Volvo Ocean Race faz ação de limpeza das praias em Itajaí

15/04/2018 17:38
Itajai stopover. Surf Competition and beach clean up. 15 April, 2018.

Outro velejador que participou da ação foi Simon Fisher, que está em sua quarta edição da regata de volta ao mundo e foi campeão uma vez.

“Fizemos surfe e depois uma limpeza de praia para aumentar a conscientização sobre a poluição do plástico”, disse o britânico Simon Fisher, navegador para Vestas 11 Hour Racing. “Assim que você chega à areia, descobre que há muitos pedaços pequenos de plástico. É bastante chocante!”.

O município cedeu toda a estrutura para a limpeza, como sacos de lixo, luvas e caçambas para recolhimento de resíduos. Outra iniciativa ambiental é o Veleiro ECO, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), primeiro do Brasil desenvolvido para expedições e pesquisas oceanográficas.

Leg 8, Itajai stopover. Surf Competition. 15 April, 2018.

Na quarta-feira (18), com a presença da brasileira Martine Grael, ocorrerá o Seminário Técnico-Científico “O futuro dos Oceanos: combate ao lixo no mar”. O evento é gratuito e terá assinatura de protocolo de intenções do município com a campanha global “Clean Seas”, em português: “#MaresLimpos” das Nações Unidas.

Enquanto isso, na Vila da Regata de Itajaí, as cinco equipes que já chegaram fazem reparos em seus veleiros com a ajuda do estaleiro oficial do evento, chamado de The Boatyard. O Turn The Tide On Plastic, por exemplo, até instalou o mastro.

A partir desta semana, os barcos voltam para água para fazer os primeiros treinos. A programação oficial de regatas inclui a In-Port Race, na sexta-feira (20), e a largada para Newport (Estados Unidos), no domingo (22).

Segundo os organizadores locais, a Vila da Regata ultrapassou 200 mil pessoas neste domingo (15). A previsão é que esse número dobre após a largada da oitava etapa da regata Volvo Ocean Race.

Leg 8, Itajai stopover. Surf Competition. 15 April, 2018.

Nova Zelândia coloca grana alta para America’s Cup

21/11/17- The 36th America’s Cup class boat concept of the AC75.

Detentores do título da America’s Cup, a Nova Zelândia promete aportar 127 milhões de euros nas instalações para sediar as regatas.

A próxima edição, a 36ª da copa, será em 2021 em Auckland. E como manda a regra, o vencedor escolhe o local das provas e o modelo do barco a ser utilizado.

Após seis meses de negociações entre o governo da Nova Zelândia, o conselho da cidade e o Emirates Team New Zealand, defensor do título e chefe da organização, o projeto apresentado pela mesma equipe foi finalmente aceito.

Localizado perto do famoso Viaduct Harbour, a área local é conhecida como Wynyard Hobson e sua construção vai representar uma grande modernização

A equipe da Nova Zelândia instalará o Centro de Eventos do Viaduct no Halsey Pier. Isso, essencialmente, elimina a necessidade de uma extensão do cais Halsey, levando a uma redução significativa de custos.

O plano prevê a construção de sete edifícios para acomodar os diferentes equipamentos. Após o final do evento, o prédio de três andares seria a sede permanente da equipe da Nova Zelândia.

Para financiar o plano, o Conselho da Cidade de Auckland contribuirá com 59 milhões de euros. Esse número inclui um fundo direto de 34 milhões de euros para o evento e outros 25 milhões de despesas operacionais a parte de contribuição do Conselho dos 127 milhões de euros do orçamento para sediar a 36ª Copa América.

O governo da Nova Zelândia contribuirá com os 68 milhões de euros restantes, incluindo os 24 milhões pagos ao Emirates Team New Zealans como parte do contrato como a cidade anfitriã do evento.

A Nova Zelândia deve gerar mais de 8 mil empregos por causa da regata.