Desafiante norte-americano da America’s Cup embarca para a Nova Zelândia

31/05/2020 16:41

A equipe que defende o New York Yacht Club American Magic deixou sua base rumo a Auckland, Nova Zelândia, local da próxima America’s Cup.

O desafiante norte-americano saiu de Pensacola, na Flórida, e ficará na Oceania para os próximos eventos relacionados à competição.

São eles: World Series Auckland (17 a 20 de dezembro), Prada Cup (15 de janeiro a 22 de fevereiro de 2021) e 36ª America’s Cup (6 a 21 de março de 2021).

”Pensacola realmente cuidou de nossa equipe em todas as etapas. Embora seja triste sairmos, estamos animados com o que nos espera na Nova Zelândia. Nosso futuro está lá”, disse Terry Hutchinson, Skipper e diretor executivo da American Magic

A presença e o impacto da American Magic são sentidos em várias áreas nos EUA desde que a equipe foi fundada em 2017.

A cidade de Nova York é a sede da 44th St. do New York Yacht Club.

Várias cidades em Rhode Island, todas com fortes vínculos com a Copa América, tiveram papéis importantes na campanha, incluindo Newport, Portsmouth e Bristol.

Os dois barcos lançados pela equipe até o momento, incluindo o barco de teste AM38, conhecido como “the Mule” e o AC75 DEFIANT foram construídos em Bristol.

Ambos fizeram história em Narragansett Bay, com seus batizados e sessões de comissionamento, antes de seguirem para Pensacola para mais testes.

COVID-19

Como em todos os principais esportes do mundo, a pandemia do COVID-19 impactou significativamente o 36º ciclo da Copa da América e cada uma das equipes envolvidas.

Após o cancelamento dos dois eventos da ACWS na Europa, a American Magic não pôde navegar na Baía de Pensacola no início de março.

A equipe interrompeu as operações na água para proteger a saúde do pessoal da equipe, de suas famílias e da comunidade em Pensacola.

Felizmente, a equipe conseguiu progredir em áreas como design, produção, manutenção, logística e outras, enquanto seguia cuidadosamente as diretrizes de saúde estaduais, federais e do CDC em suas áreas de operação.

Embora ainda esteja para ser visto quando a Nova Zelândia abrirá as portas para o pessoal da Copa da América, Hutchinson disse que enviar DEFIANT para Auckland agora é a única opção para a equipe, uma vez que todos os fatores logísticos foram considerados.

“Não podemos ficar em Pensacola devido à aproximação da temporada de furacões. A partir de 1º de junho, a equipe não pode ser segurada nas mãos da Flórida”, disse Hutchinson.

“Enviar agora e chegar a Auckland em junho nos permitirá retomar o treinamento dentro do prazo”.

“Entendemos e respeitamos totalmente a cautela e o cuidado que o governo da Nova Zelândia está demonstrando em resposta ao COVID-19″, disse Hutchinson.

”Quando tivermos permissão para entrar na Nova Zelândia, a American Magic, é claro, aderirá a todos os protocolos de quarentena e saúde e fará o que for necessário para ser membros responsáveis ​​da comunidade. Nada é mais importante”.

O Emirates Team New Zealand é o atual detentor do título e como manda a regra, escolheu o barco (AC75) e os locais das regatas.

O ETNZ já está na final e esperará o adversário que sairá da Prada Cup, que será disputada entre 15 de janeiro e 22 de fevereiro de 2021.

Resumo da The Ocean Race Summits #2

29/05/2020 17:02

As principais vozes relacionadas a esporte e sustentabilidade se reuniram, nesta quarta-feira (27), para o The Ocean Race Summits # 2.

O ciclo de palestras e discussões era pra ser realizado em Haia, na Holanda, mas os participantes se apresentaram de forma online devido à COVID-19.

O evento teve a 11th Hour Racing, parceira de sustentabilidade da The Ocean Race, a principal regata de volta ao mundo .

O grupo mostrou que existem soluções para mudanças significativas e  chegou a hora de fazer isso acontecer com estratégias vencedoras.

Assista na íntegra — https://www.youtube.com/watch?v=zdmbAxp_OI4&feature=youtu.be

O evento reuniu uma gama diversificada de líderes e especialistas internacionais como Sebastian Coe, medalhista de ouro olímpico e um dos organizadores de Londres 2012.

”O planeta está respirando mais facilmente. Você olha para nossas grandes cidades e revertemos parte da limpeza do ar pela primeira vez em 40 anos…”’.

”As pessoas estão falando sobre o clima, o meio ambiente e as questões ecológicas de uma maneira maior”, contou Sebastian Coe, medalhista de ouro olímpico e chefe do World Athletics.

Em 26 de maio, 100 líderes da indústria, incluindo representantes do COI, UEFA, Fórmula E, FIFA, World Sailing e Fórum Econômico Mundial, entre muitos outros, se reuniram para um Workshop de Inovação para desenvolver soluções para os desafios enfrentados pelo esporte pós-COVID19.

“O patrocínio esportivo está mudando, está se tornando muito mais baseado em causas, principalmente nas regatas oceânicas, e é assim que nossa equipe é formada com a 11th Hour Racing”, disse Charlie Enright, co-fundador da 11th Hour Racing Team e duas vezes capitão da Ocean Race.

”Como atletas, temos a responsabilidade de liderar pelo exemplo. Eu acho que isso está incorporado na maneira como trabalhamos com nossos parceiros, na maneira como os desafiamos, na maneira como tentamos promover mudanças, na maneira como priorizamos a saúde e a sustentabilidade do oceano em nossa organização”.

O Ocean Race Summits # 2 contou com muitos outros tópicos e palestrantes, e mais informações estão em www.theoceanrace.com

Outros nomes presentes: Dr. Vladimir Ryabinin, Secretário Executivo da Comissão Oceanográfica Intergovernamental (COI) e Diretor Geral Adjunto da UNESCO; H.S.H. Príncipe Albert II de Mônaco; Peter Thomson, Enviado Especial do Secretário-Geral das Nações Unidas para o Oceano; Minna Epps, diretora do Programa Polar e Marítimo Global da IUCN; e Charlie Enright, co-fundador da 11th Hour Racing Team; entre muitos outros.

Veja a lista completa dos participantes ao lado — https://www.theoceanrace.com/en/the-ocean-race-summits/02/the-hague

“O futuro de nossos mares após a crise (da saúde) pode ser rapidamente esquecido se voltarmos aos mesmos padrões de antes”, disse o Príncipe Albert II.

“Precisamos aproveitar a situação e fazer um esforço conjunto para o oceano, sem demora”.

 

F-E promove corrida virtual nas ruas de New York

A disputa pela liderança do Desafio Formula E Race at Home – corrida virtual promovida pela Formula E – segue equilibrada e o próximo desafio será neste sábado (30).

A sexta etapa da competição em parceria com a UNICEF será no circuito de Nova Iorque, nos Estados Unidos.

Os pilotos terão como desafio um cenário já conhecido e que remete às últimas decisões do campeonato real: as ruas do Brooklyn.

A disputa pela liderança permanece acirrada.

O alemão Pascal Wehrlein (Mahindra Racing) segue na ponta, seguido pelo belga Stoffel Vandoorne (Mercedes Benz EQ) e o compatriota Maximilian Guenther (BMW i Andretti Motorsport).

Mas os três precisarão ficar atentos, pois terão adversários fortes nessa disputa.

O holandês Robin Frijns (Envision Virgin Racing) e o vencedor da etapa passada disputada em Berlim, o britânico Oliver Rowland (Nissan e.Dams), estão próximos do Top-3 na tabela de classificação, e uma vitória muda a briga pelo título.

Várias penalidades serão aplicadas na corrida virtual deste fim de semana, antes da largada.

Nyck de Vries (Mercedes-Benz EQ) foi punido com a perda de 20 posições no grid por conta de dois incidentes envolvendo os dois pilotos da NIO 333 Team.

O líder do campeonato Pascal Wehrlein, Robin Frijns e Oliver Turvey foram punidos com a perda de cinco posições no grid, o que exigirá dos três um bom desempenho no treino classificatório.

Outro piloto que tem conseguido bons resultados nas últimas etapas é o suíço Edoardo Mortara, companheiro do brasileiro Felipe Massa na ROKiT Venturi Racing, que parabenizou a Fórmula E e a UNICEF pela iniciativa.

”As corridas virtuais são legais”.

”É sempre bom correr e me divertir com os meus colegas de Fórmula E. Acho que a categoria fez um ótimo trabalho na organização deste campeonato online”.

No Challenge Grid, o esloveno Kevin Siggy (BMW i Andretti Motorsport) vem de uma importante vitória que lhe deu uma margem segura para seguir na liderança mesmo com um revés em Nova Iorque.

Mas seu grande adversário, Joshua Rogers, mais uma vez conseguiu ficar entre os dez pilotos que se classificaram nas eliminatórias online e promete dar trabalho neste fim de semana.

O top 10 da última corrida estará em ação novamente neste fim de semana em Nova Iorque, além dos pilotos permanentes (Charlie Martin e Axel La Flamme) e os convidados para esta etapa: Verena Mei (Audi Sport ABT Schaeffler), Cem Bolukbasi (BMW i Andretti Motorsport), Mike Channell (Panasonic Jaguar Racing) e Yifei Ye (NIO 333).

Os fãs da Fórmula E poderão acompanhar a prova ao vivo pelos canais oficiais da categoria (Facebook, YouTube, Twitter e Twitch) a partir das 11h30 (horário de Brasília).

A corrida virtual também será exibida às 14h30 no Fox Sports 2.

 

Novos horizontes para a regata Rolex Sydney Hobart Yacht 2020

O Aviso de Regata para a Rolex Sydney Hobart 2020 foi divulgado nesta sexta-feira (29).

A prova australiana, uma das mais importantes da vela oceânica internacional, será disputada em 29 de dezembro deste ano, no chamado Boxing Day.

Será a 76ª edição do evento promovido pelo Cruising Yacht Club da Austrália e as inscrições já estão abertas para o desafio de 628 milhas náuticas.

“A Rolex Sydney Hobart Yacht Race 2020 deve entrar mais uma vez para os livros de história, assim como a de 2019”, disse o comodoro do CYCA, Paul Billingham.

A novidade deste ano é a entrada da classe em duplas, visando o cronograma da Olimpíada de 2024, em Paris, na França.

A parceria da Rolex com a CYCA e seu principal evento começou em 2002.

O Aviso de Regata e a inscrição on-line estão disponíveis  — https://www.rolexsydneyhobart.com/competitors/online-race-entry/

#RolexSydneyHobart

IMOCA Prysmian Group pronto para as regatas

28/05/2020 15:14

Mais um barco IMOCA foi lançado para a Vendée Globe 2020, regata em solitário de volta ao mundo e sem escalas.

Nesta quarta-feira (27), em Lorient, na França, o italiano Giancarlo Pedote mostrou seu novo 60 pés IMOCA Prysmian Group.

O navegador e sua equipe barco passaram os últimos meses reformando a embarcação, que tem a bandeira da associação Electriciens sans Frontières,

No momento, o barco já passa por testes visando as próximas etapas.

O barco está inscrito na Vendée-Arctique-Les Sables d’Olonne, que deverá ser 4 de julho. O evento que antecede a Vendée Globe pode ainda ser cancelado.

”Hoje, 80% do barco está na configuração da Vendée Globe”, disse Giancarlo Pedote.

”A idéia é validar o trabalho realizado neste inverno”.

”Quando todos os sistemas voltarem a funcionar, procuraremos confirmar as várias configurações de navegação relacionadas à bateria, piloto automático e calibração dos instrumentos”.

”O objetivo nos próximos meses é tornar o barco confiável”.

”As equipes técnicas e especialistas externos ajudarão a garantir que as coisas funcionem sem problemas”.

De fato, após o Transat Jacques Vabre do ano passado, o barco passou por uma reforma.

E demorou mais a ficar pronto pela crise prolongada da COVID-19.

Com o cancelamento das duas principais provas transatlânticas programadas para o início da temporada entre Brest (FR) e Charleston (EUA) e Nova York (EUA) – Vendée (FR), a IMOCA conseguiu, desde então, arrumar o programa e oferecer uma regata diferente: A Vendée-Arctique-Les Sables d’Olonne.

Citada acima, a prova terá 3.600 milhas náuticas em um grande circuito triangular do Atlântico Norte, começando e terminando em Les Sables d’Olonne, na França.

Já a Vendée Globe deve largar em 8 de novembro da mesma cidade francesa.

Texto: Flávio Perez | Diarinho

Copa del Rey MAPFRE só em 2021

27/05/2020 13:14

Após 38 anos ininterruptos de evento, a organização da Copa del Rey MAPFRE tomou a decisão de não realizar a semana de regatas em Palma de Maiorca, na Espanha.

Marcada para agosto deste ano, a competição de vela oceânica reúne em média 3 mil pessoas de 30 países.

Os representantes da Copa del Rey falaram em ‘responsabilidade sanitária’ para passar o evento para 2021.

O mesmo ocorreu com outros eventos de vela, incluindo a Semana Internacional de Vela de Ilhabela, competição que mais se aproxima à Copa del Rey.

No comunicado, os espanhóis reforçaram o óbvio. ”A pandemia da COVID-19 obrigou a tomar fortes medidas restritivas sociais e desportivas, a “responsabilidade sanitária” sempre foi o principal ponto de mira do Comitê Organizador”, disse Emerico Fuster, organizador do evento e presidente do Real Clube Náutico de Palma.

”Foi a decisão mais dura de tomar! Acima de tudo, nós sempre buscamos garantir a saúde dos nossos parceiros, nossos funcionários, atletas e todos os convidados da Copa Del Rey MAPFRE”

”Sem dúvida 2021 será um momento especial que nos fará lembrar a responsabilidade como sociedade perante um problema sanitário mundial”.

Foto: Maria Muina

IMOCAs voltando pra água na França é bom sinal para Vendée Globe

25/05/2020 14:15

A organização da Vendée Globe deve anunciar nos próximos dias se continuará com o mesmo cronograma para a regata.

A Volta ao Mundo em solitário e sem escalas está programada para largar em 8 de novembro, da França para uma aventura.

Mas enquanto os representantes da Vendée Globe fazem mistério,  os velejadores e suas máquinas IMOCAs já voltam pra água aos poucos.

Desde a segunda semana do mês, navegadores fazem testes com seus 60 pés.

Um deles é o francês Armel Tripon (L’Occitane en Provence), um dos mais cotados a vencer a regata.

”Estamos voltando ao nosso trabalho real, ao trabalho adequado!”

”Quanto mais chegávamos ao final do confinamento, mais o desejo de velejar realmente aumentava. Não navegar gerava uma verdadeira penúria”.

Para alguns, esse período se mostrou muito caro em termos de atraso na programação.

A britânica Pip Hare relatou como foi seu trabalho no SuperB (agora Pip Hare Ocean Racing)

”Quando o bloqueio da COVID aconteceu, tínhamos começado a pintar os decks do SuperB e literalmente tivemos que baixar as ferramentas e sair do trabalho por um tempo”.

Jeremy Waitt

”Basicamente, o programa ficou para trás em cerca de seis semanas”.

”Estamos apenas começando a acelerar as coisas novamente e esperamos começar no início de junho”.

Nunca esperava ter seis meses de folga. Meu objetivo é tentar estar pronta para a regata classificatória”.

Luz no fim do túnel

“O aspecto positivo do confinamento é que fizemos algumas das coisas que planejamos mais tarde, mas realmente o período foi estressante”, resume o capitão francês Sébastien Simon (Arkéa-Paprec).

“Eu não sou alguém que precisa se adaptar, eu gosto de estar no controle do meu tempo, de me preparar de maneira ordenada e programada”.

”Faz seis meses desde que o barco está na água e isso leva muito tempo agora”.

”Mas acho que agora há luz no fim do túnel. Só tenho uma coisa que quero fazer: velejar muito e por muito tempo! ”

O alemão Boris Herrmann (Malizia II) relançou seu IMOCA em 20 de maio.

Ele diz que deveria voltar no dia 6 de abril.

“No momento, eu estou impaciente por estar de volta à água, mas, na verdade, tudo correu bem, tínhamos dois ou três caras trabalhando a maior parte do tempo na base, mas não temos nada testado no momento”.

O relançamento do Groupe Apicil também foi adiado.

Estava marcado para 10 de maio. Damien Seguin terá que esperar um pouco mais para poder gastar e sua energia latente reprimida de velejar.

O bicampeão paralímpico francês e velejador da última Transat Jacques Vabre sente que não se saiu tão mal.

“Todo esse período fez uma diferença real entre os barcos prontos mais cedo e os prontos mais tarde”.

”Tenho sorte, consegui meu parceiro patrocinador mais cedo e meu barco mais cedo. Estou satisfeito com minha preparação e planejamento geral durante os últimos três anos”.

E os barcos de nova geração lançados mais recentemente?

Nicolas Troussel, cujo Corum entrou pela primeira vez em 5 de maio, confirma que precisará adaptar seu programa original.

“Tudo foi criado desde o início para que este projeto seja bem-sucedido e forme um lançamento tardio”.

”Tudo isso mudou as coisas, mas faremos o máximo que pudermos”.

Como citado acima, os velejadores podem correr a Vendée-Arctique-Les Sables d’Olonne, prova de 3.600 milhas náuticas.

É uma regata-teste para a Vendée Globe na costa da França previamente marcada em 4 de julho.

A confirmação se terá ou não prova será no início de junho.

Corrida virtual da ABB Fórmula E será em Berlim

22/05/2020 13:24

O Desafio ABB Formula E Race at Home se prepara para a quinta etapa da competição virtual em apoio a UNICEF no combate a pandemia do coronavírus.

A prova será disputada neste sábado (23), em Berlim, na Alemanha.

Na primeira metade da competição, com um total de quatro corridas, o domínio foi alemão.

Enquanto Maximilian Guenther (BMW i Andretti Motorsport) venceu as duas primeiras provas, Pascal Wehrlein (Mahindra Racing) foi o ganhador das duas etapas seguintes e assumiu a liderança do campeonato, seis pontos à frente do compatriota.

Porém, ambos os pilotos estão sendo acompanhados de perto pelo belga Stoffel Vandoorne (Mercedes Benz EQ), que além de ter cravado a Julius Baer Pole Position nas duas primeiras corridas virtuais, marcou presença no pódio nas duas últimas provas e está em busca da primeira vitória no Desafio Race at Home.

”O Desafio ABB Formula Race at Home é super competitivo e isso é bom, todo mundo está se esforçando, praticando cada vez mais, e o que eu mais gosto é a parte da competição”.

”É claro que no fim das contas, estamos falando de um carro de corrida virtual. Sei que para alguns não é possível ter os mesmos sentimentos que as corridas reais oferecem, mas ainda assim é algo que exige esforço e dedicação”, disse o belga belga Stoffel Vandoorne.

No Challenge Grid (formado por gamers e pilotos convidados), a luta pela liderança também segue intensa.

Novamente os dez primeiros colocados da etapa passada disputada em Hong Kong estarão presentes no desafio deste fim de semana em Berlim, incluindo o líder da competição, o esloveno Kevin Siggy.

Os pilotos permanentes Charlie Martin e Axel La Flamme, a Fórmula E convidou alguns pilotos para participar do Challenge Grid deste fim de semana: Kush Maini, Cem Bolukbasi, Archie Hamilton e Lionel O’Connor.

Lembrando que o campeão do Challenge Grid terá a chance de pilotar um Gen2 real quando a sexta temporada da Fórmula E for retomada.

Neste fim de semana, haverá uma novidade nos dois grids: a qualificação será realizada de acordo com a classificação do campeonato, seguindo os moldes da competição real.

Os fãs poderão assistir a quinta etapa do Desafio ABB Formula E Race at Home a partir das 11h30 (horário de Brasília) nos canais oficiais da categoria de carros elétricos (Facebook, YouTube, Twitter e Twitch), ou acompanhar a transmissão exclusiva no Brasil pelo canal Fox Sports 2 a partir das 14h.

Estados Unidos cancelam Mundial de ORC e IRC 2020

21/05/2020 15:05

Apesar do grande número de inscritos, principalmente de barcos dos Estados Unidos, o Yacht Club de Nova York, juntamente com os órgãos de governo e representantes das classes, resolveram cancelar oCampeonato Mundial de ORC e IRC 2020.

As regatas estavam agendada para o período de 25 de setembro a 3 de outubro, no New York Yacht Club Harbor Court, em Newport, Rhode Island, nos Estados Unidos.

As regras de ORC e IRC são utilizadas nos principais eventos de oceano no mundo e são aplicadas para competições com barcos diferentes.

No Brasil, a ORC e IRC fazem parte dos principais eventos, incluindo a Semana Internacional de Vela de Ilhabela

”O impacto do coronavírus foi sentido em todo o mundo esportivo”, resumiu Christopher J. Culver, vice-comodoro do Yacht Club de Nova York. 

“Dados os desafios envolvidos no envio de barcos e equipes para os Estados Unidos da Europa e de outros lugares e o tempo necessário para equipes estrangeiras competirem com este prestigioso título mundial, não achamos que um campeonato mundial representativo seja possível”.

O Campeonato de ORC  e IRC 2020 levaria equipes de vela de todo o mundo para Rhode Island Sound e Narragansett Bay por um dos três títulos mundiais cobiçados.

O evento tinha até então 50 barcos de oito países registrados,

“Agradecemos aos organizadores do Yacht Club de Nova York por todos os seus esforços para atrair uma flotilha forte para o que seria um evento memorável”, disse Bruno Finzi, presidente da ORC.

“Esse entusiasmo pelas regatas de handicap de alto nível continuará nos EUA, e estamos ansiosos para ajudar de qualquer maneira possível nos tempos pós-pandemia”.

Por Flávio Perez

Foto: Aline Bassi | Balaio