Parabéns Corinthians pelos 110 anos! Reviva partida histórica pela Libertadores de 2012

01/09/2020 18:58

Um lance é capaz de mudar o curso da história, e o Corinthians foi prova disso na CONMEBOL Libertadores de 2012.

Uma defesa elevou o “gigante” Cássio à condição de ídolo alvinegro e ajudou o time de Parque São Jorge a ser campeão invicto da competição.

A partida das quartas-de-final contra o Vasco da Gama no Pacaembu, em São Paulo (SP), é o tema do sexto episódio da série “Todo Resultado É Possível”, da Betfair.net.

Neste 1º de setembro, dia em que o Timão completa 110 anos de existência, o lance que calou o estádio por oito segundos foi analisado pelos embaixadores Mauro Cezar e Chico Garcia.

Ambos foram categóricos ao afirmar que aquela partida teve a cara da Libertadores da América e do clube.

A vitória corintiana por 1 a 0 teve, além da defesa milagrosa do goleiro diante de Diego Souza, o gol salvador do volante Paulinho nos minutos finais.

“Não é exagero dizer que a história do Corinthians se resume a antes e depois daquela partida. Se formos mais detalhistas, podemos dizer que um lance específico marcou para sempre a vida do goleiro Cássio e determinou o poder da equipe em busca do título inédito da Libertadores”, afirmou Chico Garcia.

O duelo envolvendo o Corinthians, campeão brasileiro de 2011, e o Vasco, vencedor da Copa do Brasil do ano anterior, era cercado de expectativas.

Equilíbrio, marcação e raras chances de gol marcaram o primeiro confronto, que terminou em 0 a 0, em São Januário, no Rio de Janeiro (RJ).

No estádio do Pacaembu, os corintianos tinham a vantagem de jogar em casa, diante de sua torcida fanática.

Os vascaínos sabiam que, em um confronto tão disputado, balançar as redes fora de seus domínios poderia ser decisivo, já que a regra do gol qualificado já estava em prática. E isso esteve muito perto de se tornar realidade nos pés de Diego Souza.

“A partida teve semelhanças em relação ao que foi visto no Rio de Janeiro, com equilíbrio e poucas oportunidades de cada lado. Um erro seria fatal, mas aconteceu aos 17 minutos do segundo tempo. Houve uma falta no lado direito do ataque corintiano.

A bola foi alçada na área do Vasco e o goleiro Fernando Prass saiu socando para longe. Ela sobrou limpa para Alessandro que, ao tentar lançar, permitiu que Diego Souza a interceptasse”, lembrou Mauro Cezar.

Com 0 a 0 no placar, o atacante do Vasco arrancou sozinho e teve tudo para decretar a vitória, que poderia eliminar o Timão.

Nem os jogadores nem a torcida silenciosa esperavam aquele desfecho. Mas, com a ponta dos dedos, Cássio impediu que a bola entrasse.

“Foram oito intermináveis segundos, com o atacante vascaíno conduzindo a bola por mais da metade do gramado até chegar à área do Corinthians. Ficou frente a frente com Cássio, que o esperou até o instante derradeiro. Diego chutou, o goleiro se esticou, a ponta de sua luva desviou a bola, que deslizou rente à trave esquerda. A comemoração foi comparável à vista mais tarde com a cabeçada de Paulinho indo às redes a três minutos do final. O Timão estava classificado. Foi 1 a 0 o placar, mas a Fiel comemorou dois gols”, analisou Mauro Cezar.

Nos instantes finais, Paulinho, de cabeça, ao seu melhor estilo, garantiu a vitória e abriu caminho para a tão sonhada conquista da América.

A foto do jogador abraçado a um torcedor no alambrado do Pacaembu ganhou todas as páginas dos jornais do dia seguinte.

Na semifinal, os comandados de Tite passaram pelo Santos, antes de superarem o Boca Juniors na grande decisão.

O Corinthians conquistou o título de forma invicta, com apenas quatro gols sofridos, e encerrou a incômoda escrita de ser, até então, o único dos “gigantes” paulistas sem ter conquistado a Libertadores. Meses depois, os corintianos conquistaram o mundo pela segunda vez.

 

A série “Todo Resultado É Possível” fará os fãs recordarem oito momentos memoráveis da competição, em que o futebol quebrou prognósticos e mostrou por que é o esporte mais popular do mundo.

A atração da estreia foi o título do Flamengo em 2019, com uma vitória incrível nos minutos finais sobre o River Plate por 2 a 1, em Lima.

Em seguida, os embaixadores recordaram o fim da “maldição” das oitavas do Grêmio na Libertadores, com o triunfo sobre o Godoy Cruz (ARG), em 2017, a vitória de virada do Internacional sobre o Chivas Guadalajara (MEX) por 3 a 2 na decisão de 2010, o golaço de Cleiton Xavier que salvou o Palmeiras em 2009, e o triunfo do Santos sobre o Colo-Colo na fase de grupos em 2011, que marcou uma reviravolta para a equipe de Muricy Ramalho no caminho até o tricampeonato.

 

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Tour de France 2020 é um dos mais equilibrados da história

O Tour de France 2020 é apontado por especialistas como um dos mais equilibrados dos últimos tempos. A prova, que tradicionalmente é disputada em junho e julho, foi transferida pela A.S.O. para o período atual em função da pandemia de COVID-19.

O evento adota medidas de segurança contra o coronavírus, mudando inclusive a cerimônia de premiação aos vencedores de cada etapa, sem as podium girls.

A largada da principal prova de ciclismo do planeta ocorreu na cidade costeira de Nice, no Riviera Francesa, neste sábado (29/08), em uma etapa com muita chuva e repleta de tombos. Participante brasileiro de cinco olimpíadas e de três edições do Tour de France, Murilo Fisher espera uma competição equilibrada do começo ao fim na França.

”É um tour completamente diferente dos outros pelo nível de preparação. Foi difícil ter a certeza do que ia acontecer nesta edição após um período sem competição de ciclismo grande”, disse Murilo Fisher, que está acompanhando o Tour de France de perto nesta edição e é um dos parceiros do L’Étape Brasil.

”Os atletas estão como uma carcaça diferente, como dizemos no ciclismo. Mas o nível é muito alto, podemos apontar 15 novos competidores que estão bem perto”.

Link para os resultados em tempo real — https://www.letour.fr/en/rankings

A tradicional chegada do Tour de France permanece na Avenida Champs-Élysées, em Paris, desta vez em 20 de setembro. Serão ao todo 3.470km em 21 etapas. O evento conta com representantes de 45 países divididos em 22 times de oito ciclistas.

A competição dará €500.000 para o vencedor. No ano passado, o colombiano Egan Bernal se tornou o primeiro sul-americano a subir no lugar mais alto do pódio. O ciclista está entre os favoritos de 2020.

O Tour de France também terá quatro finais de etapas em topo de montanha: Orcières-Merlette (1.825m), Puy Mary (1.589m), Grand Colombier (1.501m) e Méribel Col de la Loze (2.304m). Estão programados 36 km de contra-relógio individual na 20ª etapa em 18 de julho de Lure até La Planche des Belles Filles. O estágio mais curto tem 122km.

”É a principal prova de ciclismo do mundo e isso já era garantia de muita atenção. Desta vez, o Tour de France ganha ainda mais notoriedade por ser, ao lado da Champions League, no futebol, um evento classe A sendo realizado durante a pandemia. Assim como os franceses, nós do L’Étape Brasil vamos adotar medidas rígidas de segurança em dezembro”, disse Bruno Prada, medalhista olímpico e organizador da prova brasileira chancelada pelo Tour de France.

L’Étape Brasil

A principal competição da modalidade no País, que se prepara para sua sexta edição em 6 de dezembro, adotará regras rígidas de segurança nos percursos oficiais de 107 e 66 km em Campos do Jordão (SP).

Em 2019, a prova teve pela primeira vez a presença do alemão Didi Senft, mais conhecido como o Diabo do Tour ou Didi, the Devil. O animador que se veste de demônio nas etapas do Tour de France esteve na cidade paulista apoiando os ciclistas.

Grandes nomes do esporte, como o treinador Bernardinho Rezende, o campeão olímpico Nalbert e o piloto Ricardo Maurício da Stock Car, participaram do Tour de France. As principais assessorias esportivas do País também mandaram seus representantes.

O título de 2019 do L’Étape Brasil ficou mais uma vez com o ciclista Otávio Bulgarelli, com a marca de 3h07min02s20. O resultado foi definido praticamente no photo-finish, na disputa com Ricardo Pichetta, segundo colocado, colado na linha de chegada.

No feminino, a alemã Nadine Gill não deu chances às adversárias e completou o percurso de 107 quilômetros em 3h15min36, com mais de 15 minutos na frente segunda colocada (Taise Benato). A ciclista amadora também foi bicampeã consecutiva da prova.