The Ocean Race relembra Sir Peter Blake

06/12/2019 11:54

Faz 18 anos que perdemos tristemente a lenda da Ocean Race, Sir Peter Blake, vítima de assassinato. Foi uma triste notícia (ocorrida no Brasil) para o mundo na vela.

Mas o ídolo da vela neozelandesa deixou um legado pra Volta ao Mundo.

E ela não era chamada nem de Volvo Ocean Race ainda!

O neozelandês Peter Blake foi vencedor da The Ocean Race com o Steinlager 2 em 1989-90.

Essa vitória fez história como o primeiro barco com bandeira da Nova Zelândia a vencer a regata de volta ao mundo.

O Steinlager 2, que tinha 20% a mais de área vélica do que os adversários, venceu todas as seis etapas da competição!

A jornada para a vitória foi longa para Blake, que competiu pela primeira vez na prova com 24 anos de idade a bordo do Burton Cutter, na edição de 1973-74.

Daí surgiu a frase: ”entra no seu sangue … e você não pode se livrar dela”

As lendas de Blake continuam hoje.

O filho de Blake, James, foi um Onboard Reporter na edição 2017-18 – e na quinta-feira, a The Ocean Race anunciou um retorno a Auckland em 2021-22 – décima segunda visita à Nova Zelândia em 14 edições.

Texto: Flávio Perez | The Ocean Race

Auckland volta para a regata de Volta ao Mundo The Ocean Race

05/12/2019 10:53

A The Ocean Race confirmou seu retorno à cidade neozelandesa de Auckland para edição 2021-22 da regata de volta ao mundo.

O local é um dos pontos mais tradicionais de vela oceânica do mundo, reunindo atletas de ponta e equipes de alto nível em todas as competições da modalidade.

A stopover da Nova Zelândia tem uma relação especial com o Brasil, já que nas últimas três temporadas, os barcos saíram de Auckland com destino a Itajaí (SC).

A organização ainda não definiu o percurso, mas ambas estão confirmadas, assim como o porto de origem em Alicante, na Espanha, Cidade do Cabo, na África do Sul, Aarhus, na Dinamarca, Haia, na Holanda, e as estreia de Cabo Verde e Gênova, na Itália, essa última que será a parada final da regata.

”É um grande prazer confirmar que a The Ocean Race retornará a Auckland em 2021-22″, disse Richard Brisius, presidente da The Ocean Race.

”Consideramos Auckland o ‘lar espiritual’ da prova, com um legado construído nas lendas de velejadores da Nova Zelândia e vencedores como Sir Peter Blake e Grant Dalton, e agora com uma geração mais jovem com Peter Burling, Blair Tuke e Bianca Cook”.

”Toda vez que chegamos aqui, vemos os fãs comemorando apaixonadamente os esforços incríveis que os melhores velejadores do mundo se comprometem a realizar na The Ocean Race”.

”Por sua vez, os membros da tripulação apreciam a calorosa recepção e hospitalidade que recebem aqui, antes partindo para assumir um dos maiores desafios que enfrentarão no exterior – os mares do sul”.

A escala de Auckland vem à frente de uma das partes mais difíceis do evento, já que a flotilha sairá das águas protegidas do Golfo de Hauraki e mergulhará no Oceano Antártico (mares do sul), espremendo-se entre a Antártida e a América do Sul ao redor do famoso Cabo Horn.

A Nova Zelândia também terá uma equipe na regata. A atleta Bianca Cook, que competiu na última edição da The Ocean Race a bordo do Turn the Tide on Plastic, está liderando uma campanha na classe VO65.

“É uma ótima notícia para nossa campanha ter certeza de que voltaremos para casa para uma parada durante a prova”, disse Bianca Cook, que comprou o barco de regata VO65 em que competiu na última edição.

As novas lendas olímpicas dos kiwis Peter Burling e Blair Tuke competiram na última edição em equipes separadas.

Recém-saídos de uma vitória histórica da America’s Cup nas Bermudas, com o Emirates Team New Zealand, a dupla se tornou rival pela primeira vez, com cada um tentando se tornar o primeiro velejador da história a reivindicar a ‘tríplice coroa’ com vitórias nas Olimpíadas, na America’s Cup e na The Ocean Race.

Mas ambos teriam que se contentar com uma posição no pódio com suas respectivas equipes, Team Brunel e MAPFRE. A dupla faz campanha olímpica na classe 49er nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020

”Participar da última edição da The Ocean Race foi uma experiência de mudança de vida”, disse Peter Burling.

“As regatas offshore nos aprimoraram como velejadores e nos permitiram experimentar o mundo natural de uma maneira que não tínhamos antes”.

”Nosso tempo no Oceano Antártico foi uma das coisas que nos inspirou a criar nossa nova fundação, o Live Ocean, que é dedicado a proteger e restaurar nossos oceanos, algo que sabemos que a The Ocean Race também apoia fortemente”.

“É fantástico ouvir que a Ocean Race voltará a Auckland para a próxima edição, depois da Copa da América. Embora a Copa América e as Olimpíadas sejam nossas prioridades imediatas, Blair e eu gostaríamos de estar envolvidos na prova novamente”.

O prefeito de Auckland, Phil Goff, elogiou o anúncio. “Auckland é um destino de vela de classe mundial e a cidade ganha vida cada vez que os veleiros nos visitam aqui”.

”E fazer com que Bianca Cook confirme sua participação como a primeira capitã da Nova Zelândia nesta competição é um bônus adicional”.

“O investimento do Conselho de Auckland por meio do Turismo, Eventos e Desenvolvimento Econômico de Auckland (ATEED) ajuda a destacar a capacidade da nossa região de sediar eventos dessa magnitude”.

”Na última vez em que fizemos uma escala na Ocean Race, tivemos quase 500 mil visitantes na vila, criando uma enorme sensação de positiva”.

”O investimento de US$ 6 bilhões do governo local e central na transformação do centro da cidade de Auckland e a construção de um novo distrito à beira-mar para a 36ª America’s Cup criarão um legado duradouro para Auckland e nos ajudarão a cumprir nosso papel como cidade internacional da Nova Zelândia”.

O ministro do Desenvolvimento Econômico Phil Twyford disse que o governo tem orgulho de apoiar a edição de 2021-22 da The Ocean Race, dada a longa história da Nova Zelândia com o evento.

“A escala representa uma oportunidade fantástica para trazer o público da Nova Zelândia de volta à orla de Auckland em apoio ao evento, na área desenvolvida para a 36ª America’s Cup. Também estamos satisfeitos por uma equipe da Nova Zelândia ser comandada por uma mulher, já que aumentar a participação das mulheres no esporte é uma prioridade para nós”.

A Ocean Race está programada para começar no porto de origem em Alicante, Espanha, no quarto trimestre de 2021.

Salão Náutico de Paris premia os campeões da TJV

04/12/2019 17:43

A maior regata do mundo em duplas, a Transat Jacques Vabre Normandie Le Havre, terá a cerimônia de premiação neste sábado (7), no Nautic Paris, principal salão náutico da França.

Quando a regata parou em Itajaí (SC), em 2013 e 2015, a festa de premiação foi no evento, sempre realizado em dezembro.

O salão premiará os campeões da edição 2019, que reuniu em Le Havre, cidade da largada, 59 barcos que seguiram rumo à Salvador (BA).

A regata foi iniciada no dia 27 de outubro, e teve três classes: Multi50, Class40 e IMOCA 60.

Pelo meio do caminho ficaram sete veleiros que não chegaram ao Porto Salvador Marina, na Bahia.

A competição terminou no último dia 21 e teve ao todo 25 dias de travessia com a chegada do último da Class40, o Terre Exotique.

Esta foi a 14ª edição da regata que teve recorde de inscrições.

O primeiro a chegar foi o Multi50 Groupe GCA Mille et un sourires que completou a regata transatlântica em 11 dias.

Ao todo três veleiros desta categoria de multicasco correram a Transat Jacques Vabre.

Na classe IMOCA, a mais badalada da vela oceânica mundial, a vitória ficou com o Apivia, que completou a regata em 13 dias, 12 horas e 8 minutos.

O campeão na Class40 entre os 27 que saíram de Le Havre foi o Credit Mutuel, que completou a prova em 17 dias 16 horas 21 minutos 23 segundos.

O Brasil já sediou por oito vezes a regata em duplas pelo Atlântico. A capital baiana recebeu por seis vezes e a catarinense Itajaí por duas.

A prova já desembarcou também na Colômbia e na Costa Rica.

Os baianos agora se preparam para receber mais um campeonato internacional. Em 2020, a base naval de Aratu sediará o Mundial da Juventude da World Sailing.

As regatas serão para atletas de até 19 anos e reunirá mais de 80 países.

A próxima edição da Transat Jacques Vabre Normandie Le Havre será realizada em 2021. O local será anunciado no ano que vem.

Leia mais — https://onboardsports.net/transat-jacques-vabre-salao-nautico/

 

Piloto da Formula E tem experiência na Sail GP

O britânico Sam Bird, único a vencer nas seis temporadas da Formula E, teve uma experiência e tanto fora do automobilismo.

O piloto Envision Virgin Racing navegou em um barco da Sail GP, série de regatas ao redor do planeta.

Assim como a vela, a Formula E é uma competição sem emissões, ou seja, amiga do meio ambiente.

A gravação foi antes do início da temporada.

Sam Bird viajou para Marseille, na França, para a ação com o time da Grã-Bretanha.

Formula E ganha chancela de Campeonato Mundial

03/12/2019 18:47

A Fórmula E recebeu oficialmente o status de Campeonato Mundial da FIA – Federação Internacional de Automobilismo, após uma votação na sede da entidade.

A principal competição de carros elétricos do planeta terá essa chancela na temporada 7 que será disputada em 2020/21.

A Federação Internacional de Automobilismo, órgão que rege e sanciona as competições da modalidade no mundo, e os membros efetivos do Conselho da FIA (WMSC) concordaram em dar o certificado de Campeonato Mundial da FIA à Fórmula E.

O fundador e presidente da Fórmula E, Alejandro Agag , juntamente com o presidente da FIA, Jean Todt, finalizaram o acordo na sede da entidade máxima do automobilismo, na Praça da Concórdia, em Paris, para confirmar oficialmente o status de Campeonato Mundial para a sétima temporada.

A transição para o nível mais alto da hierarquia de monopostos sancionada pela FIA significa que o grid mais competitivo de equipes e pilotos no automobilismo competirá pelo novo título do ABB FIA Formula E World Championship na próxima temporada.

O anúncio ocorre no melhor momento da Fórmula E, que teve em sua temporada anterior nove vencedores diferentes e um número crescente de audiência.

A competição já está em sua sexta temporada, que teve inicio em Diriyah na Arabia Saudita, nos dias 22 e 23 de novembro.

Saiba mais — https://onboardsports.net/formula-e-tera-status-de-campeonato-mundial-a-partir-da-temporada-2020-21/

Jean Todt, Presidente da FIA disse: “A criação e o desenvolvimento da Fórmula E tem sido uma grande aventura. Estou orgulhoso de que hoje confirmamos o status de campeonato mundial da FIA. Desde que começamos essa jornada, a Fórmula E sem dúvida ganhou muita força. Em um curto espaço de tempo, a série provou ser relevante para a indústria automotiva, com mais dois grandes fabricantes de automóveis entrando no campeonato no início da temporada atual, elevando o número total para 10. O compromisso e o profissionalismo desses fabricantes e de suas respectivas equipes se refletem na qualidade desde a primeira corrida disputada em Pequim, em 2014. E a cada E-Prix, Fórmula E provou que o conceito de corrida elétrica funciona. Saúdo a Fórmula E como o mais recente Campeonato Mundial da FIA.”

Alejandro Agag, Fundador e Presidente da Fórmula E disse: “Sempre foi nossa ambição um dia conquistar o status de Campeonato Mundial da FIA. Tudo o que fizemos e entregamos até agora foi trabalhando para esse momento específico. Conseguir o feito e receber o status de Campeonato Mundial da FIA adiciona mais credibilidade ao que já é uma fórmula de corrida completa e um produto esportivo espetacular. Este contrato e anúncio realmente colocam a Fórmula E no topo das corridas internacionais de monopostos. Tem sido um tremendo esforço, de muitas pessoas envolvidas e sem elas isso não seria possível, assim como foi importante o apoio do presidente da FIA, Jean Todt, e da federação, além da dedicação e comprometimento demonstrados por nossas equipes e parceiros. Agora podemos dizer que conseguimos. Mas é apenas o começo de um novo capítulo sob a bandeira do Campeonato Mundial da ABB FIA Fórmula E.”

Dia de muito triathlon para crianças em Curitiba (PR)

01/12/2019 21:00

 

O 1º Festival Eletrolux Escolinha de Triathlon Formando Campeões reuniu 200 atletas mirins em Curitiba (PR).

Jovens em diferentes níveis de desenvolvimento disputaram uma competição inédita no Colégio da Polícia Militar do Paraná, em Curitiba (PR), com o objetivo de cumprir desafios pessoais.

O Festival distribuiu os alunos em uma série de baterias, com distâncias ideais para cada faixa etária, dos 8 aos 17 anos.

Depois da natação disputada na piscina, os atletas seguiram para a prova de ciclismo na pista de mountain bike, e terminaram com o circuito de corrida no estacionamento.

Todas as crianças dos núcleos do Colégio da Polícia Militar, Boqueirão, CIC e Oswaldo Cruz puderam competir, alguns deles pela primeira vez.

“Nós reunimos todo mundo no núcleo principal do projeto, no Colégio da Polícia Militar”.

”Não era uma competição, mas o desafio de completar a prova no seu formato original, nada, pedala e corre”, comemorou Juraci Moreira, triatleta olímpico e idealizador do projeto.

”A pista de mountain bike foi desafiadora, principalmente para os atletas menores. Eles ficaram com um pouco de medo, mas todos conseguiram”.

“Tenho certeza de que eles vão sair daqui muito mais fortes, sabendo que podem superar obstáculos.”

O evento contou com a participação ativa dos pais na montagem da estrutura e na torcida, destacando uma das principais características da Escolinha: o apoio fundamental da família na formação dos novos talentos.

Os atletas do grupo de alto rendimento também tiveram papel importante, atuando como staff na orientação dos alunos durante as provas.

Leia na íntegra — https://onboardsports.net/festival-inedito-de-triathlon-reune-200/

Formando Campeões

Atualmente, a Escolinha recebe 80 alunos da rede pública de ensino no Colégio da Polícia Militar do Paraná, visando inseri-los em um dos esportes ao ar livre que mais vem se popularizando nos últimos tempos.

Outros 120 alunos são atendidos nos núcleos Boqueirão, CIC e Osvaldo Cruz, mantidos pela Prefeitura de Curitiba.

As crianças contam com todos os equipamentos necessários e são treinadas por especialistas na modalidade.

A Escolinha de Triathlon Formando Campeões foi viabilizada pela Lei de Incentivo ao Esporte, com apoio da Federação Paranaense de Triathlon, do Colégio da Polícia Militar do Paraná e da Prefeitura de Curitiba.

Os patrocinadores são Eletrolux, Condor, Astra, Tradener, Castelo e Elejor.

 

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Astronautas recebem IMOCA de Sam Davies

29/11/2019 16:36

Depois de disputar a Transat Jacques Vabre Normandie Le Havre, a tripulação do Initiatives Cœur voltou velejando para Lorient, na França, onde fica sua base.

E eles foram recebidos por astronautas vestidos a caráter!

Na prova entre Le Havre e Salvador, que ocorreu no mês passado, ficou em sétimo lugar na classe IMOCA.

Fez 14 dias, 9 horas e 30 minutos. O vencedor foi o Apivia na sua categoria.

Os velejadores resolveram voltar velejando e foram recebidos nesta sexta-feira (29) no porto francês.

A britânica Sam Davies está em campanha pra Vendée Globe, assim como  os franceses Paul Meilhat e Thomas Pesquet.

Na volta ao mundo em solitário e sem escalas, que larga em novembro do ano que vem, os barcos usados serão os IMOCAs, os mesmos da Transat Jacques Vabre.

Paul Meilhat já disse que está em campanha também para a Ocean Race 2021-22.

Outros que estão velejando em treinamento desde Salvador (BA) são os velejadores do 11th Hour Racing.

Veja algumas fotos da travessia por Amory Ross, o repórter a bordo do barco dos EUA.

 

 

 

 

The Ocean Race 2021-22 confirma a Cidade do Cabo como cidade-sede

27/11/2019 14:13

A Cidade do Cabo foi confirmada mais uma vez como uma das sedes da Ocean Race 2021-22.

O país africano recebe os barcos de volta ao mundo desde a sua primeira edição, em 1973. Em apenas duas temporadas a prova não desembarcou na África do Sul.

A etapa é a porta de entrada dos veleiros aos mares do sul e se junta a outras cidades-sede, incluindo a brasileira Itajaí na lista.

“Este é um anúncio muito importante a fazer”, disse Johan Salen, diretor administrativo da The Ocean Race.

“Nossos fãs, nossas equipes, velejadores e todas as partes interessadas sempre classificam a Cidade do Cabo como uma das suas favoritas.

“A Cidade do Cabo tem uma história tão forte na The Ocean Race e é o ponto de partida para os mares do sul. É um local ideal para se preparar e fazer um balanço antes de seguir para as desafiadoras pernas no sul que estão no coração da regata.”

A Cidade do Cabo também recebeu com entusiasmo o retorno da The Ocean Race

“A Ocean Race é um dos eventos de maior prestígio do mundo e estamos muito satisfeitos por tê-la de volta à Cidade do Cabo”, disse o prefeito da Cidade do Cabo, Dan Plato.

Como nas regatas anteriores, a flotilha será hospedada na área de V&A Waterfront da cidade, sob a sombra da icônica Table Mountain.

“O V&A Waterfront se orgulha em sediar a edição 2021-22 da Ocean Race, a oitava vez consecutiva desde a era moderna a partir de 1997/98, mas a décima segunda vez desde o evento inaugural em 1973”, disse David Green, CEO da V&A.

“A realização de eventos como a The Ocean Race está ligada à nossa visão sobre a estratégia oceânica de promover atividades e indústrias relacionadas ao mar”.

O WorldSport South Africa trabalhará com a V&A e a autoridade local como parceiros.

“O WorldSport iniciou seu relacionamento com a regata desde a edição de 1997-98 e estamos felizes em continuar com a edição de 2021-22, quando mais uma vez ajudaremos a sediar a corrida em nossa cidade”, disse Bruce Parker-Forsyth, CEO da WorldSport South Africa.

“Estamos orgulhosos de continuar esse legado com nossos parceiros, a Cidade do Cabo e a V&A Waterfront, para fornecer uma plataforma que trará benefícios à economia oceânica local.”

A Cidade do Cabo é agora uma das duas paradas africanas, juntando-se a Cabo Verde, que foi anunciada como destino no início deste ano.

A Ocean Race está programada para começar no porto de origem em Alicante, Espanha, no quarto trimestre de 2021, e terminar em Gênova, na Itália, em junho de 2022.

A rota completa da regata será confirmada nas próximas semanas.

Como citado acima, a Cidade do Cabo se une a Itajaí, Brasil, Aarhus, Dinamarca e Haia, na Holanda, como cidades-sede confirmadas, juntamente com Cabo Verde, que será a primeira parada da África Ocidental na história do evento.

Pai e filho dividem pódio do Brasileiro de Star

24/11/2019 21:14

Lars Grael e o filho Nick Grael ficaram em primeiro e segundo lugares do Brasileiro de Star 2019, evento disputado no Iate Clube do Rio de Janeiro.

Com Samuel Gonçalves e Pedro Trouche, pai e filho conseguiram deixar para trás concorrentes de peso como Alan Adler, Reinaldo Conrad, Arthur Lopes, Gigante Haddad, Marcelo Bellotti, Dino Pascolatto e Bruno Prada.

Foram quatro regatas ao todo!

Nessa lista queria destacar a presença do meu amigo ‘magrim’ Jonatas Gonçalves, que voltou à proa, assim como seu irmão.

Ele correu com o presidente da CBVELA, Marco Aurélio Ribeiro.

Agora o foco de alguns desses nomes da lista é a final da Star Sailors League, em dezembro.

Sims ganha ePrix na Arábia Saudita. Brasileiro Di Grassi fica em segundo

23/11/2019 17:12
Alexander Sims (GBR) BMW I Andretti Motorsports, BMW iFE.20

Piloto da BMW i Andretti Motorsport, Alexander Sims conquistou sua primeira vitória na ABB FIA Fórmula E Championship.

Largando na pole position, o britânico venceu de ponta a ponta o segundo SAUDIA Diriyah E-Prix.

O piloto de 31 anos fez história na Fórmula E no início do dia, tornando-se o primeiro piloto a garantir a terceira pole position consecutiva, e realizou uma corrida tranquila na liderança, enquanto os demais pilotos do grid travaram disputas ferozes pelo circuito de rua árabe.

“Foi uma corrida dos sonhos. Tomamos as decisões certas no momento certo, tudo correu bem hoje. Quando cruzei a linha de chegada, foi uma ótima sensação”.

”Tivemos muitas lições a aprender durante toda a última temporada e com a corrida de ontem, e ainda teremos muito a aprender no futuro. Toda a equipe ficou ao meu lado e me apoiou. Foi ótimo!”, declarou Sims.

Leia a matéria completa — https://onboardsports.net/sims-vence-de-ponta-a-ponta/

O companheiro de Sims na BMW i Andretti Motorsport, Max Guenther, cruzou a linha de chegada na segunda colocação, mas foi punido com o acréscimo de 24 segundos no seu tempo final após o término da prova, por ter ultrapassado Lucas di Grassi e Stoffel Vandoorne durante o safety car.

Não foi desta vez que a equipe alemã conquistou sua primeira dobradinha na categoria de carros elétricos.

Com a punição de Guenther, o brasileiro Lucas Di Grassi, da Audi Sport ABT Schaeffler, terminou em segundo, enquanto o belga Stoffel Vandoorne, da Mercedes-Benz EQ, ficou com a terceira colocação.

Este é o segundo pódio da Mercedes-Benz EQ, nas suas duas primeiras provas como equipe de fábrica na Fórmula E, um grande resultado, diante do olhar de Toto Wolff, diretor esportivo da montadora alemã.

Depois de vencer o primeiro E-Prix da temporada, Sam Bird, da Envision Virgin Racing, foi forçado a abandonar a segunda prova em Diriyah após uma disputa com Mitch Evans, na qual levou a pior e foi parar no muro.

O incidente forçou o piloto da Panasonic Jaguar Racing a ir paa os boxes, comprometendo a prova do britânico.

Outro incidente que alterou os planos de pilotos que lutavam pela primeiras posições foi entre Sébastien Buemi (Nissan e.DAMS) e Antonio Félix da Costa (DS Techeetah), quando disputavam a segunda colocação.

O português acertou a traseira do carro do piloto suíço que rodou, e perdeu várias posições, voltando a pista de maneira perigosa.

Da Costa foi punido e também foi parar no fundo do grid, mas no fim, terminou em 10º.

O atual campeão Jean-Eric Vergne teve outro dia terrível: forçado a trocar de bateria antes do inicio da corrida, largou em 24º lugar e ainda cumpriu um Stop&Go na primeira volta.

O francês terminou apenas na 11º colocação, mas com a punição sofrida por Guenther e outros pilotos, ficou oficialmente em 8º.

FIM DE SEMANA DISTINTO PARA OS BRASILEIROS

Após uma primeira corrida onde ficou fora do Top-10, Lucas di Grassi conseguiu se recuperar no segundo E-Prix deste fim de semana da Fórmula E em Ad Diriyah.

O piloto da Audi Sport ABT Schaeffler foi um dos seis pilotos que disputaram a Super Pole, fechando o treino classificatório com o terceiro melhor tempo.

Durante a prova, Di Grassi participou de diversos embates pelas primeiras posições, e nos minutos finais chegou a ocupar a segunda colocação, mas ao passar pela zona de ativação do MODO ATAQUE, acabou sendo ultrapassado por Max Guenther e Stoffel Vandoorne.

O brasileiro conseguiu ultrapassar o belga da Mercedes-Benz EQ, mas não conseguiu superar o alemão da BMW i Andretti Motorsport.

Porém, nem foi necessário: com a punição de Guenther após o término da prova, Di Grassi foi promovido ao segundo lugar.

“Foi uma boa corrida para nós. Primeiro pódio da temporada e a volta mais rápida. Foi um bom dia depois das dificuldades que tivemos ontem. Estou muito feliz, parabéns a todos da equipe, que trabalharam duro durante a noite. Obrigado pela torcida, pelos votos no Fan Boost e pelo apoio a Audi Sport”, declarou Di Grassi após a prova.

Quanto a Felipe Massa, foi um fim de semana inteiro fora do Top-10.

Novamente o brasileiro da ROKiT Venturi Racing não foi bem no treino classificatório e teve que largar na 16ª posição.

Massa foi conquistando algumas posições na primeira metade da prova, e chegou até a ocupar a sétima posição por conta dos incidentes com os pilotos do primeiro pelotão.

Mas também acabou sofrendo duas punições durante o E-Prix: a primeira, por ter queimado a largada, e a segunda por conta do excesso de velocidade quando passou pelos boxes para cumprir justamente a primeira punição.

No final, Massa terminou a prova na 18ª posição, deixando a Arábia Saudita sem marcar pontos.