Como motivar a garotada à treinar no frio?

16/08/2017 14:28

O mês de agosto geralmente traz consigo o frio mais rigoroso do inverno. Com a chegada de frentes frias, chuva, garoa e neblina aparecendo com mais regularidade, principalmente no sul do país, a queda dos termômetros não apenas afasta as pessoas de ambientes abertos como também derruba a frequência nos treinos e atividades físicas, especialmente no caso de crianças e adolescentes. A tendência natural dos pais é poupar a garotada da ida aos treinos devido a gripes e doenças respiratórias, que aumentam nessa época do ano. Todavia a continuidade dos exercícios se faz necessária justamente para manter o bem estar da garotada.

“Ao contrário do que se pensa, treinar no inverno queima mais calorias do que no verão, pois nosso metabolismo acelera no inverno para manter a temperatura corporal. Além disso, quando praticamos atividade física, o corpo estimula a liberação de hormônios (endorfina e serotonina), o que causa uma sensação de prazer e contribui para combater a depressão, preguiça e mau humor nos dias de frio”, conta Ricardo Cardoso Junior, coordenador da Escolinha de Triathlon Formando Campeões.

Ricardo ressalta ainda que hoje em dia existem muitos recursos para dar continuidade aos treinamentos em ambientes fechados e climatizados, o que ajuda a manter a juventude motivada. “Aqui no nosso projeto, nos dias de muito frio, damos prioridade aos treinos de bike no rolo horizontal, corrida na esteira e exercícios menos intensos em academia fechada. A piscina, mesmo no verão, também é climatizada. É evidente que estamos limitados as temperaturas locais do ambiente em que treinamos, contudo, podemos criar um ambiente mais salubre para a atividade desportiva.”

Alguns cuidados também se fazem necessários para não atrapalhar o desenvolvimento dos jovens. “Ensinamos os alunos à virem com roupas apropriadas para o frio, que mantenham sempre o corpo aquecido e também proporcionem conforto e mobilidade, facilitando a prática dos exercícios. Outro ponto importante é o aquecimento, que deve ser bem executado, de forma gradual e bem consistente, ajudando a lubrificar as articulações e minimizando o risco de lesões”, finaliza Ricardo.

Desde maio de 2015, o Colégio da Polícia Militar do Paraná é a base do projeto, que recebe atualmente 50 alunos da rede pública de ensino, visando inserí-los em um dos esportes ao ar livre que mais vem se popularizando nos últimos tempos. As crianças contam com todos os equipamentos necessários e são treinadas por especialistas na modalidade. As atividades respeitam a grade escolar e faixa etária de cada atleta mirim.

Escolinha de Triathlon Formando Campeões foi viabilizada pela Lei de Incentivo ao Esporte, com apoio da Federação Paranaense de Triathlon e do Colégio da Polícia Militar do Paraná. Os patrocinadores são Condor e Grupo Astra.

 

Joca fala sobre a Leg Zero da Volvo Ocean Race

”Nessa última etapa fizemos todos os tipos de regatas contra as outras equipes e é interessante ver quão junto os barcos são, vai ser muito intensa, com muito pouca diferença, entre um barco e outro, a gente pode ver que algumas equipes que já vem da edição passada da regata tem uma vantagem, não só de entrosamento, mas também de conhecimento do barco. E a gente pouco a pouco vem melhorando e tentando ajustar um pouquinho, ainda temos um pouco de deficiência em boat speed, da velocidade no nosso barco em algumas condições, em algumas configurações, mas a gente está tentando agora trabalhar duro e temos esse mês todo de setembro e outubro para melhorar em algumas condições”, disse Joca Signorini.

Definida a comissão de atletas da vela brasileira

14/08/2017 12:32

A nova Comissão de Atletas da Vela pelos próximos 4 anos foi eleita e a divulgação ocorreu nesta segunda-feira (14). O medalhista olímpico Bruno Prada foi o mais votado (94), seguido por Isabel Swan, Samuel Albrecht, Bruno Bethlem de Amorim e Bruno Fontes.

Saiba mais sobre a escolha no vídeo do FACE da CBVELA

 

Peter Burling vai correr a Volvo Ocean Race 

10/08/2017 11:46

O Team Brunel anunciou oficialmente a contratação do velejador neozelandês Peter Burling para a disputa da Volvo Ocean Race 2017-18. O atleta se tornou recentemente o comandante mais novo a ser campeão da America’s Cup com a equipe de seu país e também tem duas medalhas olímpicas no currículo, uma delas de ouro na Rio 2016 na classe 49er. Peter Burling tem 26 anos.

O velejador já participa da próxima etapa da chamada Leg Zero com o Team Brunel, que será de Plymouth, na Inglaterra, com destino à francesa Saint-Malo. A largada será nesta quinta-feira (10).

Parceiros agora rivais
A próxima edição da Volvo Ocean Race terá, curiosamente, um duelo entre os parceiros de Emirates Team New Zealand e 49er. Blair Tuke, fiel escudeiro de Peter Burling, estará a bordo do MAPFRE na Volta ao Mundo.

Aliás, um dos dois terá a chance de fechar a Tríplice Coroa ou o Grand Slam da vela, formado por Jogos Olímpicos, America’s Cup e Volvo Ocean Race. A regata de Volta ao Mundo conta, além de Team Brunel e MAPFRE, com outras cinco equipes.

Mais sobre o Team Brunel

O Team Brunel é um barco da Holanda e foi vice-campeão da última edição da Volvo Ocean Race, em 2014-15. A equipe é comandada por Bouwe Bekking e participa da chamada Leg Zero junto com os outros adversários.

Na série de quatro regatas-teste, o Team Brunel mostra que está bem preparado. Na última prova, que terminou nesta quarta-feira (9), os holandeses chegaram em terceiro entre os VO65. Foi a Rolex Fastnet Race.

A edição 2017-18 da Volvo Ocean Race começa em Alicante em 22 de outubro. As equipes encaram um desafio de 45 mil milhas náuticas pelos mares do mundo, com paradas em países de língua portuguesa como Brasil (Itajaí) e Portugal (Lisboa). A campeã olímpica Martine Grael estará a bordo do team AkzoNobel ao lado do brasileiro Joca Signorini.

Foto: Ugo Fonolia/Volvo Ocean Race

Kiwi sailing superstar Peter Burling will compete in the Volvo Ocean Race 2017-18 onboard Team Brunel

A importância do eletrocardiograma para as atividades físicas

08/08/2017 09:49
Oi pessoal
Hoje replico uma notícia importante
A natação italiana está de luto após a confirmação da morte do atleta Mattia Dall’Aglio. O nadador de 24 anos foi encontrado morto no fim de semana enquanto fazia musculação sozinho em um ginásio na cidade de Modena, na região norte da Itália.
Segundo a médica do esporte da PULSE, Ana Carolina Côrte, a principal causa de morte súbita para atletas é a cardiomiopatia hipertrófica, que é facilmente diagnosticada com um exame simples. ”Um eletrocardiograma pode identificar 95% das causas de cardiomiopatia hipertrófica”, disse.


”O que acontece é que a alteração estrutural do coração do atleta durante o exercício intenso, de extremo esforço, leva a um quadro de arritmia que pode levar a uma morte súbita, que é o chamamos de ataque cardíaco e a pessoa morre fazendo atividade física”.

A médica Ana Carolina Côrte reforça ainda que a morte súbita em atletas ocorre sem sintomas e sinais. Para pessoas abaixo dos 35 anos, a principal causa da morte súbita é uma alteração estrutural do coração chamada cardiomiopatia hipertrófica. Já para pessoas acima dos 35 anos, a maior causa de morte súbita geralmente está relacionada à um infarto agudo no miocárdio.
”Uma simples avaliação médica antes do início da participação de treinamentos intensos e competições é importante porque pode evitar as mortes que vemos de atletas durante os exercícios e competições”, finalizou Ana Carolina Côrte.

Brasileira fala sobre a regata teste da Volvo Ocean Race

07/08/2017 18:47
Os sete barcos que irão disputar a Volvo Ocean Race 2017-18 participam de uma série de regatas na Europa para treinar as tripulações para a competição de Volta ao Mundo. É a chamada Leg Zero! Neste domingo (6), as equipes largaram para tradicional Rolex Fastnet Race, evento que conta com 390 veleiros inscritos. A prova deve termina na quarta-feira (9).
Veja o que a velejadora holandesa Carolijn Brouwer falou a respeito da Leg Zero! Em português.

Brasileiro Esquiva falcão vence mais uma luta de boxe

05/08/2017 23:12

O capixaba Esquiva Falcão derrotou o mexicano Norberto ‘Demônio’ Gonzales por pontos (80 a 72), neste sábado (5), no Microsoft Theather, em Los Angeles, nos Estados Unidos. Foi seu 18º combate como profissional.

Após o resultado, o atleta confirmou a ideia da Top Rank e de seu empresário Sérgio Batarelli de reeditar a final olímpica de Londres 2012 contra o japonês Ryota Murata. Nos Jogos da Inglaterra, o brasileiro perdeu após uma decisão polêmica. ”Se eu vencer meu próximo combate e o Murata também, a gente certamente deve lutar. Eu vou provar que o ouro deveria ter ido pro Brasil e não pro Japão. Além disso vou tomar o cinturão dele”, falou Esquiva Falcão.

Segundo o manager Sérgio Batarelli, a ideia é levar a luta para o Brasil. ”Ainda tem muito tempo até lá, mas já estamos trabalhando. O Esquiva tem mais uma luta em novembro e só depende dele, dos treinamentos, dedicação e profissionalismo para seguir a trilha do título”.

Mais sobre a luta

A luta foi disputada na categoria dos médios – 72,5 kg ou 160 libras. ”Estou muito feliz por mais uma vitória e por me manter sem derrotas. Lutei muito bem contra um cara perigoso e duro. Venci todos os rounds. A cada dificuldade superada me aproximo de meu sonho, que é ser campeão mundial dos médios”, disse Esquiva Falcão, que tem como treinador Robert Garcia.

”Senti um pouco a falta de luta. Não lutava desde o início do ano. Faltou achar um pouco a distância, mas na próxima estarei pronto para um novo show”.

O medalhista olímpico segue invicto na carreira, com 12 nocautes em 18 lutas. Esquiva Falcão teve apoio em Los Angeles do lutador de UFC José Aldo, que está fazendo um camp de boxe com Robert Garcia, em Oxnard.

”Queria muito conhecer o Esquiva, a gente só se falava pelas redes sociais. É um talento, um grande boxeador. Fico feliz pela vitória, pois foi uma excelente performance. Desde o início ele mostrou o que queria. Tenho um carinho por ele e pela família”, disse José Aldo.

Volvo Ocean Race: MAPFRE vence primeira etapa da Leg Zero

02/08/2017 18:12

O MAPFRE venceu, nesta quarta-feira (2), a primeira batalha da Leg Zero – conjunto de quatro regatas teste para a Volvo Ocean Race. O barco espanhol contornou, em 3 horas, 13 minutos e 11 segundos, a ilha de Wight, na Inglaterra, e bateu o recorde do percurso da chamada Round Isle of Wight Race, que faz parte da Lendy Cowes Week. A prova foi disputada com ventos fortes (15 a 20 nós, com rajadas de 25) e contou com todos os sete veleiros inscritos na regata de Volta ao Mundo, que começa em outubro deste ano.

Foto: Ainhoa Sanchez

”Estou muito feliz com a equipe. É um dos nossos pontos mais fortes – muitos já navegaram juntos e as novas pessoas são boas e se entrosaram bem”, disse Xabi Fernández, comandante do MAPFRE.

A marca anterior era de 3 horas e 20 minutos feita pelo super-maxi ICAP Maximus.
Bouwe Bekking, líder do Team Brunel, falou sobre a prova. “Eu acho que navegamos bem e fizemos as escolhas da vela certa. O MAPFRE foi o mais rápido hoje”. Tudo em tudo, um bom dia! ”

Resultados:

1. MAPFRE: 3 horas 13 minutos 11 segundos
2. Team Brunel: 3 horas 14 minutos 55 segundos
3. Team AkzoNobel: 3 horas 15 minutos 16 segundos
4. Dongfeng Race Team: 3 horas 18 minutos e 26 segundos
5. Turn the Tide on Plastic: 3 horas 24 minutos e 16 segundos
6. Vestas 11th Hour Racing: 3 horas 25 minutos 10 segundos
7. Sung Hung Kai Scallywag: 3 horas e 29 minutos 53 segundos

Os barcos agora se reúnem em Gosport para se preparar para a Rolex Fastnet Race, a segunda etapa da Leg Zero, a partir do domingo (6). Após o Fastnet, as equipes completam o desafio navegando de Plymouth para St Malo e depois para Lisboa.