Paratleta de Itajaí no top do ranking brasileiro

31/10/2017 20:26

Flavio Reitz avalia 2017 como um ano bastante positivo. Com a marca de 1,75m, a melhor marca do ano e a 3ª melhor da vida, o atleta do Clube Roda Solta de Itajaí (SC) se manteve no topo do ranking brasileiro no salto em altura, além de ser o 2º colocado no ranking americano e o 4º lugar no ranking mundial de salto em altura na classe T42/44.

foto: CPB

“Terminar a temporada com essa marca expressiva nos deixa ansiosos para 2018, muito trabalho a ser feito”, diz o saltador.

No último sábado (28), o paratleta finalizou a temporada com a medalha de prata na 3ª e última fase Nacional do Circuito Loterias Caixa de Atletismo, realizada no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo (SP).

 

Vestas vence e se anima com dado histórico

28/10/2017 19:10

Um fato histórico pode animar os fãs da equipe da Dinamarca/EUA.

Depois de vencer a primeira etapa da Volvo Ocean Race, o Vestas 11th Hour Racing se apega numa coincidência sobre skippers gringos na prova.

Os outros dois comandantes norte-americanos na regata que venceram uma etapa de abertura da Volvo Ocean Race fecharam a temporada como campeões.

São eles: John Kostecki, com o illbruck em 2001-02, e Paul Cayard, com o EF Language em 1997-98.

Jesus Renedo/Volvo Ocean Race

A Leg 1 teve Vestas, MAPFRE e Dongfeng no pódio.

O veleiro da Martine acabou em quarto!

A próxima etapa terá início em 5 de novembro. Os barcos saem de Lisboa rumo à Cidade do Cabo para 7 mil milhas náuticas de regata no Oceano Atlântico.

Barcos contornam ponto obrigatório e aceleram pra Lisboa

26/10/2017 07:38

Nesta madrugada, os sete veleiros que disputam a Volvo Ocean Race contornaram a Ilha de Porto Santo, que fica próxima à Ilha da Madeira.

Era um ponto obrigatório, o chamado gate.

Tem outro mais ao norte do arquipélago.

Mas agora é só vela cheia ruma a Lisboa.

Os barcos devem chegar no sábado (28) de madrugada no Brasil, início da manhã em Portugal.

Acompanhe a regata aqui

Ainda dá pra pegar o 11th Hour Racing

25/10/2017 14:25

Foto: Rich Edwards/Volvo Ocean Race

Apesar de sustentar a liderança da primeira etapa da Volvo Ocean Race por quase três dias, o 11th Hour Racing ainda não tem folga para os adversários pela ponta. O MAPFRE e o team AkzoNobel, da brasileira Martine Grael, têm reais chances de ultrapassar.

E a meteorologia indica que esse ataque à liderança do 11th Hour Racing deve ser feito até a quinta-feira (26), quando os barcos deverão contornar a Ilha de Porto Santo, ao norte da Ilha da Madeira. Os ventos até o chamado ‘gate’ – termo usado na vela para indicar uma linha obrigatória de passagem – devem variar muito, mas após isso prometem soprar mais forte na direção do destino final, que é a capital portuguesa. Antes de largar, Martine Grael disse que o sprint final seria de vento em popa, ou seja, com muita velocidade até a linha de chegada.

Nas últimas 24 horas, a intensidade mudou de muito fraca para média. A organização adicionou mais um gate ao norte do arquipélago para aumentar ainda mais a emoção da primeira etapa da Volvo Ocean Race.

“Desde que deixamos Gibraltar tem mudado muito. É um pouco frustrante ver os adversários tirando algumas milhas de nós, mas espero que possamos acelerar”, disse o comandante do 11th Hour Racing, Charlie Enright.

Enquanto MAPFRE e AkzoNobel tentam achar o melhor ângulo para assumir a ponta, Team Sun Hung Kai/Scallywag, Dongfeng Race Team, Team Brunel e Turn the Tide on Plastic estão praticamente alinhados.

“As últimas duas noites foram bastante contrastantes. Na anterior, tivemos 30 nós e muita água espirrando a abordo, enquanto na noite passada pegamos de dois a três nós apenas tentando manter as velas cheias”, explicou o campeão olímpico e da America’s Cup, Peter Burling. Ele corre no Team Brunel.

O time do Sun Hung Kai / Scallywag teve um problema na noite passada com uma peça que quebrou. Apesar do susto e do contratempo, o barco de Hong Kong segue firme no segundo pelotão.

Vestas lidera as primeiras 48 horas da Volvo Ocean Race

Os barcos Vestas 11th Hour Racing, MAPFRE e team AkzoNobel – da brasileira Martine Grael – lideram a primeira etapa da Volvo Ocean Race. As equipes foram as primeiras a passar pelo Estreito de Gibraltar.
Ao todo, os times devem percorrer 1.450 milhas náuticas de Alicante, na Espanha, até Portugal. Os veleiros devem demorar no máximo oito dias para atracar em Lisboa, capital portuguesa.
”Nós pegamos um caminho mais próximo à costa e percebemos que estávamos a liderança quando a flotilha se convergiu”, explicou o comandante Charles Enright. “Por enquanto, o único barco à vista é o AkzoNobel. Estamos bem acertados, mas não quer dizer que vamos ganhar após passar em primeiro em Gibraltar”.

 

As melhores imagens da largada da Volvo

23/10/2017 08:32

A largada da Volvo Ocean Race 2017-18 ocorreu neste domingo (22), em Alicante, na Espanha. A primeira etapa tem ao todo 1450 milhas náuticas com destino à capital portuguesa Lisboa.

Mas antes da flotilha se espalhar pelo Mediterrâneo, o público viu um show de manobras e ultrapassagens arriscadas nos primeiros minutos da prova. A organização montou um percurso entre bóias para testar as equipes. Com ventos variando de 15 a 20 nós, considerados fortes para regata, as tripulações aceleraram.

Veja as melhores fotos do dia nas lentes dos fotógrafos oficiais da Volvo Ocean Race.

Alicante stopover. Leg 01 start. Photo by Ainhoa Sanchez/Volvo Ocean Race. 22 October, 2017.

 

 

Bom dia Alicante, Bom dia Itajaí

22/10/2017 04:34

Agora são 8h35

Acabou de amanhecer na Espanha

E logo logo tem regata, começa  a Volvo Ocean Race

Uma aventura de oito meses pelo mundo, com visitas a todos os continentes.

Quer assistir a prova?

Pois bem, acesse https://www.volvoocanrace.com a partir de 9h (Horário de Brasília)

Certamente será um momento histórico!

 

Coletiva dos comandantes

21/10/2017 06:22

A Volvo Ocean Race, o desafio mais difícil de uma equipe esportiva profissional, começa neste domingo (22) em Alicante, na Espanha, com a presença de mais de 70 velejadores distribuídos em sete equipes. A batalha pelos mares do planeta dura oito meses e os veleiros devem percorrer mais de 73 mil quilômetros para buscar o título.


Pedro Martinez/Volvo Ocean Race

E o sonho de ser campeão é o mesmo para todos os comandantes. Nesta sexta-feira (20), os principais representantes das equipes concederam entrevista coletiva para a mídia internacional no Museu da Volvo Ocean Race, em Alicante, local da largada.

Os espanhóis do MAPFRE, após vitórias nas regatas-treino e na In-Port Race espanhola são apontados como os principais favoritos ao título pelos especialistas. O campeão olímpico Xabi Fernández evitou o clima de já ganhou.

“Não somos os grandes favoritos. Não falamos disso aqui, mas percebemos que as pessoas pensam assim. O que posso dizer é que estamos prontos”, disse Xabi Fernández. “Chegamos perto antes, mas o título não veio. Sabemos como é difícil e longa essa regata”.

Vice-campeão da temporada 2014-15, o Team Brunel do holandês Bouwe Bekking investiu pesado pra vencer. O maior nome da tripulação será Peter Burling, que foi ouro na Rio 2016 e responsável por levar de volta à Nova Zelândia a America’s Cup.

“Todos queremos ganhar. Temos muitas chances com a chegada do ‘golden boy’ e de outros nomes. Essa nova safra de velejadores da America’s Cup está vindo para a Volta ao Mundo com uma visão diferente da gente da velha guarda. Eles têm intensidade, empolgação e desempenho”, falou Bouwe Bekking.

Mais uma equipe que se repete em 2017-18 é o Dongfeng Race Team, do francês Charles Caudrelier. O velejador lidera a campanha chinesa e sonha em ser campeão novamente, agora como comandante. Em 2011-12, o francês foi integrante do Groupama.

“Qual a diferença entre fazer a regata como membro da equipe e comandante? Muita. A gente nunca para e pressão também. Mas eu tenho uma equipe forte ao meu redor, então acho que sou um skipper de sorte”.

Primeira equipe confirmada nessa edição, o team AkzoNobel tem os dois brasileiros na regata: Martine Grael e Joca Signorini. Mesmo com mais tempo de preparação, a tripulação sofreu uma baixa com a saída de seu comandante na véspera da In-Port Race de Alicante, no sábado (14). Para seu lugar foi achada uma solução interna: o experiente Brad Jackson.

“Estamos nos concentrando na prova, basicamente temos a mesma tripulação que tínhamos antes, exceto o Simeon (Tienpont). Nunca foi meu sonho ser o comandante, não é algo que eu sinto a necessidade de ser, mas a situação surgiu e eu estou feliz”, disse Brad Jackson.

O norte-americano Charlie Enright volta a comandar uma equipe depois de estrear em 2014-15. Ele lidera o Vestas 11th Hour Racing, muito mais experiente agora e com a mesma pegada de antes.

“Mostramos muita evolução na última edição. Fomos do início em Alicante até o final em Gotemburgo subindo de produção. Queremos manter essa trajetória. Ganhamos a última etapa da última perna de 2015 e queremos fazer o mesmo aqui”.

O primeiro barco de bandeira portuguesa na história é o Turn the Tide on Plastic. A britânica Dee Caffari comanda um barco com foco ambiental e na renovação dos velejadores.

“Todo mundo fala sobre Turn the Tide on Plastic como uma equipe inexperiente. Muitos deles a bordo são iniciantes, mas são ótimos velejadores, podendo fazer um barco rápido. Nosso objetivo é criar uma oportunidade para jovens na Volvo Ocean Race, além da mensagem de sustentabilidade”.

Hong Kong terá o Team Sun Hung Kai / Scallywag na regata. O comandante David Witt terá uma equipe formada por velejadores de vários países – fato semelhante à maioria dos times – para liderar.

“É o melhor esporte em equipe do mundo. Estou aqui porque tive uma boa oferta e não consegui encontrar uma maneira melhor de perder peso”, brincou. “Como eu disse, sou um fanático pela vela, mas acho que somos um grupo de loucos”.

A largada será transmitida neste domingo no site www.volvooceanrace.com e www.facebook.com/volvooceanrace a partir de 9h30 (Horário de Brasília).