Bahia recebe o primeiro IMOCA da Transat; É o novo barco da Ocean Race

10/11/2019 00:21

Classe mais badalada da vela oceânica mundial, a IMOCA 60 definiu, na noite deste sábado (9), o campeão da Transat Jacques Vabre Normandie Le Havre 2019.

O barco Apivia, comandado pelos franceses Charlie Dalin e Yann Eliès, fez o percurso da regata entre a França e o Brasil em 13 dias, 12 horas 8 minutos.

A dupla derrotou as outras 28 parcerias que largaram para os 8 mil quilômetros entre Le Havre, na Normandia, e Salvador, na Bahia. O veleiro é um dos mais novos da competição; Foi lançado em agosto deste ano e está equipado com foils, que ajudam a embarcação a andar mais rápido.

É a primeira vez na história que a regata, também conhecida como Rota do Café, tem esse número de IMOCAs.

A categoria está inserida no hall das principais regatas mundiais, incluindo a Transat Jacques Vabre, Vendée Globe, Ocean Race (antiga Volvo Ocean Race) e Rota do Rum utilizam a IMOCA 60 como barcos principais.

“Foi a minha maior vitória, com certeza! Esta é uma regata em que eu cresci vendo, que me fez sonhar quando eu saí da faculdade”.

”Lembro quando eu saia para admirar os barcos em Le Havre”, disse Charlie Darlin, que é da cidade de origem da regata.

O resultado em Salvador (BA) também foi histórico para o francês Yann Eliès, que levantou a taça pela terceira vez.

O velejador havia conquistado o título na classe Multi50 em 2013, correndo ao lado de Erwan Le Roux no FenêtréA Cardinal. O destino final foi Itajaí (SC).

Na última edição, em 2017, agora na Bahia, Yann Eliès esteve a bordo do barco St Michel – Virbac, com o compatriota Jean-Pierre Dick.

”Esta vitória na Transat Jacques Vabre é realmente um momento único, mesmo que seja a terceira”.

Especialista em proteção da saúde, Apivia Mutuelle oferece soluções de saúde complementar além de seguros na França.

A empresa e o velejador Charlie Dalin formaram parceria com o IMOCA 60 de 2019 a 2022 para a disputa dos principais campeonatos de vela oceânica.

A IMOCA deve ter uma avalanche de chegadas neste domingo (10), incluindo a definição do pódio entre PRB e Charal, que devem cruzar a linha na baía de Todos-os-Santos no final da manhã.

Na sequência devem aparecer Advens for Cybersecurity, 11th Hour Racing, Initiatives Cœur e Banque Populaire.

Pódio completo na Multi50

A regata Transat Jacques Vabre Normandie Le Havre definiu, neste sábado (9), o pódio completo da classe Multi50, uma das três no calendário de competição internacional.

Com a chegada do barco Primonial a Salvador (BA), o resultado da categoria está consolidado na edição 2019 da principal prova de vela oceânica em duplas do mundo.

O campeão da Multi50 foi o Groupe GCA Mill et une Sourires, seguido pelo Solidaires en Peloton ARSEP.

 

 

 

Transat Jacques Vabre 2019 define pódio da Multi50

09/11/2019 11:31

A regata Transat Jacques Vabre Normandie Le Havre definiu, neste sábado (9), o pódio completo da classe Multi50, uma das três no calendário de competição internacional.

Com a chegada do barco Primonial a Salvador (BA), o resultado da categoria está consolidado na edição 2019 da principal prova de vela oceânica em duplas do mundo.

O barco dos franceses Sébastien Rogues e Matthieu Souben fez o percurso de 8 mil quilômetros entre Le Havre, na França, e a capital baiana em 13 dias, 9 minutos e 42 segundos, diferença de mais de 30 horas para o vencedor da competição. O campeão da Multi50 foi o Groupe GCA Mill et une Sourires, seguido pelo Solidaires en Peloton ARSEP.

O Primonial foi recebido como manda a tradição, abençoado pelo sol de quase 30 graus na manhã baiana. A dupla estava na briga pela vitória nos primeiros dias de regata, mas acabou perdendo contato com os líderes após um pit-stop em Cabo Verde, ilha no meio Oceano Atlântico.

“Uma coisa é certa: saímos em três de Le Havre, precisávamos de um primeiro, de um segundo e um terceiro. O Groupe GCE fez uma regata incrível, navegou como um campeão e mereceu sua vitória. O melhor ganhou!”.

”Tivemos uma primeira semana extraordinária e nossa estratégia foi bastante conservadora no Canal da Mancha. Fizemos bem em atacar, mas uma falha no motor que gera energia nos obrigou a parar”.

”Navegamos com apenas uma bússola e um GPS no escuro. A competição parou em Cabo Verde, mas a aventura terminou em Salvador da Bahia”, disse Sébastien Rogues.

A prova transatlântica espera para a noite deste sábado (9) a definição do vencedor de 2019 da classe IMOCA, uma das mais badaladas da vela oceânica mundial.

O Apivia já navega em águas brasileiras e deve fazer a aproximação à Baía de Todos-os-Santos a partir de 22h. Atrás dele devem chegar, pelo menos, outros 20 monocascos nos próximos dias.

Veja a posição dos barcos https://www.transatjacquesvabre.org/fr/cartographie-et-classement

A IMOCA largou de Le Havre com 29 barcos, mas dois já ficaram pelo caminho. A Class40, outra categoria da Transat Jacques Vabre, deve ter seu vencedor conhecido na semana que vem. Ainda disputam a Transat Jacques Vabre 49 barcos na regata.

A regata 

A Transat Jacques Vabre Normandie Le Havre largou em 27 de outubro de Le Havre, na Normandia francesa com 59 barcos, um recorde para a competição.

A prova reúne 11 nacionalidades na temporada 2019, a 14ª da história. São três classes na disputa: Class40, Multi50 e IMOCA.

A competição também é conhecida como Rota do Café por parar em um país produtor da comoditie.

Classificação

MULTI 50
1º lugar – Groupe GCA – Mille et un sourires – 11 dias, 16 horas, 34 minutos e 41 segundos.
2º lugar –Solidaires En Peloton ARSEP –  12 dias, 2 horas e 38 minutos Diferença para o 1º: 10h3min20s
3º lugar – Primonial – 3 dias, 9 minutos e 42 segundos Diferença para o 1º: 1 dia, 7h35min1s

 

 

Fita-Azul da Transat Jacques Vabre 2019 é o Groupe GCA Mille et un sourires

08/11/2019 11:35

O vencedor da Transat Jacques Vabre Normandie Le Havre na classe Multi50 foi o barco Groupe GCA Mille et un Sourires, comandado pelos franceses  Gilles Lamiré e Antoine Carpentier.

Eles são o Fita-Azul da regata, é o termo usado pra o barco que chega em primeiro no porto de origem envolvendo todas as classes.

A dupla completou a regata de 8 mil quilômetros entre Le Havre, na França, e Salvador, na Bahia, em 11 dias, 16 horas, 34 minutos e  41 segundos.

O multicasco cruzou a linha de chegada na madrugada desta sexta-feira (8) e como manda a tradição da competição, os velejadores foram recebidos com fogos de artifício, camarão, frutas e caipirinha no píer do Terminal Turístico da Bahia.

A média de velocidade do Groupe GCA Mille et un Sourires foi de 15,50 nós ou 28,71 km/h.

“Quando partimos, já estávamos cansados, é uma desvantagem quando sabemos que devemos entrar no ritmo imediatamente. A semana em Le Havre foi intensa! Tivemos problemas para entrar na regata, mas confiamos no barco!”, disse Gilles Lamiré.

O barco assumiu a liderança após a passagem pelas Ilhas Canárias e conseguiu ampliar a vantagem para os outros dois concorrentes nos ventos indecifráveis dos Doldrums, zona perto da Linha do Equador.

O segundo colocado ao que tudo indica será o Solidaires en Peloton – ARSEP, que deve concluir a prova na Baía de Todos-os-Santos até o início da tarde desta sexta-feira (8).

O Primonial saiu da briga pela vitória após fazer um pit-stop em Cabo Verde e só deve completar a Transat Jacques Vabre Normandie Le Havre no sábado (9).

Os campeões

Foi a primeira conquista de Gilles Lamiré na Transat Jacques Vabre. Já Antoine Carpentier confirmou seu segundo título na regata internacional.

Em 2017, a bordo do VandB, o velejador francês fez dupla com Maxime Sorel na vitoriosa campanha da Class40.O barco leva o nome de duas instituições francesas.

O Grupo GCA é o principal distribuidor da Toyota e Lexus no país, com 56 concessionárias.

Já a Mille et Un Sourires, tradução para o português de mil e um sorrisos, é uma associação sediada na Bretanha (Saint-Marcel, Morbihan) que atende crianças com deficiência, doentes terminais e familiares. A linha de ação da entidade é “devolver sorrisos às crianças enfermas.

A Transat Jacques Vabre Normandie Le Havre largou em 27 de outubro de Le Havre, na Normandia francesa com 59 barcos, um recorde para a competição.

A prova reúne 11 nacionalidades na temporada 2019, a 14ª da história.

São três classes na disputa: Class40, Multi50 e IMOCAA competição também é conhecida como Rota do Café por parar em um país produtor da comoditie.

Uma regata diferente em Ubatuba (SP)

07/11/2019 13:16

A 10ª edição da regata Troféu das Ilhas vai acontecer nos dias 15 e 16 de novembro e está aberta aos veleiros das classes RGS, IRC, Bico de Proa e Multicasco.

Realizado pelo Ubatuba Iate Clube, a partir deste ano, as equipes vencedoras nas classes IRC e RGS geral terão seus nomes gravados no troféu transitório, que ficará no Ubatuba Iate Clube e quem cravar três vitórias nessas classes leva o troféu definitivamente.

A competição tem uma característica particular, todas as regatas são de percurso longo,  contornando algumas das mais belas ilhas da região de Ubatuba.

“Decidimos realizar o Troféu das Ilhas nos primeiros dois dias do feriado de novembro para facilitar a viagem de volta dos competidores. As regatas vão acontecer na sexta (15) e sábado (16), quando teremos também a premiação e a tradicional galinhada do UIC”, explica Alex Calabria, diretor adjunto de vela do Ubatuba Iate Clube

Após as regatas, confraternização com a hospitalidade já conhecida do UIC.

As informações, ficha de inscrição e o 3º Aviso de Regata estão disponíveis no site do clube: http://ubatubaiateclube.com.br/regata-trofeu-das-ilhas-2019

O Troféu das Ilhas tem o apoio da Classe Bra RGS, FEVESP, Postos Flutuantes Ímola e Mônaco, Renew Boats,  Farol das Tintas,  V. Bros Adesivos,  Supermercado Paulista,  International Yacht Paint e Balaio de Ideias Fotografia.

Barco mais rápido da Transat Jacques Vabre chega nesta quinta-feira (7) à Bahia

06/11/2019 19:08

Maior regata em duplas do mundo é disputada entre Le Havre, na França, e Salvador, na Bahia. Percurso tem ao todo 8 mil quilômetros.

O vencedor da classe Multi50 da Transat Jacques Vabre Normandie Le Havre deve ser conhecido na tarde desta quinta-feira (7).

O Groupe CGA – Mille et un sourires, multicasco comandado pelos franceses Gilles Lamiré e Antoine Carpentier deve cruzar a linha de chegada na Baía de Todos-os-Santos, em Salvador (BA), a partir de 14h.

A recepção será na Vila da Regata, montada no Terminal Turístico da Bahia, que fica atrás do Mercado Modelo. A competição é também conhecida como Rota do Café, por sempre parar em um país produtor da comoditie.

A regata internacional largou em 27 de outubro de Le Havre, na França, para a capital baiana em um percurso de 8 mil quilômetros pelo Atlântico. Ao todo, a prova em dupla teve 59 barcos de 11 países na saída, mas sete já ficaram pelo caminho nas difíceis condições de navegação até o Brasil.

”A Rota do Café é prova mais longa das regatas transatlânticas e a única que muda o hemisfério. Os barcos enfrentaram e alguns ainda enfrentam condições difícieis de regata, como a passagem pelo Golfo da Biscaia com ventos fortes e rápidos. Depois pagaram um tempo melhor, mas se depararam com os Doldrums, que mudam o resultado”, contou a francesa Sylvie Viant, diretora de prova.

O multicasco Groupe CGA – Mille et un sourires assumiu a liderança da regata após ultrapassar o Solidaires En Peloton – ARSEP nos primeiros dias. Em terceiro na tabela está o Primonial.

Na reta final, o líder conseguiu passar pelo ponto decisivo da Transat Jacques Vabre Normandie Le Havre, que é a entrada e saída dos Doldrums, zona de convergência intertropical, com ventos de difícil entendimento.

Apesar da virtual vitória, o Groupe CGA – Mille et un sourires não deve bater o recorde da Transat Jacques Vabre na categoria dos multicascos de 50 pés, pois passará de 11 dias de navegação.

Em 2017, a dupla do barco Arkema foi a campeã da classe Multi50 com o tempo de 10 dias, 19 horas e 14 minutos de regata.

O percurso total de Le Havre, na França, a Salvador, na Bahia, tem ao todo 8 mil quilômetros.

Mais chegadas

A Transat Jacques Vabre Normandie Le Havre tem mais duas classes em disputa rumo à Bahia. Com 29 barcos no tiro de largada, a IMOCA se consolidou como uma das principais classes de vela oceânica do mundo e mais uma vez lotou a flotilha da competição.

A disputa segue acirrada no Oceano Atlântico, com Apivia e Charal duelando quilômetro a quilômetro pela liderança.

Na última atualização desta quarta-feira (6), os dois estavam praticamente iguais, deixando PRB, Banque Populaire e 11th Hour Racing para trás.

”Chegamos nos Doldrums. Há vento no leste e não há vento no oeste. É por isso que temos um doldrums especial este ano. Vimos muitas imagens de satélite. Mas nós fizemos a nossa regata, nós tocamos o barco!”, disseCharlie Dalin, skipper do Apivia.

Os IMOCAs devem chegar ao Terminal Turístico da Bahia a partir de sexta-feira (8), no período da noite. Durante o fim de semana, a previsão supera mais de 15 barcos chegando em Salvador.

A outra classe na competição é a Class40, que tem o Crédit Mutuel, que literalmente está dando show na competição.

O veleiro quebrou o recorde de quilômetros percorridos em 24h. Na vela oceânica, a unidade usada é a milha náutica.

O Crédit Mutuel fez 415,6 milhas náuticas (768,5 km) em um dia batendo a marca anterior de 377,7 (698,2 km) do V&B, estabelecido na última edição da Transat Jacques Vabre Normandie Le Havre, no ano de 2017.

Os primeiros veleiros da Class40, que ainda estão nos Alísios (ventos comerciais) devem cruzar a linha na semana que vem.

Multi 50 Groupe GCA abre na liderança da Transat Jacques Vabre

05/11/2019 17:03

Os franceses Gilles Lamiré e Antoine Carpentier já percorreram 75% do percurso entre a França e o Brasil.

O ato final no Oceano Atlântico é a entrada nos Doldrums, zona de convergência intertropical com ventos praticamente indecifráveis.

A regata Transat Jacques Vabre Normandie Le Havre deve ser decidida nesta quinta-feira (7) com a provável vitória do Groupe GCA – Mille et un sourires, catamarã da Multi50.

Os franceses Gilles Lamiré e Antoine Carpentier já percorreram 75% do percurso entre a França e o Brasil. O ato final no Oceano Atlântico é a entrada nos Doldrums, zona de convergência intertropical com ventos praticamente indecifráveis.

Vence a regata a dupla que entrar e sair primeiro desta área. Restam menos de 2 mil quilômetros para o Groupe CGA – Mille et un sourires cruzar a linha de chegada na Baía de Todos-os-Santos, em Salvador (BA).

O segundo na Multi50 é o Solidaire En Peloton – ARSEP, que está pelo menos 7 horas atrás dos líderes.

Os barcos devem passar pela Linha do Equador nas próximas horas e acelerar próximo à costa brasileira com ventos de média intensidade, segundo a previsão local.

”Estamos mais rápidos do que o Primonial e mais lentos do que o GCA. Nunca encontramos a mesma força de vento deles, e isso é bastante doloroso e frustrante”, explicou Thibault Vauchel Camus do Solidaires En Peloton – ARSEP.

O Primonial, que é o terceiro na tabela da categoria dos multicascos chegou a liderar a regata no início, mas um pit-stop em Cabo Verde tirou as chances de equipe por enquanto de ganhar o campeonato.

A dupla está mais de 500 quilômetros em desvantagem para os primeiros. Mas regata tudo pode acontecer e literalmente só ‘termina quando acaba’.

A Transat Jacques Vabre Normandie Le Havre não tem apenas os Multi50. Disputam a prova veleiros da IMOCA60 e Class40, que estão espalhados pelo Oceano Atlântico.

Largaram de Le Havre, na França, 59 barcos e sete já ficaram pelo caminho.

Na IMOCA, o Charal conseguiu abrir vantagem para APIVIA e 11th Hour Racing e se conseguir gerenciar melhor a passagem pelos Doldrums terá vantagem, assim como o líder da Multi50.

A tendência é que o vencedor da categoria dos 60 pés cruze a linha de chegada no sábado (9), trazendo com ele, no fim de semana, pelo menos outros 12 barcos. A categoria IMOCA conta com 27 veleiros em modo regata.

Na Class40, o Credit Mutuel da dupla Ian Lipinski e Adrien Hardy está mais de 80 quilômetros à frente de seus perseguidores do Leyton.

Os dois veleiros que estão na ponta completaram nesta terça-feira (5) 50% de prova. Os ventos alísios ao norte de Cabo Verde foram muito fortes ajudando quem está na frente.

”O Crédit Mutuel é sempre mais rápido nessas são suas condições. Tentamos manter o ritmo e ficar na briga”, disse o francês Aymeric Chappellier, do Aïna Enfance & Avenir, terceiro colocado na disputa do Class40.

A previsão é que o primeiro colocado da categoria dos 40 pés da Transat Jacques Vabre termina a regata na quarta-feira (13). Ao todo, 22 veleiros da classe seguem em disputa no Atlântico.

 

Barco Hugo Boss decide liberar a quilha

04/11/2019 17:08

A tripulação do Hugo Boss disse nesta segunda-feira (4) que, depois de esgotar todas as opções, decidiu cortar a quilha do seu monocasco IMOCA de 60 pés.

O barco bateu em um objeto não identificado e acabou abandonando a 14ª edição da Transat Jacque Vabre Normandie Le Havre.

”Ontem à noite, Alex e Neal puderam descansar a bordo do Hugo Boss”, disse Ross Daniel, diretor técnico da Alex Thomson Racing.

”Nas primeiras horas da manhã, os skippers retomaram suas tentativas de estabilizar a quilha”.

”Apesar de seus esforços, ficou claro que manter a quilha presa colocaria o barco em grande risco. Com a quilha presa apenas pelo aríete hidráulico e em uma posição instável, havia um sério risco de danos significativos ao casco”.

”Fizemos tudo o que pudemos para preservar a quilha, mas coletivamente determinamos que era muito perigoso mantê-la no lugar”.

”Portanto, com a orientação de nossa equipe em terra, Alex e Neal começaram a cortar o aríete hidráulico para liberar a quilha do barco. Depois de muitas horas, eles tiveram sucesso em seus esforços e a quilha agora não está mais presa ao barco”.

O Hugo Boss havia completado pouco mais de um terço do percurso de 4.350 milhas desta regata em duplas para Salvador (BA).

No ranking das 15H (UTC), o barco mais rápido do grupo foi o 11th Hour Racing de Charlie Enright (EUA) / Pascal Bidegorry (FRA).

O veleiro Charal pode estar na liderança da IMOCA, mas eles estão sentindo o calor que vem por trás dos seus concorrentes, enquanto procuram o melhor ângulo para os Doldrums.

Na noite passada, o 11th subiu duas posições do quinto para o terceiro lugar e estavam apenas uma milha atrás do Apivia.

O 11th Hour Racing percorreu 416 milhas nas últimas 24 horas, 48 a mais que Apivia e 28 a mais que Charal, que está 71 milhas à frente.

Leia o resumo da regata — https://onboardsports.net/barcos-chegam-aos-ventos-alisios/

Domingo de quebras na Transat Jacques Vabre

03/11/2019 18:12

Dois barcos favoritos com sérios problemas na Transat Jacques Vabre: Primonial para em Cabo Verde para reparos e o Hugo Boss abandona por problemas na quilha

Atualmente em segundo lugar na classe Multi50 da Transat Jacques Vabre Normandie Le Havre, os velejadores Sébastien Rogues e Matthieu Souben estão enfrentando um problema de energia a bordo do Multi50 Primonial.

De acordo com sua equipe técnica, eles tomaram a decisão às 12:00 UTC de fazer uma parada técnica em Mindelo, no arquipélago de Cabo Verde, para fazer reparos.

Uma vez feito, eles voltarão à regata e terminarão em Salvador da Bahia, no Brasil.

O mesmo não poderá ser feito pelo Hugo Boss.

Alex Thomson e Neal McDonald estavam navegando a cerca de 25 nós a bordo do HUGO BOSS e atingiram algo na água.

Ainda não está claro o que eles atingiram.

Após o incidente, Alex e Neal pararam o barco e realizaram uma inspeção para avaliar os danos sofridos.

Verificou-se que a quilha não está mais presa pelo cilindro hidráulico.

Devido aos danos sofridos no barco, foi tomada a decisão de que Alex e Neal não continuarão na regata.

A equipe da Alex Thomson Racing está agora trabalhando para ajudar os skipper a levar o barco para o porto mais próximo.

Alex e Neal estão seguros dentro do barco e não sofreram ferimentos graves.

Brasileiros são recebidos na Barcolana

01/11/2019 08:42

Mais de 2.000 veleiros disputaram a 51ª edição da Barcolana, um dos principais encontros da vela oceânica europeia.

E o Brasil esteve representando com uma dupla bem relacionada no segmento de vela oceânica.

Os velejadores e representantes do Yacht Club de Ilhabela (YCI) Carlos Eduardo Souza e Silva e Cris Lueth foram recebidos no clube de vela Società Velica di Barcola e Grignano, que organiza a Barcolana.

Eles são Integrantes do comitê organizador da Semana Internacional de Vela de Ilhabela e estiveram reunidos em Trieste, na Itália, no mês de outubro.

Foto: Carlo Borlenghi

Veja o texto completo aqui — https://onboardsports.net/semana-de-vela-na-barcolana/

”Eles ficaram felizes em estreitar o relacionamento conosco na Semana de Vela, que é o maior evento de vela da América Latina. Convidei-os pra nos visitar em 2020 durante a nossa 47ª edição”, contou Carlos Eduardo Souza e Silva, que recebeu atenção da mídia local durante a realização da regata.

A Barcolana reuniu mais de 15 mil velejadores de todo o mundo e teve como vencedor de 2019 o barco Way of Life, de propriedade do armador esloveno Gašper Vinčec. O Maxi de quase 27 metros fez o percurso no Golfo de Trieste em 1h54min10. A tripulação foi recebida nesta semana por Borut Pahor, presidente da Eslovênia.

Nomes de peso da vela mundial como a britânica Dee Caffari, a norte-americana Sally Barkow e a chinesa Vicky Song estavam na linha de largada da Barcolana junto aos brasileiros. ”A Barcolana é provavelmente uma das regatas mais difíceis pra organização, tanto na água quanto na festa da vela envolvendo toda a cidade e fazendo no seu race village um verdadeiro salão náutico popular”, disse Carlos Eduardo Souza e Silva, o Kalu.

”Temos muito o que aprender com eles tanto tecnicamente quanto na coordenação de diversas organizações, clubes, marinas, prefeituras, entidades privadas e uma multiplicidade de patrocinadores e apoiadores”.

O objetivo da visita do comitê organizador da Semana Internacional de Vela de Ilhabela aos representantes da Barcolana foi montar uma cooperação entre os dois eventos. Os italianos buscam aproximação com outros eventos internacionais icônicos como a Volta à ilha de Wright, na Inglaterra, por exemplo.

A Semana Internacional de Vela de Ilhabela 2020 será disputada de 4 a 11 de julho e seus representantes já estão montando o cronograma de atividades para a vila da regata local, bem como os acordos com apoiadores e patrocinadores.

”Foi muito interessante ver de perto alguns maxis famosos e super profissionais, outros barcos históricos como o Moro de Venezia e antigos da Volvo Ocean Race e Withbread Around the World, além de ORC e IRC, como na Semana de Vela”, completou Cris Lueth, que disputa as regatas no Brasil a bordo do Orson.

Veja os resultados completos da Semana de Vela no site sivilhabela.com.br/resultados

Pedidos especiais de imagens podem ser feitos pelo e-mail juliana@onboardsports.net

Baixe o mídia kit do evento AQUI.