Pode ter etapa da Formula E até na Cidade do Cabo

09/04/2020 00:31

Cidade sul-africana tem três projetos focados na categoria de carros elétricos, de acordo com publicação de um site francês.

O site France Racing revelou esta semana que um dos novos cenários que podem vir a fazer parte da Fórmula E é a Africa do Sul.

Uma empresa sul-africana chamada e-Movement está a frente do projeto.

Apesar de toda a crise por conta da pandemia do coronavírus no que diz respeito a sexta temporada, a Fórmula E continua com possibilidades de estender seu alcance a outros países para as próximas edições do campeonato de carros elétricos.

A e-Movement é apoiada pela Jaguar, montadora britânica que além de ter uma equipe oficial na categoria, também é responsável pela série de carros de turismos totalmente elétricos que participa de algumas etapas junto com a Fórmula E, a Jaguar I-Pace eTROPHY.

O plano de receber um eprix está sendo desenvolvido em estreita colaboração com as autoridades locais para a realização da prova em uma cidade portuária na Cidade do Cabo.

Três projetos já foram elaborados, e de acordo com o presidente da e-Movement, Iain Banner, as conversas estão em constante evolução para a realização do eprix sul-africano.

“O principal objetivo é criar um projeto que exija muito pouca construção e cause menos perturbações para os habitantes da cidade e para o tráfego rodoviário”, explicou Iain Banner para o France Racing.

“Atualmente, estamos avaliando todas as possibilidades de trazer a Fórmula E para a Cidade do Cabo. Todas as discussões foram conclusivas até agora colocaram a Cidade do Cabo como uma séria candidata para as próximas temporadas.”

Vale lembrar que a Fórmula E já tem uma etapa no continente africano: o ePrix de Marrakesh, no Marrocos, que inclusive foi a última etapa disputada até o momento na sexta temporada, que está paralisada por conta da pandemia do COVID-19.

Instituto Ingo Hoffmann é referência no combate ao câncer infantil

08/04/2020 10:32

O Dia Mundial de Combate ao Câncer é lembrado neste 8 de abril. O Instituto Ingo Hoffmann, importante aliado no combate à doença que mais mata no Brasil, oferece abrigo para crianças em tratamento de câncer e seus familiares há 15 anos.

A entidade localizada em Campinas  fica ao lado do Centro Infantil Boldrini, hospital referência mundial em tratamento de crianças com câncer. O Instituto tem o intuito de proporcionar mais conforto e qualidade de vida às crianças e suas respectivas famílias em tratamento.

No total são 30 chalés, divididos em 10 vilas, construídos em um terreno com mais de 6.000 metros quadrados, localizado ao lado do edifício da Radioterapia do hospital.

“Ao longo desses 15 anos em que abrimos as portas, cada vez mais temos a certeza de que o Instituto é muito mais importante do que nós imaginávamos quando colocamos essa ideia no papel. Percebemos que as pessoas estão passando pelo seu pior momento e, além de estarem com o filho sofrendo de uma doença que não deixa de ser perigosa, essas famílias não teriam condições de tratá-los caso o instituto não existisse”, disse a coordenadora do InstitutoRegina Barsotti.

Coronavírus 

A pandemia do COVID-19 assola o mundo. Desde o dia 17 de março medidas preventivas  foram adotadas para proteger as crianças e familiares abrigados no Instituto Ingo Hoffmann.

As regras valem tanto para os abrigados e funcionários da entidade como para voluntários e visitantes. Todas as atividades culturais e esportivas foram suspensas e a Brinquedoteca foi fechada, por ter um alto risco de contágio para as crianças.

A recomendação é de evitar aglomerações. Como medida de prevenção contra a possível recessão e problemas de abastecimento, o Instituto considerará falta grave qualquer desperdício de alimento. Além disso, o ingresso na cozinha só é permitido ao cozinheiro e funcionários da “In Servisse”. O descumprimento da norma também será considerado falta grave.

A administração está funcionando com número reduzido de pessoas, com entrada permitida apenas a funcionários e fornecedores.

“Essas pequenas atitudes podem salvar a vida de todos e das crianças em tratamento, aqui hospedadas”, destaca Ingo Hoffmann, maior vencedor do automobilismo nacional e presidente do Instituto que leva o seu nome.

O Instituto Ingo Hoffmann recomenda aos pais e acompanhantes das crianças que lavem as mãos sempre que possível. A qualquer sinal de falta de ar, febre, tosse e espirros, devem procurar o médico de seu filho.

O Instituto

Instituto Ingo Hoffmann é uma entidade beneficente e sem fins lucrativos fundado em 31/08/2005 tendo como missão inicial proporcionar maior oportunidade de cura para crianças em tratamento de câncer, através de uma parceria com o Centro Infantil Boldrini no projeto denominado Casa de Apoio à Criança e à Família. Trata-se de um modelo de moradia temporária.

Além das acomodações, o local possui brinquedoteca, biblioteca, academia interna e externa, refeitório e lavanderia.

O objetivo da Casa da Criança e da Família é abrigar crianças em tratamento intensivo de câncer e seus acompanhantes, vindos de diversas regiões do Brasil e da América Latina para fazer tratamento no Centro Infantil Boldrini e não têm condições de serem mantidas por suas famílias fora de suas casas.

Mais informações em: http://www.ingohoffmann.org.br

North Sails fornecerá o jogo de velas dos barcos da The Ocean Race

07/04/2020 18:35

Os barcos da categoria VO65 da The Ocean Race terão seus jogos de vela fornecidos pela North Sails na edição 2021-22 da regata.

A empresa equipará cada embarcação com sete velas, usando sua mais recente tecnologia 3Di, que nasceu de uma colaboração entre as equipes da North Sails e da Ocean Race.

A North Sails fornecerá manutenção de maneira confiável, com durabilidade e desempenho.

A edição de 2021-22 da The Ocean Race terá 38.000 milhas náuticas.

“Nas duas últimas edições da regata, nosso acordo com a North Sails para equipar a flotilha de VO65 contribuiu para as regatas equilibradas”, disse Phil Lawrence, diretor da The Ocean Race.

”Essa competitividade ocorre quando as equipes sabem que têm velas que podem levar ao limite, sem comprometer a segurança, durabilidade ou desempenho”.

“Consultamos nossas equipes de VO65, que deixaram clara sua preferência em ter novamente um único fornecedor de velas, como nas duas últimas edições, e estamos muito felizes por poder continuar nosso relacionamento com a North Sails na próxima edição de The Ocean Race”.

O relacionamento entre North Sails e The Ocean Race remonta há décadas!

“A Ocean Race é um dos eventos de maior prestígio em nosso esporte e é o melhor campo de provas para a durabilidade do 3Di”, observou o presidente da North Sails, Ken Read.

”Ao introduzir os drones no último evento, conseguimos ver quanto nossas velas podem suportar”.

A próxima edição da The Ocean Race está programada para começar em Alicante, Espanha, em outubro de 2021, com paradas em Cabo Verde; Cidade do Cabo, África do Sul; Shenzhen, China; Auckland, Nova Zelândia; Itajaí, Brasil; Newport, Rhode Island; Aarhus, Dinamarca; Haia, na Holanda; antes da Grande Final em Gênova, na Itália.

Sobre o COVID-19

Como organizadores de um evento global, com 10 escalas em todo o mundo, a The Ocean Race está monitorando de perto o impacto internacional da crise de saúde do COVID-19.

”Esperamos um futuro em que a The Ocean Race possa novamente conectar todos nós no esporte e na sustentabilidade”.

”Hoje, porém, somos eternamente gratos aos médicos, enfermeiros, prestadores de cuidados e todos os outros trabalhadores essenciais que se colocam em risco todos os dias para ajudar a todos nós nesses tempos difíceis”.

Campeão da Volvo Ocean Race analisa percurso oficial de 2021-22

Em entrevista à Yacht Racing, o britânico Ian Walker falou sobre o percurso da The Ocean Race 2021-22.

O evento, que deve começar em outubro do ano que vem, está mais curto – 38 mil milhas náuticas – e com menos duas stopovers do que as edições anteriores.

Em 2015, o velejador se tornou o primeiro e único skipper britânico a levantar o troféu da Volvo Ocean Race após vencer a regata com a Abu Dhabi Ocean Racing.

”Os velejadores preferem pernas mais longas. Não gostam de pit-stops para entrar no ritmo”, disse à publicação escrita pelo editor Justin Chisholm, um dos maiores especialistas em vela oceânica do mundo.

”Existe sempre um equilíbrio difícil entre a necessidade comercial de visitar muitas paradas e as equipes desejam manter os custos baixos, minimizando as escalas”

”Acho que os velejadores geralmente preferem as pernas mais longas no mar Tentar navegar em todas as zonas de exclusão no Mar do Norte e no Canal da Mancha é um pesadelo, assim como o Mediterrâneo”

Desde que anunciou sua aposentadoria das campanhas ativas, Ian Walker trabalha como diretor da Royal Yachting Association (RYA) – uma função que abrange a equipe olímpica de vela britânica.

Leia na íntegra — https://yachtracing.life/the-ocean-race-ian-walker-on-the-2021-22-edition-route/

Ian Walker tem duas medalhas de prata olímpicas (1996 e 2000).

Ele comandou também a campanha da British America’s Cup em 2002.

Veja mais análises em português

”Fiquei um pouco desapontado por a tradicional perna 1 de Alicante à Cidade do Cabo ter sido dividida em duas etapas”.

”Sempre foi minha perna favorita que tem um pouco de tudo, incluindo uma das poucas oportunidades de fazer jogadas táticas”.

”Acho que três semanas é um bom período de tempo para a primeira etapa de uma regata oceânica, dando tempo para se ajustar a uma rotina e é uma pena dividi-la em duas”.

”O início da Perna 2 será difícil, pois você terá que escapar do mar de Cabo Verde, que é realmente alto e pode afetar o vento por centenas de quilômetros e logo depois cruzar os Doldrums”.

”As algas marinhas do mar dos Sargaços serão um desafio para os aventureiros!”

”Eu acho que a Cidade do Cabo para Shenzhen será muito difícil”.

”Posso dizer-lhe que deixar a Cidade do Cabo e negociar a corrente de Agulhas é uma das partes mais difíceis de toda a prova e, em algum momento, você deve ir para o leste contra os ventos alísios e atravessar os Doldrums – o que pode ser realmente amplo no Índico”.

”Penso que a perna da China para a Nova Zelândia não será muito divertida em um IMOCA 60, pois o vento estará de frente  a maior parte do tempo e, às vezes, risco de tufão”.

 

Aulas virtuais de meio ambiente para crianças da The Ocean Race

06/04/2020 14:03

Se você está em casa com as crianças e procura algo divertido, educativo e relacionado à The Ocean Race, por que não baixar o Programa de aprendizagem?

Possui muitos quebra-cabeças e planilhas divertidas para serem preenchidos após a leitura dos folhetos Champions for the Sea.

Também alguns ótimos jogos e experiências envolventes para fazer com seus pequenos para ajudá-los a entender o oceano e como todos podemos cuidar dele. 👍

O Programa de Aprendizagem já foi usado por milhares de educadores e pais em todo o mundo, com resultados fantásticos. 👏👏

Idade sugerida: 6-12 anos
Idiomas: Inglês, Francês, Espanhol

Faça o download aquihttps://www.theoceanrace.com/en/sustainability/learning.html

E confira este vídeo com mais informações –

Campanha da NOB para ajuda no combate ao vírus

04/04/2020 12:08

Pensando em fazer a diferença neste momento crítico, a Nob vai produzir uma edição especial de camisas com proteção UV.

Vai ser uma edição limitada com a assinatura do maior atleta olímpico brasileiro da história, Robert Scheidt.

A renda será revertida para a compra de viseiras (protetores faciais / Shields) para profissionais da saúde trabalharem no combate ao coronavírus.

Com o apoio de Robert, a estampa é uma comemoração à participação do atleta em sua sétima olimpíada.

Como participar?

As camisas estão à venda exclusivamente pelo site www.nobmultisports.com/loja. Comprando a sua você vai fazer bonito dentro e fora d’agua.

A entrega será feita a partir de 01 de junho.

North Sails ajuda na confecção de máscaras faciais em Ilhabela

02/04/2020 21:24

A North Sails do Brasil, parceira da Semana Internacional de Vela de Ilhabela, solicitou à prefeitura municipal de Ilhabela um alvará especial para produzir máscaras faciais de combate ao COVID-19 nas instalações para fornecer à população local.

No projeto proposto, a North Sails fornecerá know-how vindo das fábricas North Sails da Itália e França (que já produzem máscaras desde o inicio da pandemia), mão de obra e maquinário.

A prefeitura fornecerá tecido, elásticos e linhas de costura.

Foto: Aline Bassi | Balaio