. Veleiros de 19 a 42 pés participaram da regata marcada pelo vento fraco. O vencedor foi o Mandinga A equipe de Marcos Andrade ainda foi a Fita-Azul (primeiro barco a chegar sem contar o rating) e ganhou na categoria de 19 a 23 pés.

”O VelaShow está sacramentado no calendário de Itajaí! Tanto na parte da exposição quanto no esporte. Já está definido pela Federação Náutica Catarinense a regata para o mês de abril, seja Páscoa ou não”, contou Marcelo Gusmão, atleta olímpico e presidente da Federação Náutica Catarinense.

”Nosso foco será nas classes de cruzeiro e oceano, sem contar as categorias de monotipos, que correm no Saco da Fazenda e Cabeçudas”.

O Mandinga fez o percurso em 1h38. Em segundo lugar na Regata VelaShow ficou o Nest (1h53)e em terceiro o Alebrijo (1h57).

As regatas tiveram supervisão da Federação Náutica Catarinense, da ANI – Associação Náutica de Itajaí e da CBVela – ConfederaÇão Brasileira de Vela.

”Vamos nos reunir e ver o que podemos fazer para melhorar o evento no ano que vem! A expectativa é grande, pois sabemos que tem muita coisa para impulsionar a vela no País. Estamos entrando num novo momento”, disse Paulo Cardoso, organizador do VelaShow.

Fotos: Marlon Delai

 

Regata histórica em Itajaí reúne 30 barcos

21/04/2019 21:07

A primeira edição da Regata VelaShow foi disputada neste sábado (20) em Itajaí (SC).  A prova fez parte do calendário de atividades da inédita feira voltada para veleiros no Brasil e teve 31 barcos de oceano na disputa.

Veleiros de 19 a 42 pés participaram da regata marcada pelo vento fraco.

A comissão esperou mais de 90 minutos para dar a largada na Praia de Cabeçudas.

O percurso teve ao todo 4.5 milhas, passando pelas praias Brava e Laranjeiras (Balneário Camboriú). Apenas no final da prova que as rajadas passaram de 10 nós.

Fotos: Marlon Delai

”O maior desafio da regata foi o vento fraco. Isso para todos, velejadores e comissão de regatas. Os barcos estavam boiando no início e a gente teve que prever quando as rajadas entrariam. Depois, com vento, tudo ficou animado e muito competitivo!”, explicou Rodrigo Kelm, gerente de regata.

O vencedor foi o Mandinga teve o melhor desempenho e conquistou o título geral da primeira edição da Regata VelaShow. A equipe de Marcos Andrade ainda foi a Fita-Azul (primeiro barco a chegar sem contar o rating) e venceu na categoria de 19 a 23 pés.

”Deu um vento fraquinho na regata, mas conseguimos regular o barco e chegar lá. Ganhamos pois treinamentos muito, Deus abençoou e estamos aí”, contou Marcos Andrade, comandante do Mandinga, um Skipper 21. ”O VelaShow é o início de uma coisa grande que está por vir e mudar o cenário nacional da vela. Foi um grande evento para a cidade”.

O Mandinga fez o percurso em 1h38. Em segundo lugar na Regata VelaShow ficou o Nest (1h53)e em terceiro o Alebrijo (1h57).

Vencedores por classe

Categoria 19 a 23 pés 
1º Mandinga – 1 ponto
2º Veneza – 20 pontos
3º Kussy -25 pontos

Categoria 24 a 30 pés 
1º Tarooa – 13 pontos
2º Spray – 14 pontos
3º Tron -15 pontos

Categoria 21 a 36 pés 
1º Alebrijo – 3 pontos
2º Blade Runner – 5 pontos
3º Batuta -6 pontos

Categoria acima de 37 pés 
1º Nest – 2 pontos
2º Beleza Pura –4 pontos
3º Habeas Corpus- 8 pontos

Geral 
1º Mandinga – 1h38min
2º Nest -1h53min
3º Alebrijo – 1h57min21

Regatas da sexta-feira 

Na sexta-feira (19), o Saco da Fazenda reuniu barcos de Optimist, Shellback e Ibis Rubra para regatas de confraternização.

Mais de 30 velejadores participaram do evento. A ANI – Associação Náutica de Itajaí organizou as regatas.

O vento demorou a entrar no início da tarde e, depois que a bandeira de recon (adiamento) baixou, as classes tiveram três regatas cada com percurso em forma de quadrado.

A intensidade dos ventos foi de 6 a 8 nós na direção nordeste. A tarde de sexta-feira foi de muito sol e termômetros perto dos 30 graus em Itajaí.

Mais de 60 barcos de Shellback e Ibis Rubra foram construídos na cidade em mais de uma década.

O VelaShow recepcionou também em Itajaí o Velejaço, flotilha de veleiros com saída de Florianópolis e São Francisco do Sul, ambas em Santa Catarina.

O VelaShow reuniu além das regatas, workshops, exposição de barcos, produtos e serviços náuticos.

Mais de 40 expositores estava presentes, incluindo fabricante de velas de regata, estaleiros e empresas do segmento de turismo.

Para saber mais sobre o evento, acesse o site: www.velashow.com.

 

 

Velejador Beto Pandiani abre palestras do Velashow

19/04/2019 11:53

O velejador Beto Pandiani abriu, nesta sexta-feira (19), o ciclo de palestras do VelaShow, feira exclusiva para a modalidade.

O evento ocorre em Itajaí (SC), cidade que abrigou as últimas três edições da Volvo Ocean Race.

O navegador contou os detalhes de suas sete viagens pelo mundo, como as travessias do Pacífico e do Atlântico a bordo de catamarãs.

As outras expedições foram Rota Austral, Travessia do Drake, Entre Trópicos, Atlantic 1.000 e Rota Boreal. Saiba mais aqui https://www.robertodiaspandiani.com.br/

O paulista contou os maiores perrengues passados a bordo e histórias sobre o mar, como quebras, recepções e alimentação no barco.

O planejamento, segundo o velejador, foi sempre a principal parte das viagens, que passaram por Groenlândia, Cidade do Cabo, Ushuaia, Ilha de Páscoa e muitas outras.

”Quem abre mão do planejamento está muito afim de expor ao risco desnecessário. No caso da nossa viagem tem o risco de não voltar pra casa”, disse Beto Pandiani. ”O planejamento otimiza sua vida!”.

Sobre o VelaShow, Beto Pandiani acredita que o evento exclusivo para veleiros veio para ficar.

”É aquela máxima do biscoito tostines…se você não der o primeiro passo, não vai. O Edilberto percebeu que tem um mercado para a vida no mar”, explicou Beto Pandiani.

Beto Pandiani já projeta a próxima travessia.

Em 2021, o navegador fará a Passagem Noroeste, entre o Norte do Canadá e o Alasca.

A equipe vai fazer a regata no sentido Pacífico para Atlântico, saindo do Alasca e indo para Groenlândia.

Entre as atrações estão 40 expositores, além de três regatas, workshops, exposição de barcos, produtos, serviços e palestras. Entre as palestras, no primeiro dia, Beto Pandiani

Mais palestras do VelaShow

19/04 – Adriano Plotzki e Aline Sena #SAL – ”O que descobrimos com a simplicidade e o mar”
20/04 – Vilfredo Schurmann –  ”Construção do Veleiro Kat”
21/04 – Adriano Plotzki e Aline Sena #SAL – ”O que descobrimos com a simplicidade e o mar”
21/04 – Beto Toledo e Thais Cañadó – Sailing Around the World – ”Há mares que vem para o bem”

O VelaShow

A feira traz em sua programação regatas, palestras, workshops, exposição de barcos, produtos e serviços, a possibilidade de se hospedar em um veleiro e muito mais.

Na programação estão três regatas: a Optimist, Ibis Rubra (ambas no dia 19 de abril) e a VelaShow (20 de abril).

A exposição ocorre das 12h às 21h, nos três dias de evento.

Mais informações em http://www.velashow.com”>www.velashow.com</a>