Barco de Martine Grael chega em último

27/12/2017 23:40

Team AkzoNobel ficou em sétimo e último lugar da perna entre a Cidade do Cabo, na África do Sul, e Melbourne, na Austrália.

Problemas no barco impediram um melhor resultado na regata e equipe terá menos dias de descanso para a próxima etapa, que larga em 2 de janeiro.

O destino da Leg 4 será Hong Kong.

 

O resultado não foi o esperado pela tripulação, que teve problemas durante a primeira semana da regata entre a Cidade do Cabo, na África do Sul, e a australiana Melbourne.

A quebra da trilha do mastro e de uma vela importante para ventos fortes tirou a chance do barco brigar pelas primeiras posições.

A etapa foi vencida pelo barco espanhol MAPFRE, com mais de três dias de vantagem para o AkzoNobel.

”Apesar do mau resultado, eu me sinto feliz por passar por uma perna do oceano do sul. Chegou todo mundo inteiro e o barco ainda está com mastro. Ainda assim não foi tão mal”, disse a brasileira Martine Grael.

 

MAPFRE perto de Melbourne! Natal dos espanhóis será em terra firme

23/12/2017 15:42

O barco espanhol MAPFRE se aproxima da vitória da terceira etapa da Volvo Ocean Race 2017-18.

A equipe comandada pelo campeão olímpico Xabi Fernández deve completar o percurso entre a Cidade do Cabo, na África do Sul, e Melbourne, na Austrália, antes do dia de Natal.

O ETA – tempo estimado de chegada – indica chegada do time da Espanha na tarde deste domingo (24) na cidade australiana. No horário de Brasília seria na madrugada.

Mas para vencer a prova de 6.500 milhas náuticas, marcada pelos ventos fortes e o frio dos mares do sul, o MAPFRE precisa negociar com um sistema de alta pressão que ameaça invadir o oeste, trazendo ventos mais fracos.

A aproximação a Melbourne tem correntes difíceis de atravessar também.

“Foi uma perna difícil e até ontem foi apertado com o Dongfeng. Estamos empurrando muito forte”, disse Xabi Fernández.

Confortável na ponta da terceira etapa da Volvo Ocean Race depois de abrir vantagem para o segundo colocado, que é o Dongfeng Race Team, o MAPFRE não deixa de acelerar para evitar surpresas.

”Nós lutamos muito para ficar sempre próximo deles. Foi complicada a perseguição, eles são difíceis de pegar. O sentimento quando nós passamos foi indescritível”, completou o espanhol campeão olímpico em Atenas 2004 na classe 49er.

Se o MAPFRE vencer como está indicando ampliará a liderança na classificação geral. O vencedor dessa etapa, que tem pontuação dobrada, soma 15 pontos (incluindo um de bonificação pela perna dos mares do sul).

A disputa pelo terceiro lugar da etapa segue acirrada entre Vestas 11th Hour Racing e o Team Brunel. O team AkzoNobel, da brasileira Martine Grael, continua em sétimo e só deve cruzar a linha de chegada na quarta-feira (27).

 

Dongfeng não pega MAPFRE após modo invisível

22/12/2017 23:06

O Dongfeng Race Team tentou reassumir a liderança da terceira etapa da Volvo Ocean Race depois de o MAPFRE abrir vantagem na ponta.

Os chineses, que estavam em primeiro lugar até a última quarta-feira (20), adotaram o modo invisível e não foram detectados no mapa por 24 horas.

Depois do stealth mode, os chineses viram os espanhóis abrirem mais de 90 milhas náuticas de vantagem na perna entre a Cidade do Cabo, na África do Sul, e Melbourne, na Austrália.

Faltam menos de 1.000 milhas náuticas das 6.500 de toda etapa pelos mares do sul.

“Os últimos relatórios de posição foram muito bons para nós e temos uma boa vantagem, mesmo que o Dongfeng tenha se escondido”, disse o skipper do MAPFRE, Xabi Fernández.

Desesperados para encostar no Vestas 11th Hour Racing, que é o terceiro apenas a 10 milhas à frente, o Team Brunel foi momentaneamente varrido por uma rajada de vento que fez o Volvo Ocean 65s ficar de lado.

“Provavelmente estava puxando um pouco demais quando ficamos de lado, íamos a cerca de 20 nós”, explicou o timoneiro Peter Burling.

“Tivemos muita sorte, pois houve rajadas de 40 nós mais tarde”.

A disputa pelo quinto lugar continua entre Team Sun Hung Kai/Scallywag e Turn the Tide on Plastic.

O team AkzoNobel, da brasileira Martine Grael, segue em último lugar da terceira etapa. O barco teve problemas na semana passada eperdeu posições.

A perna vale pontuação dobrada.

Volvo Ocean Race: Terceira etapa deve ser concluída dia 24

20/12/2017 15:17

A atualização de posições da tarde desta quarta-feira (20) indicou provável chegada na tarde de domingo (24), véspera de Natal.

A disputa pela liderança da terceira etapa da Volvo Ocean Race segue bastante acirrada entre os espanhóis do MAPFRE e os chineses do Dongfeng Race Team.

”Claro que é bom estar na liderança, mas sabemos que eles [Dongfeng] vão pressionar muito”, disse o espanhol Xabi Fernández, comandante do MAPFRE.

“Os próximos bordos serão oportunidades para eles passarem, como o último foi para nós. Sabemos que eles são rápidos e precisamos ter muito cuidado”, concluiu o espanhol.

Todos os sete barcos que disputam a terceira etapa da Volvo Ocean Race navegaram próximos à Zona de Exclusão, linha imaginária imposta pela organização para evitar acidentes com icebergs nessa parte dos mares do sul.

Depois de escolher rotas diferentes nos últimos dias, hoje todos os sete barcos estão praticamente alinhados ao longo do paralelo 45, com mais de 450 milhas separando o MAPFRE em primeiro lugar, do team AkzoNobel em sétimo.

Vídeo: Martine Grael fala sobre o AkzoNobel

18/12/2017 18:24

O barco team AkzoNobel, que tem com integrante a campeã olímpica Martine Grael, tenta se recuperar na terceira etapa da Volvo Ocean Race 2017-18. A equipe teve duas quebras importantes na semana passada e passou quase três dias tentando arrumar o problema. Agora com 100% em modo regata, a equipe continua em sétimo e último lugar. Apesar de estar quase 300 milhas dos líderes, a tripulação não perde as esperanças. A terceira etapa da Volvo Ocean Race deve ser concluída até dia 25 de dezembro. Os barcos partiram da Cidade do Cabo, na África do Sul, com destino à cidade australiana de Melbourne para 6.500 milhas náuticas pelos mares do sul.

”Agora está tudo certo. A gente está consertando uma tala que quebrou’’, disse Martine Grael. ”Foi bem frustrante não subir o grande por três dias. A gente navegou devagar sabendo que os outros barcos estavam bem mais rápidos’’. 

”Desde a largada foi muito duro o primeiro dia, pra variar. Depois pegamos o frio e os ventos do sul. Está sendo muito legal, com muito vento em popa. Era o que eu esperava para essa perna. E vamos que vamos’’, contou a campeã olímpica Martine Grael.

Na quinta-feira (14), o team AkzoNobel teve a quebra da trilha do mastro e de uma vela importante para ventos fortes. O dano ocorreu quando o barco ocupava a quarta colocação na terceira etapa da Volvo Ocean Race 2017-18. A principal dificuldade dos tripulantes foi fazer o reparo em condições de vento forte e ondas grandes.

 ”Na quinta-feira fomos dar um jibe, o segundo da noite, e assim como qualquer barco, algumas manobras não dão certo. Na real foi bem vergonhoso, pois quebramos todas as talas do grande (vela) e descolou calha (trilha) do mastro. Foi muito complicado reparar a calha. A cola não curou. É muito úmido e frio. Não deu certo. Fizemos uma segunda tentativa e também não deu certo’’, explicou Martine Grael.

 Duelo visual nos mares do sul

Os barcos Dongfeng Race Team e MAPFRE se revezam na ponta da terceira etapa da Volvo Ocean Race. Depois de oito dias de regata – a largada da Cidade do Cabo foi no domingo (10) – os dois barcos estão em contato visual. Faltam menos de 2.700 milhas náuticas para cruzar a linha de chegada em Melbourne, na Austrália.

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“Não faz muito tempo que tivemos contato com o MAPFRE. É uma coisa incrível, um pouco surreal tão próximos”, relatou Carolijn Brouwer, do Dongfeng. “Os caras do MAPFRE tiveram que fazer algo para não bater. Tem sido bastante cansativo, com muitas manobras’’.

Quem vencer a etapa entre os dois estará na frente da classificação geral após três etapas. Em terceiro lugar aparece o Vestas 11th Hour Racing, seguido pelo Team Brunel.

Nesta segunda-feira (18), os velejadores do Brunel foram atacados por uma forte onda e a atleta Annie Lush sofreu uma lesão nas costas.

Lush e o companheiro de equipe, Peter Burling, estavam trabalhando na popa quando o Team Brunel preparou-se para se aproximar da Zona de exclusão de gelo. Uma grande onda os varreu o barco. Burling não ficou ferido, mas Lush ficou com dor no lado direito e lutando para mover a perna direita. A tripulação agiu rapidamente medicando a velejadora com analgésicos. O médico oficial da regata, Spike Briggs, foi acionado.

 

Barco que esteve em Itajaí na Transat Jacques Vabre quebra recorde mundial

17/12/2017 21:11

Itajaí teve a honra de receber no ano de 2015 o trimarã MACIF, que acaba de quebrar um recorde mundial!

O francês François Gabart deu a volta ao mundo em solitário em 42 dias e 16 horas.

Seis dias mais rápido que o recorde anterior de Thomas Coville no ano passado.

Eles estiveram em Itajaí em novembro de 2015, vencendo a Ultime da Transat Jacques Vabre.

Na oportunidade o barco estava tripulado por duplas: Gabart com o compatriota

O trimarã navegou por 27.859 milhas, com uma média de velocidade de 27,2 nós.

Veja o vídeo aqui https://youtu.be/OPN_Gi6BOaA

 

Guerra de manobras na Volvo Ocean Race

Os barcos MAPFRE e Dongfeng Race Team lideram a terceira etapa da Volvo Ocean Race 2017-18. Os adversários praticamente estão empatados na perna pelos mares do sul, que terá como destino final a australiana Melbourne. Só neste domingo (17), as duas equipes fizeram mais de 20 manobras de mudança de direção para tentar ganhar mais velocidade na regata. Os barcos estão próximos à zona de exclusão de gelo definida pela Volvo Ocean Race para garantir segurança dos tripulantes. Nessa área há registros de icebergs!

As manobras chamadas de jibe ou cambada exigem toda a tripulação no convés. O procedimento pode demorar cerca de 30 minutos. “Tudo bem a bordo, com moral elevada, especialmente agora que estamos perto da liderança novamente. E temos motivos para isso: ontem, neste momento, a diferença do Dongfeng era de mais de 15 milhas”, disse Joan Villa, navegador do MAPFRE antes de o barco assumir a liderança provisória neste domingo.

Os espanhóis lideram a classificação geral da Volvo Ocean Race também. A terceira etapa tem pontuação dobrada. “Desde o final da noite e toda a manhã tivemos contato visual com o Dongfeng, tanto na hora dos jibings quanto no limite de gelo”, comentou Joan Villa.

Na parte de trás da flotilha, o team AkzoNobel da brasileira Martine Grael volta a navegar com 100% de aproveitamento do barco. A trilha do mastro do Volvo Ocean 65 rompeu nesta semana fazendo com que o veleiro perdesse velocidade. O time perdeu posições agora tenta se recuperar. Eles estão em sétimo e último lugar.

A previsão de chegada dos líderes varia entre 24 e 25 de dezembro. Os barcos saíram da Cidade do Cabo em 10 de dezembro.

 

Martine e AkzoNobel tentam arrumar barco quase no gelo dos mares do sul

15/12/2017 13:04

Veja o momento em que a trilha do mastro do team AkzoNobel quebrou

O team AkzoNobel ainda apresenta problemas em seu barco após a quebra da trilha do mastro e de uma vela importante para ventos fortes.

A equipe da brasileira Martine Grael tenta solucionar a avaria mesmo em modo regata e enfrentando a baixa pressão.

O dano ocorreu nesta quinta-feira (14) quando o barco ocupava a quarta colocação na terceira etapa da Volvo Ocean Race 2017-18 e estava navegando com ventos superiores a 70 km/h. Agora, o veleiro da campeã olímpica está em sétimo e último lugar.

Ninguém se feriu no incidente e o time está em constante contato com a organização e com seus integrantes da equipe de apoio para solucionar o ocorrido. A principal dificuldade dos tripulantes é fazer o reparo em condições de vento forte e ondas grandes.

Pressão contra os barcos

13/12/2017 18:36

Essa é uma pequena visão do sistema de baixa pressão com a frente fria nos mares do sul.

Os barcos devem sofrer muito nas próximas horas pela terceira etapa da Volvo Ocean Race.

Isso era previsto.

O vento deve bater em até 50 nós nesta noite em SW.

Numa manobra diferente do resto das equipes, o Turn the Tide on Plastic, comandado pela britânica Dee Caffari, optou por navegar mais para o norte, com a esperança de escapar dos ventos e do mar complicado.

Os outros seis times, liderados por Dongfeng Race Team e MAPFRE optaram pela rota ao sul, com ventos mais fortes, gelados e ondas gigantes.

“Eu não me senti bem nas últimas 24 horas, e pensei que podia ter sido algo que eu tivesse comido ou bebido, mas isso é altamente improvável”, disse Dee Caffari, uma das velejadoras mais experientes e respeitadas do mundo.

”Para ser honesta, pode ser a responsabilidade que pesa em cima de mim, para tomar a decisão correta e levar o barco e equipe nas próximas 48 horas sem problemas. Me deu um nó no estômago, algo que nunca me aconteceu”. Dee Caffari tem uma responsabilidade e tanto.

O barco Turn the Tide on Plastic é formado por jovens velejadores, na sua maioria com menos de 30 anos e que nunca enfrentaram os mares do sul.

Condições perigosas na Volvo Ocean Race

12/12/2017 16:28

A terceira etapa da Volvo Ocean Race – percurso entre a Cidade do Cabo e Melbourne – já começa a assustar os tripulantes dos sete times inscritos na competição. Ondas de 13 metros e ventos de 60 nós = 110 km/h são esperados nas próximas horas nos mares do sul. A meteorologia indica que o tempo ruim vai entrar a partir da madrugada desta quarta-feira (13). A etapa deve durar 15 dias e largou da África do Sul no domingo (10).

E os navegadores precisam prestar atenção em um fator importante! Assumir o risco de andar rápido mais próximo do gelo do sul ou encarar as tempestades. A organização da Volvo Ocean Race mantém uma zona de exclusão virtual para manter a flotilha a uma distância segura do gelo da Antártica.

Nenhum dos sete barcos disparou na ponta. Os líderes do campeonato MAPFRE e Dongfeng Race Team estão mais próximos ao sul. Com eles estão team AkzoNobel – da campeã olímpica Martine Grael – e Team Brunel. Mais ao norte estão Team Sun Hung Kai / Scallywag, Vestas 11th Hour Racing e Turn the Tide on Plastic.