Felipe Massa e Marcio Santos andam de kart elétrico em ação da Formula E

31/10/2019 10:47

O tetracampeão Marcio Santos foi convidado de honra de Felipe Massa e da ABB Formula E para uma ação de promoção da categoria dos carros elétricos.

O ex-jogador, que mora em Balneário Camboriú (SC), foi a São Paulo andar de kart elétrico com o piloto.

Marcio deu a camisa 15 da seleção brasileira para Felipe Massa, a mesma usada na Copa de 1994, quando foi campeão e eleito melhor zagueiro.

O piloto também ganhou a camisa 19 do São Paulo, clube de seu coração.

Felipe Massa, que corre pela Venturi, está confirmado na sua segunda temporada da F-E e disputará o título contra outros 23 pilotos.

”Foi muito legal participar desse evento e andar num kart elétrico. A F-E é a categoria do futuro e está muito bem divulgada no Brasil. vamos torcer pelos brasileiros, principalmente pelo Massa”, disse Marcio Santos.

A temporada 2019-20 começa em 22 de novembro, na pista de rua de Diriyah, na Arábia Saudita.

A transmissão será do Fox Sports 2.

Outro brasileiro na Formula E é Lucas di Grassi, da Audi.

Foto: Aline Bassi
Marcio Santos e Felipe Massa. Foto: Aline Bassi | Balaio

 

 

Saiba como foi o primeiro dia da regata Transat Jacques Vabre 2019

28/10/2019 16:50

As primeiras 24 horas da regata Transat Jacques Vabre Normandie Le Havre mostraram que a travessia promete ser novamente complicada para os velejadores.

As condições de navegação no Canal da Mancha após a largada deste domingo (27) ocasionaram algumas avarias em vários dos 59 barcos que disputam a prova entre a França e o Brasil.

A regata conta com atletas de 11 países e tem um percurso de 4.350 milhas náuticas ou 8 mil quilômetros entre Le Havre, na França, e Salvador, na Bahia.

Pelo menos cinco veleiros relataram problemas técnicos graves nas embarcações e o pior deles foi o Class40 Lamotte – Module Création, que liderava a disputa na sua categoria. A dupla comunicou, na madrugada desta segunda-feira (28), que a embarcação teve o mastro quebrado na passagem pelo Canal da Mancha.

“Foi por volta das 7h da manhã, antes do nascer do sol, que aconteceu. Algo incompreensível mesmo, pois as condições não eram dantescas. Recuperamos tudo, não deixamos nada no mar, o topo do mastro se foi e depois se partiu pela metade. Estamos a caminho de Roscoff. Estamos realmente decepcionados com todos, especialmente porque estávamos na liderança naquele momento”

Apesar do grave problema, o inglês Luke Berry e o francês Tanguy Le Turquais estão seguros a bordo.

Os japoneses do barco Kiho também sofreram com o vento contra nas primeiras horas de regata! Os asiáticos informaram que a vela balão foi totalmente danificada enquanto navegavam com 30 nós de vento.

”Tentamos empurrar o barco ao máximo, mas a vela balão explodiu após uma grande onda… Impossível corrigir”, disse Hiroshi Kitada, que faz dupla com Takeshi Hara. ”Receio que sem a vela não possamos realmente competir de igual para igual. Primeiro descansaremos um pouco e depois refletiremos sobre o resto”, explicou Luke Berry.

Saiba mais em https://onboardsports.net/primeiras-24-horas-da-transat-jacques-vabre-2019-provocam-quebras-e-pit-stops/

Outros veleiros como os IMOCAs VandB Mayenne e Advens for Cybersecurity chegaram a fazer uma parada ainda na França, com avarias no outrigger e piloto automático, respectivamente.

Os barcos mais rápidos já estão no Golfo de Biscaya, parte do mar entre a França e a Espanha. Na Multi50, o líder, segundo os dados oficiais da prova, é o Solidaires en Peloton ARSEP. Entre os IMOCAs, disputa mais esperada da Transat Jacques Vabre 2019, o Charal é o primeiro colocado. Ao todo são 29 veleiros na regata desta categoria.

Já entre os Class40, o Leyton é o primeiro de acordo com a atualização da tarde desta segunda-feira.

Dificuldades previstas

Tradicionalmente, a Transat Jacques Vabre Normandie Le Havre sempre apresenta os principais problemas nos primeiros cinco dias de regata, justamente na passagem pelo trecho.

Especialistas explicam que as zonas de alta pressão ocasionadas pela aproximação do inverno no hemisfério norte causam esse fator de preocupação para as equipes.

Na prática, o vento nessa época sopra contra os barcos no meio do percurso, obrigando os velejadores a andar mais para danificar menor o equipamento.

“Está tudo bem, estamos no Golfo de Biscaia em condições muito fortes, com o mar de 20 a 25 nós de vento! Essas são condições que já experimentamos em treinamento”, contou Christopher Pratt – Charal (IMOCA).

”Nessa noite, tivemos muitas manobras e passamos um tempo no convés. Normalmente, iremos sair da área de frente fria para uma área com menos vento”.

Os barcos devem começar a chegar em Salvador (BA) a partir da segunda semana de novembro. A Vila da Regata soteropolitana abre as portas no dia 6 de novembro, no Terminal Turístico da Bahia.

Tudo pronto para a Transat Jacques Vabre Normandie Le Havre

26/10/2019 04:00

A largada da 14ª edição da regata Transat Jacques Vabre Normandie Le Havre será neste domingo (27), a partir de 8h (Horário de Brasília) com 59 barcos internacionais.

Os veleiros partem de Le Havre, na França, com destino a Salvador, na Bahia, em um percurso de 4.350 milhas náuticas ou 8 mil quilômetros pelo Atlântico.

O Brasil receberá pela oitava vez o evento, considerado o maior desafio de vela oceânica em duplas do mundo.

A Baía de Todos-os-Santos sediou as chegadas nos anos de 2001, 2003, 2005, 2007 e 2017. A catarinense Itajaí realizou a Transat Jacques Vabre nos anos de 2013 e 2015.

A edição 2019 bateu recorde de participantes com 59 barcos na linha de largada com 11 países: Alemanha, Estados Unidos, Finlândia, França, Holanda, Irlanda, Itália , Japão, Reino Unido, Suíça e Turquia.

”O número de barcos é impressionate e esperamos uma regata forte tecnicamente”, explicou Gildas Gautier, diretor da competição.

A previsão de chegada dos primeiros barcos no Terminal Turístico Náutico da Bahia, que fica atrás do Mercado Modelo e Elevador Lacerda, está em 9 de novembro.

A Vila da Regata de Salvador (BA), com atrações gratuitas, será aberta ao público em 6 de novembro.

Em Le Havre, na França, sede oficial da regata, os fãs da vela oceânica lotam os píeres da Bacia de Paul Vatine para ver os veleiros e os expositores. Mais de 500 mil pessoas são esperadas no local em dez dias de evento.

As equipes também montam suas bases, numa espécie de paddock de regata. Os barcos na disputam são os mais modernos na vela oceânica, incluindo 29 IMOCAs, 27 Class40 e três Multi50.

Os melhores velejadores do mundo participam da competição, como os franceses Paul Milhat, Vicent Riou e Jeremie Beyou, o alemão Boris Herman, os britânicos Pip Hare, Sam Davies e Alex Thomson e o norte-americano Charlie Enright.

”Eu velejei para o Brasil outras duas vezes com a Ocean Race, mas em outra direção. A última vez não foi do jeito que gostaria com uma parada na Ilhas Falkland. Mas da primeira vez chegamos no pódio em Itajaí. Espero agora ser novamente bem recebido no País”, contou o norte-americano Charlie Enright.

Os primeiros dias de regata devem ser duros para os velejadores no Canal da Mancha, trecho entre a França e a Inglaterra.

O alto tráfego de embarcações e uma entrada de uma frente fria devem complicar a vida das duplas.

Há a previsão de ventos contrários e de forte intensidade até a chegada ao Atlântico.

”A regata é uma das mais longas e uma das únicas, como Vendée Globe, que desce para a linha do Equador. As condições não são fáceis, com ventos fortes e contrários no começo e calmaria na metade. A tendência é que eles demorem mais do que o previsto pra chegar”, ressaltou a francesa Sylvie Viant, diretora de prova.

”Além disso, os velejadores gostam de ir para o Brasil porque as condições são diferentes e quando eles chegam são bem recebidos em um país tropical. Os brasileiros são muito simpáticos e acolhedores”.

O Brasil não terá representantes após duas temporadas consecutivas com velejadores na Class40.

Em 2015, o campeão olímpico Eduardo Penido velejou a bordo do Zetra ao lado de Renato Araújo.

Em 2017, foi a vez do angolano radicado em São Paulo (SP) José Guilherme Caldas navegar ao lado do baiano Leonardo Chicourel rumo à Bahia no Mussulo 40 Team Angola Cables.

”Foi uma experiência inesquecível e espero poder participar outras vezes da regata. Chegar em casa depois de quase um mês de navegação foi uma das maiores emoções da minha carreira”, disse Leonardo Chicourel.

 

Regata francesa confirma 60 barcos rumo ao Brasil

21/10/2019 05:26

Com a chegada do barco suíço Bank of Léman a bacia de Paul Vatine, em Le Havre (França), a flotilha está pronta para a largada da prova em 27 de outubro.

A dupla Simon Koster e Valentin Gautier conseguiu arrumar um problema na antepara do veleiro Class40 na véspera da viagem à Normandia, mas já está pronta para as 4.350 milhas náuticas pelo Atlântico.

Os suíços fazem sua estreia na competição de vela oceânica e brigarão pelo título de sua categoria com outros 26 veleiros.

“É impossível estar na água um mês antes do início e dizer que somos os grandes favoritos”, disse Valentin Gautier. “Estamos em uma fase em que aprendemos sobre o barco toda vez que navegamos”.

O Bank of Léman é um modelo novo da Class40 feito pelo engenheiro naval Sam Manuard. A prova bateu recorde histórico de participantes com 60 embarcações profissionais na linha de largada.

As outras classes na disputa são IMOCA, com 30 veleiros, e Multi50, com três.

Veja a lista completa de participantes

Mudança para a IMOCA

Atual campeão da Class40, o francês Max Sorel fará campanha na Transat Jacques Vabre agora de IMOCA.

O velejador Max Sorel, skipper do VandB, tem um modelo novo (e com foils) para entrar na briga dos 60 pés.

A categoria colocou 30 veleiros em disputa e hoje pode ser apontada como uma das mais fortes de oceano do mundo, com participações em outras regatas como Ocean Race e Vendée Globe.

”A classe IMOCA tem os melhores velejadores do mundo e agora conta com vários barcos na linha de largada, uns novos com foils e outros da geração antiga. Será um grande duelo”, explicou Maxime Sorel.

”Os franceses amam velejar de oceano. É uma herança de Eric Tabarly! Por isso investem muito na vela”.

Saiba quais são os velejadores da IMOCA da Transat Jacques Vabre

A Transat Jacques Vabre é disputada em duplas e sempre para num país produtor do café, por isso é chamada também de Regata do Café.

Ex-aluna da UNIVALI é coordenadora de uma das maiores regatas do mundo

20/10/2019 13:35

A regata Transat Jacques Vabre tem uma relação especial com o Brasil desde seu início e uma ex-aluna da UNIVALI trilha um caminho de gerência na organização com base na França.

A catarinense Raquel Cruz, formada em comunicação social na instituição, ganhou um concurso cultural do antigo Comitê Central Organizador da Aventura Pelos Mares do Mundo e viajou em 2013 para Le Havre, na França, sede da regata, com tudo pago.

Raquel e Karine Mendonça (hoje secretária-ajunta da secretaria de comunicação de Itajaí) foram escolhidas após escreverem as melhores redações sobre o mito de Iça-Mirim, um indígena que teria sido levado da costa catarinense por navegadores franceses no ano de 1504.

Itajaí, ainda no fervor da Volvo Ocean Race de 2012, era a cidade-sede da Transat Jacques Vabre, um dos maiores eventos esportivos do mundo. Os catarinenses também receberam a edição seguinte, de 2015.

Veja a entrevista na íntegra abaixo

A viagem abriu os olhos de Raquel para novas oportunidades como recém-formada. A vela oceânica, ainda tão pouco explorada no País profissionalmente, ganhou um capítulo especial em seu currículo.

”É uma oportunidade de conhecer um evento internacional com impacto midiático internacional, e toda a parte global, não só a largada, mas toda a preparação. A gente começa a pensar na edição um ano antes, trabalhando para a edição que estar por vir”, explicou a brasileira.

A escalada de Raquel Cruz foi exponencial, começando como ajudante de redação com o jornalista Flávio Perez (eu mesmo) em 2013. Já em 2015, a jovem de Taió (SC) era responsável pelas mídias sociais com seu francês praticamente fluente.

A partir de 2017, quando a regata voltou para Salvador, na Bahia, a Associação Transat Jacques Vabre definitivamente a contratou com apoio da agência Mil et une Vagues.

Hoje Raquel Cruz é diretora da Transat Jacques Vabre, sendo uma das responsáveis por toda a operação da travessia do Atlântico em duplas.

A prova deste ano larga em 27 de novembro com 60 barcos inscritos na competição navegando para Salvador. A regata é considerada uma das cinco maiores do mundo.

 

Após a edição 2019, a organização vai lançar as candidaturas pra 2021. Pergunta sobre uma possível volta da Transat Jacques Vabre pra Itajaí, Raquel Cruz não titubeou

”Hoje, Itajaí tem as melhores condições para receber uma regata desse cunho, principalmente pelas marinas e eu como catarinense, mesmo estando fora de casa, obviamente ficaria muito feliz se um esporte como esse voltasse para Santa Catarina”.

”Tem tudo para ser possível mas depende do momento da cidade, que precisa abraçar o evento para que dê certo. É preciso que a cidade crie oportunidades que sejam paralelas para que seja feito um legado”, completou Raquel Cruz.

 

Le Havre abre oficialmente a vila da regata da Transat Jacques Vabre

19/10/2019 10:35

 

A regata em duplas Transat Jacques Vabre vai para a sua 14ª edição, sempre partindo de Le Havre para um produtor de café.

Itajaí (SC) já recebeu a prova duas vezes: 2013 e 2015, mas desde 2017 os barcos voltaram pra Salvador (BA), onde devem chegar no início de novembro à Baía de Todos-os-Santos.

Como nas ocasiões anterior, há sempre uma abertura oficial, que rolou neste sábado (19) aqui na França.

A vila da regata vai receber mais de 500 mil pessoas. Isso mesmo, é o total nos 10 dias de evento.

Todos os 60 barcos que vão para o Brasil tem patrocinador por trás.

Leia o comunicado oficial — https://onboardsports.net/inaugurada-a-vila-da-regata/

Às 11h deste sábado (18), o prefeito da cidade de Le Havre, também presidente da Le Havre Seine Metropole, Jean-Baptiste Gastinne, e Sebastien Tasserie, secretário de esportes, cortaram a fita tradicional para oficializar a abertura da vila.

A vice-presidente da região da Normandia, Marie-Agnès Poussier-Winsback, a sub-prefeita de Le Havre, Vanina Nicoli e o presidente da JDE França, Juan Amat, participaram da cerimônia na Bacia de Paul Vatine.

A inauguração da vila também foi uma oportunidade de prestar uma homenagem emocionante ao famoso velejador de Le Havre, Paul Vatine, que morreu há 20 anos durante a regata. Sua esposa, Mireille, estava presente.

A regata começa no domingo (27) e terá 60 barcos na disputa. A prova é corrida em duplas e seu destino final é Salvador, na Bahia.

 

 

Matéria oficial da The Ocean Race 2021-22 em Itajaí

16/10/2019 12:33

Brasileira Itajaí volta a sediar a The Ocean Race.

A Ocean Race vai parar pela vez consecutiva na cidade catarinense, que levou mais de 400 mil pessoas à Vila da Regata.

A organização da The Ocean Race 2021-22 confirmou, nesta quarta-feira (16), o retorno de Itajaí (SC) na lista de cidades-sede da regata de volta ao mundo.

Os catarinenses repetirão pela quarta vez a stopover brasileira depois do sucesso de público nas anteriores. Em 2017-18, por exemplo, foram mais de 440 mil visitantes na Vila da Regata montada no Centreventos.

Leg 8 from Itajai to Newport. Start day. 23 April, 2018

A prova marcou a estreia da campeã olímpica Martine Grael na competição.

Será a 10ª vez que o Brasil recebe os barcos da regata volta ao mundo em sua história de 45 anos.

Itajaí recebeu as equipes internacionais em 2012, 2015 e 2018, sempre nos meses de abril na etapa considerada a mais difícil da competição.

Em todas as edições anteriores, os velejadores partiram da Nova Zelândia com destino ao Brasil passando pelos temidos mares do sul e pelo icônico Cabo Horn.

“É fantástico voltar a Itajaí após três paradas bem-sucedidas nas edições anteriores”, disse Richard Brisius, presidente da The Ocean Race. ”Em 2018, ver a resposta da torcida local à velejadora Martine Grael foi um lembrete poderoso do que esse esporte significa para nossos fãs no Brasil”.

A Ocean Race está programada para começar no porto de Alicante, Espanha, no quarto trimestre de 2021, e terminar em Gênova, na Itália, em junho de 2022. Itajaí (SC) se junta a outras cidades-sede da regata como Aarhus, Dinamarca e Haia, Holanda, além da rápida parada em Cabo Verde, ilha no meio do Oceano Atlântico. Novos locais serão divulgados nos próximos dias.

”A Ocean Race se tornou uma das principais atrações de Itajaí, não apenas para visitantes locais, mas também um local turístico nacional e internacional”, disse Volnei Morastoni, prefeito de Itajaí.

”O impacto econômico do último evento aumentou 28% em relação às paradas anteriores e trabalharemos para garantir que isso continue”.

História brasileira na regata

O Brasil tem forte tradição de sediar etapas da Ocean Race desde sua primeira edição em 1973. Com a confirmação de Itajaí, o País recebeu o evento 11 vezes, sendo o Rio de Janeiro (RJ) o destino mais acessado com cinco, seguido pelos catarinenses agora com quatro.

Em 2005-06, uma campanha histórica colocou nas águas internacionais o veleiro Brasil 1, comandado por Torben Grael. A equipe terminou na terceira colocação.

Leg 7 from Auckland to Itajai. Arrivals in Itajai. 05 April, 2018.

A história registra nove velejadores do País na disputa, incluindo os campeões olímpicos Torben Grael, Marcelo Ferreira e Martine Grael. O primeiro foi Fernando Peres, no La Barca Laboratorio (1981-82).

O Brasil tem Torben Grael como único comandante campeão da regata. Em, 2008-09, o atleta liderou o Ericson 4 na campanha vitoriosa ao lado dos compatriotas Joca Signorini e Horácio Carabelli.

”Estou muito empolgado em saber que a The Ocean Race retornará a Itajaí. É uma ótima notícia para os velejadores e fãs de regata brasileiro”, disse Torben Grael, membro do conselho da World Sailing.

“Com uma possível entrada brasileira na próxima corrida, esse interesse pode crescer ainda mais”, disse Grael, que também comandou o Brasil 1 no evento de 2005-06.

Em 2018, Torben Grael, teve a honra de receber a filha Martine Grael a bordo do AkzoNobel em Itajaí após a pupila enfrentar os mares do sul pela primeira vez.

Sustentabilidade

Itajaí (SC) aproveitou as políticas rígidas contra o uso de plásticos descartáveis na última regata para evitar o uso de 300.000 copos no Race Village e, posteriormente, aplicou a medida em outros eventos na cidade e na região, criando um legado duradouro da sustentabilidade.

“É inspirador ver o legado de nossas iniciativas de sustentabilidade da última prova tendo um impacto significativo e duradouro”, disse Johan Salén, diretor administrativo da The Ocean Race.

Stopovers brasileiras

1973-74 – Rio de Janeiro
1977-78 – Rio de Janeiro
1997-98 – São Sebastião
2001-02 – Rio de Janeiro
2005-06 – Rio de Janeiro
2008-09 – Rio de Janeiro
2011-12 – Itajaí
2014-15 – Itajaí
2017-18 – Itajaí
2021-22 – Itajaí

Velejadores
*campeão

Horácio Carabelli
“2005-06 Brasil 1
2008-09 Ericsson 4*

Kiko Pellicano
2005-06 Brasil 1

Fernando Peres
1981-82 La Barca Laboratorio

Joca Signorini
2005-06 Brasil 1
2008-09 Ericsson 4*
2011-12 Team Telefónica

Marcelo Ferreira
2005-06 Brasil 1

André ‘Bochecha’ Fonseca
2005-06 Brasil 1
2008-09 Delta Lloyd
2014-15 MAPFRE

Torben Grael
1997-98 Innovation Kvaerner
2005-06 Brasil 1
2008-09 Ericsson 4*

Lucas Brun
2005-06 ABN AMRO TWO

Martine Grael
2017-18 team AkzoNobel

Barco
2005-06 – Brasil 1 (comandado por Torben Grael)
Terceiro lugar

Resultados em Itajaí

In-port races
2012 – Groupama 5
2015 – Team Brunel
2018 – MAPFRE

Vencedores de etapa
2012 – Puma
2015 – Abu Dhabi Ocean Racing
2018 – Team Brunel

Etapa anterior
2012 – Auckland (New Zealand)
2015 – Auckland (New Zealand)
2018 – Auckland (New Zealand)

Etapa seguinte
2012 – Miami (USA)
2015 – New Port (USA)
2018 – New Port (USA)

Velejadores brasileiros competindo em Itajaí
2012 – Joca Signorini (Telefonica)
2015 – André Fonseca (MAPFRE)
2018 – Martine Grael (team AkzoNobel)

Gosto D’água conclui a Refeno 2019

15/10/2019 09:38

”Gosto d’água cruzando a linha de chegada as 8:23 min. Levamos 43h 52min”

Assim Cláudio Coppello confirmava no grupo do WhatsApp  da vela sua chegada em Fernando de Noronha após concluir a Refeno 2019.

O veleiro foi o 61º a concluir a prova, umas das mais tradicionais regatas do Brasil.

A 31ª Regata Internacional Recife-Fernando de Noronha atracou no Porto de Santo Antônio.

O Patoruzú foi o Fita-Azul (primeiro a chegar) com 27h45min35s de travessia que saiu da capital pernambucana.

Quase 100 veleiros participaram neste ano.

Tempo de travessia da 31º Refeno
1º Patoruzú 27:45:35
2º Atrevida 29:52:32
3º Sagma 30:06:02
4º Algo+ 31:18:22
5º Tedesco 31:32:20
6º Boto V 32:22:17
7º Ukiukiu Nui 32:54:17
8º Ventaneiro 3 33:18:15
9º Zenith 33:22:49
10º Recreio X 33:31:32
11º Papa Léguas Sailing 34:02:32
12º Marujo’s 34:09:30
13º Kaze 34:33:47
14º Maná 35:13:26
15º Sara Kali 2 35:14:28
16º Suzy Dear 35:26:01
17º Invocado 36:09:56
18º Bolero II 36:41:00
19º Zen 36:43:49
20º Flashback IV 36:46:39
21º Aventureiro 3 36:48:22
22º Ventania 37:03:57
23º Lamin 37:25:02
24º Guruçá Cat 37:36:55
25º Skua II 37:49:20
26º Avatar 38:47:32
27º Asolo 38:57:48
28º Gentileza 39:37:03
29º Mohabon 39:51:03
30º A Travessia 40:32:54
31º Kamaiurá 40:34:23
32º Charada 40:36:58
33º Galego 40:37:37
34º Zagaia 40:58:37
35º Kabuletê 41:01:06
36º Yakare 41:08:17
37º Vendetta 41:16:12
38º Panda 41:18:30
39º Endurance 41:32:39
40º Tranquilidade 41:38:27
41º Labadee 41:42:32
42º Avenir 41:44:49
43º Jahú 42:00:47
44º Strega 42:02:00
45º Barba Negra V 42:02:14
46º Chegado V 42:07:36
47º Papangu 42:08:10
48º Lavienrose I 42:24:10
49º Guga Buy 42:28:08
50º Vorai 42:29:37
51º Alísios 42:37:46
52º Ideiafix 42:44:44
53º Nemos 42:50:48
54º Spray 42:56:21
55º Pappi 42:58:26
56º Sem Fim 43:03:05
57º Denise III 43:35:38
58º Tana 43:37:06
59º Viralata II 43:38:56
60º Tutatis 43:47:54
61º Gosto D’agua II 43:52:38
62º Carapeba 44:02:50
63º Matajusi 44:11:40
64º Mare Nostrvm 44:28:14
65º De Boa 44:31:41
66º Risco Zero 44:49:09
67º Beijupira III 44:49:46
68º Planckton 44:52:05
69º Coração de Leão I 44:52:56
70º Take Five 45:09:45
71º Toro 45:14:27
72º Maracatu 45:31:10
73º Equador II 45:32:01
74º Tucannus II 45:45:33
75º Jolupa 45:58:31
76º AAVentura II 46:05:24
77º Alquimia II 46:08:39
78º Mahalo Nui Loa 46:09:03
79º Entre Pólos 46:46:12
80º Free Wind 47:16:43
81º Prosperus 47:24:40
82º Pangeia 47:29:13
83º Fox 47:33:17
84º Asa Branca I 47:38:11
85º Serenata 1 48:32:22
86º Arribasaia 48:35:56
87º Brother Rafa 49:36:29
88º Wisdom 55:51:10
89º Caboges 55:56:06

Pré-Temporada da Formula E em Valência

O leitor do DIARINHO já está cada vez mais familiarizado com os esportes sustentáveis, como a vela!

Também, são três edições da Volvo Ocean Race no currículo.

No mundo, eventos esportivos que não poluem ganham cada vez mais atenção e importância.

A Formula E, mais conhecida como f1 dos carros elétricos, é um deles!!!!

O Brasil mais uma vez é representado por Felipe Massa (foto) e Lucas di Grassi.

Eu escrevo essa coluna desde Valência, onde ocorrem os testes.

Felipe Massa (BRA), Venturi, EQ Silver Arrow 01

Abaixo o que mandei pra agência On Board Sports  — https://onboardsports.net/testes-formula-e-2019/

Os testes da temporada seis da ABB Formula E começaram nesta terça-feira (15), em Valência, na Espanha.

Os brasileiros Felipe Massa (Venturi Team) e Lucas Di Grassi (Audi Sport ABT Schaefler) participam dos treinos no Circuito Ricardo Tormo até sexta-feira (18).

Os pilotos e suas equipes terão ao todo cinco sessões na pista valenciana para fazer os últimos ajustes para o início do mundial dos carros elétricos, marcado para novembro, na Arábia Saudita.

A competição está com o grid completo, pois contará pela primeira vez com 12 times com dois representantes cada.

Para imitar os circuitos de rua, a pista do circuito espanhol passou por modificações com a inclusão de chicanes apertadas para desafiar os competidores da Fórmula E.

O melhor da primeira sessão, na manhã desta terça-feira, foi o alemão Max Guenther. Lucas di Grassi fez o sexto melhor tempo e Felipe Massa o 18º.

A temporada 2019-2020 será realizada em 12 cidades.

Os primeiros E-Prix serão em 22 e 23 de novembro de 2019, em Ad Diriyah, na Arábia Saudita.

Na sequência, a Formula E visita Santiago (Chile), Cidade do México (México), Marrakesh (Marrocos), Sanya (China), Roma (Itália), Paris (França), Seul (Coréia do Sul), Jacarta (Indonésia), Berlim (Alemanha) e Nova Iorque (EUA).

A tradicional rodada dupla de fim de temporada será em 25 e 26 de julho, em Londres (Inglaterra).

Live Update dos testes https://www.fiaformulae.com/en/championship/valencia-test