Oportunidade para treinar tiro esportivo

26/04/2017 08:39

Fala pessoal,

O Felipe Wu é um dos atletas da OnboardSports. Ele quebrou um jejum de quase 100 anos sem medalhas olímpicas na modalidade na Rio 2016

Muita coisa mudou pra ele! Inclusive o reconhecimento. O Clube de Tiro Olímpico de Tapajós, no Pará, convidou o Felipe Wu para dar o nome a um local para a pratica da modalidade por meio do Airsoft (armas que parecem de verdade, mas a munição são bolinhas de plástico)

Olha a oportunidade aí, nego

Paratleta de Itajaí ganha Open Internacional

23/04/2017 11:58

O paratleta Flávio Reitz venceu, neste sábado (22), a prova do salto em altura do Open Internacional Loterias Caixa de Atletismo e Natação, disputado no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, em São Paulo (SP). Mesmo com chuva e frio, o saltador da categoria T42 se superou e fez 1.75m, melhor início de temporada de sua carreira. Comparando com a temporada passada, a marca foi 10 centímetros superior.

”Foi uma estreia especial na temporada 2017. A marca é expressiva, bem próximo do meu melhor. O ano promete e tenho mais duas chances de atingir o índice para o Mundial de Atletismo Paralímpico. A evolução é significativa e meu objetivo é manter essa progressão, pois para obter o índice, que é muito forte”, disse Flávio Reitz, que tem como melhor marca 1.80m. O índice é 1,87 m. No evento, o paratleta até tentou saltar para a marca, mas derrubou o sarrafo em três oportunidades.

As próximas competições do paratleta serão na Argentina, em maio, e mais uma etapa do Open em São Paulo, em junho. Ambas valem vaga para o Mundial de Atletismo, que será em Londres, na Inglaterra.

Mais sobre Flávio Reitz

Em 2002, aos 15 anos, ele descobriu um tumor maligno no fêmur da perna esquerda, que teve que ser amputada (aos 16 anos) após a quimioterapia não eliminar o câncer. Em 2008, ele começou no esporte adaptado, mais precisamente no handebol em cadeira de rodas.

Através do handebol, em 2009 conheceu a cidade de Itajaí, onde a convite do Clube Roda Solta, iniciou treino nas provas de arremesso e lançamento, no atletismo, e em 2010 teve seu primeiro contato com o salto em altura.

Foi em 2010, quando Aline Rita de Barros, esposa de Flávio, o convenceu a começar na modalidade. Com os treinamentos certos, um ano e meio depois ele já estava na maior competição paradesportiva do mundo: os Jogos Paralímpicos de Londres 2012. O paranaense foi o quinto colocado na categoria T42, batendo o recorde brasileiro do salto em altura, na sua primeira disputa internacional (salto de 1,68m).

Flávio Reitz conquistou medalha de prata nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto 2015, com um salto de 1,74m, na classe T42/44/47, com paratletas amputados ou com má formação em algum membro. Em Toronto, sua classe foi unificada com outras duas para diferentes tipos de amputação. Com o salto de 1,74m, ele quebrou o recorde parapan-americano da classe T42, e ficou com a prata.

No inicio de 2015, assumiu como presidente do Clube Roda Solta (entidade sem fins lucrativos que desenvolve atividades esportivas para pessoas com deficiência em Itajaí/SC e região), onde agora além de atleta, também pode auxiliar e influenciar outros atletas com potencial, para que continuem evoluindo e conquistando títulos.

O paratleta de 30 anos ficou, na sua segunda Paralimpíada (Rio2016) com o nono lugar. Competindo em casa, seu salto na final foi de 1,71m. Em sua ainda curta carreira, Flávio já venceu muitos torneios como a etapa Regional Rio/Sul do Circuito Loterias Caixa de Atletismo, além do Parajasc e etapas nacionais do Circuito Loterias Caixa de Atletismo.

Mais de 2.000 m pra levar barco da Itália até Portugal

21/04/2017 12:44

Os integrantes do Team AkzoNobel contam as horas para poder ter em mãos o novo barco para a disputa da Volvo Ocean Race 20171-8, que começa em outubro.

O processo de construção e transporte do veleiro – um Volvo Ocean 65 – para a montagem final no estaleiro português levou três meses de planejamento e envolveu uma viagem de 15 dias de mais de 2.000 km da Itália até Portugal por caminhão.

A importância do velejador mais novo na Regatona

A edição 2008-09 da Volvo Ocean Race foi importante para a renovação da vela oceânica. A partir daquela temporada, as equipes foram obrigadas a colocar pelo menos dois tripulantes com menos de 30 anos nas travessias. A decisão foi comemorada pelos especialistas na modalidade. Nove anos depois, a regra segue vigente, abrindo caminhos para os atletas mais novos, como o espanhol Willy Altadill (24), que vai para sua segunda volta ao mundo, e os já veteranos Ñeti Cuervas-Mons e Pablo Arrarte, que estrearam na Volvo Ocean Race com 26 e 27 anos, respectivamente. Outro tripulante do MAPFRE para 2017 beneficiado pela regra do sub30 no passado foi Carlos Hernández.

“Navegar com velejadores experientes e aprender muito. Foi isso que fiz na edição passada”, disse Altadill. “Obviamente sigo aprendendo, mas a experiência anterior ajuda muito a chegar pronto no barco. Já sei exatamente como tudo funciona. Já tenho um passo dado”.

Filho do experiente Guillermo Altadill, Willy reforça que está mais maduro para 2017-18. “O fator decisivo para ser mais competitivo é treinar bem e se preparar, é o que estamos fazendo. O importante não é só ter uma boa tripulação ou barco preparado. É um conjunto de coisas”. Willy emendou: “A rota é mais complicada. Não será mais longa que a anterior. Porem mais dura e com mais passagens por zonas frias e molhadas. Vamos passar mais tempo pelos mares do Sul. Vamos subir até Hong Kong depois chegar na Austrália e logo rumar pra Auckland”.

O velejador espanhol tem o mesmo discurso de seus companheiros, que é ter melhor desempenho em números nesta edição. “Os objetivos para a edição são, em primeiro lugar, melhorar o resultado da temporada anterior. Em 2014 oscilamos muito e agora queremos começar bem. Temos uma equipe vencedora e queremos tirar o máximo disso”. Um detalhe interessante. Na edição 2020-21 da Volvo Ocean Race, Willy terá 28 anos, ou seja, pode se encaixar na regra do sub30.

Foto: Maria Muiña

Paratleta de Itajaí inicia campanha para paralimpíada

20/04/2017 16:27

O paratleta Flávio Reitz disputa, neste sábado (22), o Open Internacional Loterias Caixa de Atletismo e Natação, no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, em São Paulo (SP). Especialista no salto em altura na categoria T42, o medalhista de Toronto 2015 encara o desafio como início de sua campanha para os Jogos de Tóquio 2020. O evento pode valer classificação para o Mundial de Atletismo Paralímpico deste ano.

”Meu sonho é voltar a defender o Brasil em uma paralimpíada, mas até lá tem muitos saltos pela frente, como circuitos nacionais, internacionais, mundiais e pan. Fiz a minha estreia em Londres 2012 logo após iniciar na modalidade e no ano passado fui nono na Rio 2016. Meu trabalho é de excelência para sempre superar minhas metas”.

Mas para chegar em Tóquio, o paratleta quer se destacar em campeonatos importantes e um deles é o Circuito de Atletismo, que pode dar uma vaga ao Campeonato Mundial da categoria, marcado para julho, em Londres, na Inglaterra. ”Tenho que saltar bem em todas as competições e ter ritmo de prova. Cada degrau faz parte desse meu objetivo final”.

Flávio Reitz mora e treina em Santa Catarina, na cidade de Itajaí. Além das atividades relacionadas à sua modalidade, o paranaense de Francisco Beltrão treina o crossfit.

Mais sobre Flávio Reitz

Em 2002, aos 15 anos, ele descobriu um tumor maligno no fêmur da perna esquerda, que teve que ser amputada (aos 16 anos) após a quimioterapia não eliminar o câncer. Em 2008, ele começou no esporte adaptado, mais precisamente no handebol em cadeira de rodas.

Através do handebol, em 2009 conheceu a cidade de Itajaí, onde a convite do Clube Roda Solta, iniciou treino nas provas de arremesso e lançamento, no atletismo, e em 2010 teve seu primeiro contato com o salto em altura.

Foi em 2010, quando Aline Rita de Barros, esposa de Flávio, o convenceu a começar na modalidade. Com os treinamentos certos, um ano e meio depois ele já estava na maior competição paradesportiva do mundo: os Jogos Paralímpicos de Londres 2012. O paranaense foi o quinto colocado na categoria T42, batendo o recorde brasileiro do salto em altura, na sua primeira disputa internacional (salto de 1,68m).

Flávio Reitz conquistou medalha de prata nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto 2015, com um salto de 1,74m, na classe T42/44/47, com paratletas amputados ou com má formação em algum membro. Em Toronto, sua classe foi unificada com outras duas para diferentes tipos de amputação. Com o salto de 1,74m, ele quebrou o recorde parapan-americano da classe T42, e ficou com a prata.

No inicio de 2015, assumiu como presidente do Clube Roda Solta (entidade sem fins lucrativos que desenvolve atividades esportivas para pessoas com deficiência em Itajaí/SC e região), onde agora além de atleta, também pode auxiliar e influenciar outros atletas com potencial, para que continuem evoluindo e conquistando títulos.

O paratleta de 30 anos ficou, na sua segunda Paralimpíada (Rio2016) com o nono lugar. Competindo em casa, seu salto na final foi de 1,71m. Em sua ainda curta carreira, Flávio já venceu muitos torneios como a etapa Regional Rio/Sul do Circuito Loterias Caixa de Atletismo, além do Parajasc e etapas nacionais do Circuito Loterias Caixa de Atletismo.

Foto: Victor Schneider

Nadadora Edênia Garcia compete no Open Internacional Loterias Caixa de olho no Mundial

19/04/2017 18:00

Edênia Garcia, medalhista paralímpica de natação, participa a partir da próxima sexta-feira (21), do Open Internacional Loterias Caixa de Atletismo e Natação, que será realizado no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, em São Paulo (SP). A competição, que reúne sete países, será seletiva para o Campeonato Mundial da modalidade, que ocorre em setembro na Cidade do México. A nadadora compete as provas de 50 m costas e 50 m livre. O campeonato faz parte do calendário do Comitê Paralímpico Internacional (IPC, sigla em inglês) e contará com nomes como, além de Edênia, Daniel Dias, André Brasil e Joana Neves, que estarão em busca de suas vagas.

“O Open é uma competição super tradicional no Brasil e este ano será uma das etapas da Copa do Mundo de natação paralímpica, competição que integra pela primeira vez o nosso calendário. Essa será minha primeira chance para estabelecer o índice do Mundial de Natação, então eu espero nadar próximo dos tempos que me classificam para ele, além de ser uma grande oportunidade de nadar com os melhores atletas do mundo! Estamos numa fase pesada de treinos (ganhando força), mas estarei descansada para fazer o índice”, conta a atleta de 29 anos.

Na sexta-feira, as finais da natação começam as 15h30 e vão até às 17h40. O sábado será dividido em duas etapas, das 9h até 12h e das 15h30 às 18h45. No último dia de competições, domingo (23), as provas começam as 9h (horário de Brasília). O evento será aberto ao público.

Sobre Edênia Garcia

Edênia nasceu com Charcot Marie tooth, uma doença progressiva que trouxe dificuldades de movimento nas pernas e nos braços. A nadadora foi a quatro Jogos Olímpicos (Atenas 2004, Pequim 2008, Londres 2012 e Rio 2016) e é a primeira atleta brasileira tricampeã mundial de natação. Especialista nas provas curtas, ela tem quatro medalhas olímpicas, entre elas três pratas (50 m costas, 50 m livre e revezamento 4×50 livre) e um bronze (50 m costas).


Foto: Saulo Cruz

Com mastro novo, MAPFRE inicia segunda sessão de treinos na Espanha

18/04/2017 18:34

Nesta terça-feira (18), a equipe do MAPFRE volta a navegar marcando o início da segunda sessão de treinos visando a Volvo Ocean Race 2017-18, que começa em outubro. Depois da quebra do mastro e da reposição da peça no estaleiro naval da regata, localizado na capital portuguesa, os tripulantes partem para a base de Sanxenxo.

A previsão é que o MAPFRE chegue a Pontevedra até o fim da tarde do dia 20 de abril depois de ter navegado cerca de 1.000 milhas náuticas nas próximas 60/72 horas. Não haverá pausas. Já na base, a equipe espanhola retomará o calendário de treinos visando o início da Volta ao Mundo. “A ideia é fazer três dias de travessia (com duas noites) e testar todo o material, além de ver o desempenho de novos velejadores”, comentou Pablo Arrarte, chefe de turno do MAPFRE.

“Tivemos a sorte do problema do mastro ter ocorrido na costa, perto da nossa base de Sanxenxo e apenas um dia de viagem do estaleiro da Volvo Ocean Race em Lisboa. Assim a gente vai recuperando os dias de treino perdidos”. O fato de colocar um novo mastro fez com que a equipe do MAPFRE tivesse a oportunidade de fazer testes finais em outras peças do barco, como velas, engrenagem convés, cabos, etc, além de continuar escolhendo seu time para o início da Volvo Ocean Race, marcado para 22 de outubro, em Alicante.

Outro detalhe: em Lisboa, a equipe teve suporte da North Sails para o primeiro conjunto de velas das três previstas para esta edição 2017-18. O conjunto de panos fornecido será testado para atingir os parâmetros de navegação apropriados para cada direção de vento e condições de mar. Foto © María Muiña/MAPFRE

Parabéns, Mineirinho

Nesta terça-feira, 18 de abril, o esporte comemora o aniversário da lenda do skate brasileiro Sandro Dias, o Mineirinho, que completa 42 anos. O atleta, que mora em Los Angeles, nos Estados Unidos, está se preparando para sua campanha olímpica, visando os Jogos Olímpicos de 2020, em Tóquio (Japão), já que a modalidade fará estreia no calendário de competições. O atleta também se dedicada ao ensino do skate com o Sandro Dias School, o acampamento Sandro Dias Camp e a marca Dual.

O ”mineirinho” de apelido, mas que é nascido em Santo André, na Grande São Paulo, é o primeiro brasileiro e terceiro skatista do mundo a realizar uma das manobras mais incríveis no estilo vertical, que é o 900°, que consiste em realizar duas voltas e meia no ar. Um detalhe curioso é que ele foi o primeiro skatista a aplicar a manobra durante a sua linha de competição.

Ele se destacou também com outra manobra que, inclusive, o deu mais um apelido, o de “Rei dos 540”. A manobra nada mais é do que uma rotação de uma volta completa, mais meia volta, totalizando 540 graus.

Ainda criança, ganhou seu primeiro skate como presente de Natal e, logo aos 13 anos já conquistara seu primeiro torneio. Com o passar dos anos, se profissionalizou e, aos 21 anos de idade, Sandro se lançou em grandes competições e começou assim a sua carreira de sucesso na modalidade.

A consolidação da carreira de Sandro Dias teve início em 2003, com seu primeiro título mundial, também alcançou o lugar mais alto do pódio em outros quatro eventos de grande porte, incluindo competições como o Latin X-Games, realizado no Brasil, e o Slam City Jam, em Vancouver, no Canadá. Assim chegou a disparar na primeira posição do ranking mundial daquele ano.

Além de tal feito, Sandro conquistou o mundo por mais cinco oportunidades (2004, 2005, 2006, 2007 e 2011), também é tricampeão europeu (2001, 2003 e 2005) e medalhista por sete oportunidades nos X-Games, torneio conhecido como as “olimpíadas dos esportes radicais”.

Lista de medalhas nos X-Games

• 2006 – Los Angeles – Ouro (Vertical)

• 2007 – Los Angeles – Ouro (Vertical)

• 2004 – Los Angeles – Ouro (Vert Best Trick)

• 2002 – Philadelphia – Prata (Vert Best Trick)

• 2003 – Los Angeles – Prata (Vert Best Trick)

• 2005 – Los Angeles – Bronze (Vertical)

• 2000 – San Francisco – Bronze – (Vertical Doubles)

Classe Star está viva! 18 barcos em Campeonato Paulista

17/04/2017 00:01
 A dupla formada por Marcelo Fuchs e Ronald Seifert conquistou, neste domingo (16), o Campeonato Paulista da classe Star, disputado na Represa do Guarapiranga, em São Paulo (SP). Os velejadores somaram seis pontos perdidos em cinco regatas, a metade a menos do que os vice-campeões Jorge Zarif/Arthur Lopes, com 12. A medalha de bronze ficou para Marcelo Bellotti e Maurício Bueno. Ao todo, cinco regatas foram disputadas neste feriado de Páscoa com vento predominantemente fraco (três na sexta, uma no sábado e uma no domingo). A competição contou com 18 barcos inscritos.

Os campeões Marcelo Fuchs e Ronald Seifert tiveram a melhor média, vencendo duas provas. O pior resultado deles foi um terceiro lugar, descartado como manda a regra. O campeonato foi organizado pelo YCSA – Yacht Club de Santo Amaro. ”A classe Star está cada vez mais forte e crescendo, curiosamente depois da saída do calendário olímpico. É uma categoria formada por amigos e muito bem organizada. Juntamos quase 20 duplas num fim de semana para competir em alto nível e a disputa foi bem acirrada até o fim do campeonato”, falou Marcelo Bellotti, medalha de bronze no evento. Maurício Bueno também avaliou o Paulista de Star. ”Organização impecável e excelente nível técnico”.

A Star coroou ídolos da vela nacional, como os irmãos Grael e Robert Scheidt com medalhas olímpicas e em mundiais. A classe é disputada sempre em duplas e os velejadores a classificam como a mais técnica das categorias da modalidade.