Boa notícia na vela

30/04/2017 19:15

Fala pessoal,

A Confederação Brasileira de Vela aprovou por unanimidade, em Brasília, mudança em sua eleição. A partir de 2020, somente velejadores, técnicos, oficiais e medalhistas olímpicos poderão votar para eleger o representante máximo.

Antes, apenas 13 votos definiam o presidente da confederação: 12 presidentes das federações estaduais e um atleta escolhido por uma comissão também de atletas.

Marco Aurélio de Sá Ribeiro foi reeleito por aclamação no final de 2016 e fica no cargo por quatro anos. Mas em 2020 será diferente com velejadores, técnicos, oficiais e medalhistas olímpicos votando para escolher o novo presidente.

No triathlon, o Juraci Moreira, um dos agenciados da On Board Sports, tentou com ampla maioria do apoio dos atletas se eleger presidente, mas infelizmente por lá não é assim!

Veja a matéria do Esporte Espetacular da Globo –> https://globoplay.globo.com/v/5836723/

Brasileiras vencem na França e dominam classe 49erFx

29/04/2017 18:03

Ouro na Rio 2016, a dupla Martine Grael e Kahena Kunze venceu, neste sábado (29), a Copa do Mundo de Hyères, na França, na classe 49er FX – a mesma do triunfo olímpico. As brasileiras dominaram o evento do começo ao fim e encerraram com 34 pontos perdidos, 16 de vantagem para as alemãs Victoria Jurczok e Anika Lorenz. Na vela olímpica vence quem soma menos pontos.

“A gente ganhou a regata hoje e ganhou o campeonato. Por enquanto este é um ano muito bom para gente, apesar de a gente ter vindo com pouco treino para cá. Estamos muito felizes, nossos técnicos também. Agora é treinar para o Campeonato Mundial, que vai ser a competição mais difícil do ano”, afirmou Martine à assessoria da CBVela.

A dupla venceu sua segunda etapa de Copa do Mundo. No início do ano, as meninas ganharam em Miami.

Na RS:X feminina, Patrícia Freitas venceu a medal race deste sábado e terminou a Copa do Mundo de Hyères na quinta colocação, com 89 pontos perdidos.

Neste domingo (30), Jorge Zarif entra na disputa da medal race da categoria Finn em sexto e tem chances de pódio.

Brasileiro em alta no Polo Aquático espanhol

28/04/2017 11:33

O atacante Gustavo “Grummy” Guimarães inicia, neste sábado (29), a fase de mata-mata da Liga Espanhola de Polo Aquático pelo Quadis C.N. Mataró. Vice-artilheiro da competição com 58 gols, o jogador brasileiro lidera o time catalão na partida de ida em casa contra o C.N. Barcelona. O primeiro duelo da série melhor de três está marcado para a casa do time de Grummy. O jogo da volta das quartas-de-final será em 1º de maio, na cidade de Barcelona. Caso haja um empate, as duas equipes se enfrentam novamente em Mataró dia 3 de maio.

Fase regular concluída bem, objetivo inicial conquistado que era terminar em quarto! Agora temos o playoff que é super importante e nosso foco é passar pelo C.N. Barcelona (5º na classificação) para chegar às semifinais contra o Barceloneta provavelmente! Já conhecemos bem o nosso adversário das quartas e temos que nos preparar bem para passarmos de fase!”, disse o atacante, que é apelidado de Neymar do polo aquático.

No confronto direto, o Quadis C.N. Mataró venceu todos os quatro jogos da temporada contra seu rival de Barcelona. Pela Copa Catalunha, em setembro do ano passado, foram duas vitórias apertadas por um gol de diferença e o brasileiro foi às redes seis vezes. Já pela Liga Espanhol, dois triunfos por 7 a 4 e Grummy anotou sete gols. Ao todo foram 13 do atacante contra os rivais.

Os playoffs da Liga Espanhola de polo aquático

Barceloneta 1° (63 pontos) x Mediterrani 8° (32 pontos)
Sabadell 2° (56 pontos) x Real Canoé 7° (33 pontos)
Terrassa 3° (46 pontos) x Sant Andreu 6° (34 pontos)
Mataró 4° (44 pontos) x Barcelona 5° (38 pontos)

Oportunidade para treinar tiro esportivo

26/04/2017 08:39

Fala pessoal,

O Felipe Wu é um dos atletas da OnboardSports. Ele quebrou um jejum de quase 100 anos sem medalhas olímpicas na modalidade na Rio 2016

Muita coisa mudou pra ele! Inclusive o reconhecimento. O Clube de Tiro Olímpico de Tapajós, no Pará, convidou o Felipe Wu para dar o nome a um local para a pratica da modalidade por meio do Airsoft (armas que parecem de verdade, mas a munição são bolinhas de plástico)

Olha a oportunidade aí, nego

Paratleta de Itajaí ganha Open Internacional

23/04/2017 11:58

O paratleta Flávio Reitz venceu, neste sábado (22), a prova do salto em altura do Open Internacional Loterias Caixa de Atletismo e Natação, disputado no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, em São Paulo (SP). Mesmo com chuva e frio, o saltador da categoria T42 se superou e fez 1.75m, melhor início de temporada de sua carreira. Comparando com a temporada passada, a marca foi 10 centímetros superior.

”Foi uma estreia especial na temporada 2017. A marca é expressiva, bem próximo do meu melhor. O ano promete e tenho mais duas chances de atingir o índice para o Mundial de Atletismo Paralímpico. A evolução é significativa e meu objetivo é manter essa progressão, pois para obter o índice, que é muito forte”, disse Flávio Reitz, que tem como melhor marca 1.80m. O índice é 1,87 m. No evento, o paratleta até tentou saltar para a marca, mas derrubou o sarrafo em três oportunidades.

As próximas competições do paratleta serão na Argentina, em maio, e mais uma etapa do Open em São Paulo, em junho. Ambas valem vaga para o Mundial de Atletismo, que será em Londres, na Inglaterra.

Mais sobre Flávio Reitz

Em 2002, aos 15 anos, ele descobriu um tumor maligno no fêmur da perna esquerda, que teve que ser amputada (aos 16 anos) após a quimioterapia não eliminar o câncer. Em 2008, ele começou no esporte adaptado, mais precisamente no handebol em cadeira de rodas.

Através do handebol, em 2009 conheceu a cidade de Itajaí, onde a convite do Clube Roda Solta, iniciou treino nas provas de arremesso e lançamento, no atletismo, e em 2010 teve seu primeiro contato com o salto em altura.

Foi em 2010, quando Aline Rita de Barros, esposa de Flávio, o convenceu a começar na modalidade. Com os treinamentos certos, um ano e meio depois ele já estava na maior competição paradesportiva do mundo: os Jogos Paralímpicos de Londres 2012. O paranaense foi o quinto colocado na categoria T42, batendo o recorde brasileiro do salto em altura, na sua primeira disputa internacional (salto de 1,68m).

Flávio Reitz conquistou medalha de prata nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto 2015, com um salto de 1,74m, na classe T42/44/47, com paratletas amputados ou com má formação em algum membro. Em Toronto, sua classe foi unificada com outras duas para diferentes tipos de amputação. Com o salto de 1,74m, ele quebrou o recorde parapan-americano da classe T42, e ficou com a prata.

No inicio de 2015, assumiu como presidente do Clube Roda Solta (entidade sem fins lucrativos que desenvolve atividades esportivas para pessoas com deficiência em Itajaí/SC e região), onde agora além de atleta, também pode auxiliar e influenciar outros atletas com potencial, para que continuem evoluindo e conquistando títulos.

O paratleta de 30 anos ficou, na sua segunda Paralimpíada (Rio2016) com o nono lugar. Competindo em casa, seu salto na final foi de 1,71m. Em sua ainda curta carreira, Flávio já venceu muitos torneios como a etapa Regional Rio/Sul do Circuito Loterias Caixa de Atletismo, além do Parajasc e etapas nacionais do Circuito Loterias Caixa de Atletismo.

Mais de 2.000 m pra levar barco da Itália até Portugal

21/04/2017 12:44

Os integrantes do Team AkzoNobel contam as horas para poder ter em mãos o novo barco para a disputa da Volvo Ocean Race 20171-8, que começa em outubro.

O processo de construção e transporte do veleiro – um Volvo Ocean 65 – para a montagem final no estaleiro português levou três meses de planejamento e envolveu uma viagem de 15 dias de mais de 2.000 km da Itália até Portugal por caminhão.

A importância do velejador mais novo na Regatona

A edição 2008-09 da Volvo Ocean Race foi importante para a renovação da vela oceânica. A partir daquela temporada, as equipes foram obrigadas a colocar pelo menos dois tripulantes com menos de 30 anos nas travessias. A decisão foi comemorada pelos especialistas na modalidade. Nove anos depois, a regra segue vigente, abrindo caminhos para os atletas mais novos, como o espanhol Willy Altadill (24), que vai para sua segunda volta ao mundo, e os já veteranos Ñeti Cuervas-Mons e Pablo Arrarte, que estrearam na Volvo Ocean Race com 26 e 27 anos, respectivamente. Outro tripulante do MAPFRE para 2017 beneficiado pela regra do sub30 no passado foi Carlos Hernández.

“Navegar com velejadores experientes e aprender muito. Foi isso que fiz na edição passada”, disse Altadill. “Obviamente sigo aprendendo, mas a experiência anterior ajuda muito a chegar pronto no barco. Já sei exatamente como tudo funciona. Já tenho um passo dado”.

Filho do experiente Guillermo Altadill, Willy reforça que está mais maduro para 2017-18. “O fator decisivo para ser mais competitivo é treinar bem e se preparar, é o que estamos fazendo. O importante não é só ter uma boa tripulação ou barco preparado. É um conjunto de coisas”. Willy emendou: “A rota é mais complicada. Não será mais longa que a anterior. Porem mais dura e com mais passagens por zonas frias e molhadas. Vamos passar mais tempo pelos mares do Sul. Vamos subir até Hong Kong depois chegar na Austrália e logo rumar pra Auckland”.

O velejador espanhol tem o mesmo discurso de seus companheiros, que é ter melhor desempenho em números nesta edição. “Os objetivos para a edição são, em primeiro lugar, melhorar o resultado da temporada anterior. Em 2014 oscilamos muito e agora queremos começar bem. Temos uma equipe vencedora e queremos tirar o máximo disso”. Um detalhe interessante. Na edição 2020-21 da Volvo Ocean Race, Willy terá 28 anos, ou seja, pode se encaixar na regra do sub30.

Foto: Maria Muiña

Paratleta de Itajaí inicia campanha para paralimpíada

20/04/2017 16:27

O paratleta Flávio Reitz disputa, neste sábado (22), o Open Internacional Loterias Caixa de Atletismo e Natação, no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, em São Paulo (SP). Especialista no salto em altura na categoria T42, o medalhista de Toronto 2015 encara o desafio como início de sua campanha para os Jogos de Tóquio 2020. O evento pode valer classificação para o Mundial de Atletismo Paralímpico deste ano.

”Meu sonho é voltar a defender o Brasil em uma paralimpíada, mas até lá tem muitos saltos pela frente, como circuitos nacionais, internacionais, mundiais e pan. Fiz a minha estreia em Londres 2012 logo após iniciar na modalidade e no ano passado fui nono na Rio 2016. Meu trabalho é de excelência para sempre superar minhas metas”.

Mas para chegar em Tóquio, o paratleta quer se destacar em campeonatos importantes e um deles é o Circuito de Atletismo, que pode dar uma vaga ao Campeonato Mundial da categoria, marcado para julho, em Londres, na Inglaterra. ”Tenho que saltar bem em todas as competições e ter ritmo de prova. Cada degrau faz parte desse meu objetivo final”.

Flávio Reitz mora e treina em Santa Catarina, na cidade de Itajaí. Além das atividades relacionadas à sua modalidade, o paranaense de Francisco Beltrão treina o crossfit.

Mais sobre Flávio Reitz

Em 2002, aos 15 anos, ele descobriu um tumor maligno no fêmur da perna esquerda, que teve que ser amputada (aos 16 anos) após a quimioterapia não eliminar o câncer. Em 2008, ele começou no esporte adaptado, mais precisamente no handebol em cadeira de rodas.

Através do handebol, em 2009 conheceu a cidade de Itajaí, onde a convite do Clube Roda Solta, iniciou treino nas provas de arremesso e lançamento, no atletismo, e em 2010 teve seu primeiro contato com o salto em altura.

Foi em 2010, quando Aline Rita de Barros, esposa de Flávio, o convenceu a começar na modalidade. Com os treinamentos certos, um ano e meio depois ele já estava na maior competição paradesportiva do mundo: os Jogos Paralímpicos de Londres 2012. O paranaense foi o quinto colocado na categoria T42, batendo o recorde brasileiro do salto em altura, na sua primeira disputa internacional (salto de 1,68m).

Flávio Reitz conquistou medalha de prata nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto 2015, com um salto de 1,74m, na classe T42/44/47, com paratletas amputados ou com má formação em algum membro. Em Toronto, sua classe foi unificada com outras duas para diferentes tipos de amputação. Com o salto de 1,74m, ele quebrou o recorde parapan-americano da classe T42, e ficou com a prata.

No inicio de 2015, assumiu como presidente do Clube Roda Solta (entidade sem fins lucrativos que desenvolve atividades esportivas para pessoas com deficiência em Itajaí/SC e região), onde agora além de atleta, também pode auxiliar e influenciar outros atletas com potencial, para que continuem evoluindo e conquistando títulos.

O paratleta de 30 anos ficou, na sua segunda Paralimpíada (Rio2016) com o nono lugar. Competindo em casa, seu salto na final foi de 1,71m. Em sua ainda curta carreira, Flávio já venceu muitos torneios como a etapa Regional Rio/Sul do Circuito Loterias Caixa de Atletismo, além do Parajasc e etapas nacionais do Circuito Loterias Caixa de Atletismo.

Foto: Victor Schneider

Nadadora Edênia Garcia compete no Open Internacional Loterias Caixa de olho no Mundial

19/04/2017 18:00

Edênia Garcia, medalhista paralímpica de natação, participa a partir da próxima sexta-feira (21), do Open Internacional Loterias Caixa de Atletismo e Natação, que será realizado no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, em São Paulo (SP). A competição, que reúne sete países, será seletiva para o Campeonato Mundial da modalidade, que ocorre em setembro na Cidade do México. A nadadora compete as provas de 50 m costas e 50 m livre. O campeonato faz parte do calendário do Comitê Paralímpico Internacional (IPC, sigla em inglês) e contará com nomes como, além de Edênia, Daniel Dias, André Brasil e Joana Neves, que estarão em busca de suas vagas.

“O Open é uma competição super tradicional no Brasil e este ano será uma das etapas da Copa do Mundo de natação paralímpica, competição que integra pela primeira vez o nosso calendário. Essa será minha primeira chance para estabelecer o índice do Mundial de Natação, então eu espero nadar próximo dos tempos que me classificam para ele, além de ser uma grande oportunidade de nadar com os melhores atletas do mundo! Estamos numa fase pesada de treinos (ganhando força), mas estarei descansada para fazer o índice”, conta a atleta de 29 anos.

Na sexta-feira, as finais da natação começam as 15h30 e vão até às 17h40. O sábado será dividido em duas etapas, das 9h até 12h e das 15h30 às 18h45. No último dia de competições, domingo (23), as provas começam as 9h (horário de Brasília). O evento será aberto ao público.

Sobre Edênia Garcia

Edênia nasceu com Charcot Marie tooth, uma doença progressiva que trouxe dificuldades de movimento nas pernas e nos braços. A nadadora foi a quatro Jogos Olímpicos (Atenas 2004, Pequim 2008, Londres 2012 e Rio 2016) e é a primeira atleta brasileira tricampeã mundial de natação. Especialista nas provas curtas, ela tem quatro medalhas olímpicas, entre elas três pratas (50 m costas, 50 m livre e revezamento 4×50 livre) e um bronze (50 m costas).


Foto: Saulo Cruz