Ocean Race é o nome oficial da regatona

14/02/2019 14:35

Agora o nome é oficial: Ocean Race

Duas décadas depois de comprar a Race da Whitbread, a Volvo transferiu a propriedade para um novo grupo, liderado por Richard Brisius e Johan Salén.
 
A mudança de propriedade foi anunciada antes do final da regata do ano passado, e a transação completa foi concluída.
 
No futuro, agora seremos conhecidos como The Ocean Race, com a Volvo ainda na família como uma parceira comercial significativa.
 
Os planos para a próxima edição estão bem encaminhados, incluindo a colaboração da classe IMOCA Open 60. 
 
Isso significa que dois tipos de barco competirão na próxima regata de volta ao mundo: IMOCA 60s e os VO65s (usados nas duas últimas temporadas).
 
A Ocean Race tem equipes que já demonstram forte interesse em participar. O Aviso de Regata foi publicado em dezembro e o período de inscrição oficial está aberto.
 
Podemos confirmar que a edição de 2021-22 começará em Alicante, na Espanha, em 2021 e terminará na Europa no meio de 2022. O processo de inscrição das cidades-sede já está em andamento e a rota completa será anunciada ainda neste ano.
 
Enquanto isso, convidamos você a ficar atento aos canais oficiais da Ocean Race para as últimas atualizações.
E não se esqueça de nos consultar no mês que vem, quando apresentaremos nossa nova identidade de marca e teremos mais atualizações sobre a próxima corrida, incluindo notícias do programa de equipe, parceiro e sustentabilidade.
Mais infos em www.theoceanrace.com

Vendée Globe 2020 já tem cinco mulheres confirmadas

09/02/2019 19:06

A Vendée Globe é a maior regata de volta ao mundo em solitário e ocorre de quatro em quatro anos. A edição de 2020 terá, por enquanto, cinco mulheres no start list direto da França a bordo dos IMOCA60

É um recorde histórico para a prova em solitário e sem escalas ao redor do globo.

A britânica Sam Davies, que vai para sua terceira Vendee Globe, se junta a Clarisse Crémer, Isabelle Joschke, Alexia Barrier e Pip Hare.

Sam esteve em Itajaí (SC) por duas vezes, uma na Transat Jacques Vabre e outra na Volvo Ocean Race. Era ela que comandava o Team SCA.

Só para se ter uma ideia do número, apenas sete mulheres competiram em oito edições da travessia.

Eles foram bem sucedidos, já que seis delas completaram a regata.

Nas duas primeiras edições da Vendée Globe, em 1989-1990 e 1992-1993, havia 13 e 14 velejadores,  respectivamente, mas nenhuma mulher.

Só na edição 1996-1997 que Isabelle Autissier e Catherine Chabaud largaram sozinhas de Les Sables d’Olonne.

Chabaud se tornou a primeira mulher a completar após 140 dias, 4 horas e 38 minutos no mar. Autissier parou em Cabo Verde!

Quatro anos depois, vimos a chegada de Ellen MacArthur. A britânica de 24 anos foi uma sensação ao terminar em segundo lugar na Vendée Globe de 2000, apenas 24 horas após o vencedor, o francês Michel Desjoyeaux. 

Por outro lado, em sua segunda tentativa, Catherine Chabaud teve menos sucesso, pois seu barco quebrou

Em 2004-2005, mais uma vez, duas mulheres se alinharam e ambas completaram a viagem em solitário: Anne Liardet 11ª e Karen Leibovici 13ª. 

Em 2008-2009, duas mulheres britânicas se destacaram, Sam Davies e Dee Caffari (terminando em quarto e sexto). Sam retornou em 2012, mas sua aventura chegou a um fim repentinamente, quando seu barco foi desmantelado.

Entre as sete mulheres que até agora participaram da Vendée Globe, seis completaram a prova, enquanto a sétima (Isabelle Autissier) cruzou a linha de chegada, mas foi desclassificada. 

Volvo Ocean Race disputa prêmio de tecnologia inovadora do ano

07/02/2019 14:35

E não é que as premiações que a Volvo Ocean Race vem recebendo pelo seu trabalho sustentável e tecnológico ainda não terminaram? 

Desta vez, a regata entrou para lista de possíveis candidatos ao título de prêmio inovação do esporte em 2018, organizado pelo Yahoo Sports Awards.

O evento será apenas no dia 2 de maio, em Londres, mas a lista já foi divulgada e conta com mais de 50 nomeações de destaques surpreendentes do ano.

Para termos uma noção da grandeza da premiação, outros nomes que estão na disputa pelo título com a Volvo Ocean Race são a NASCAR e MLB (Major League Baseball).

O Yahoo Sports levou em consideração alguns aspectos inovadores como a velocidade e número de informações transmitidas ao público, além de matérias mais elaboradas e formuladas.

Em 2018, a cobertura com a Volvo quebrou marcas.

Foram 194 horas ao vivo sobre informações do torneio e mais de 1,9 bilhão de pessoas interagindo nas redes sociais da competição.

Além disso, cada barco tinha seu repórter a bordo da navegação, o chamado OBR

Sendo assim, imagens surreais foram transmitidas e matérias escritas e enviadas em tempo recorde.

O diretor de tecnologia da Volvo, Samuel Piñeiro, destacou como é importante receber uma nomeação em um evento tão grande como é do Yahoo Sports.

“Tecnologia e inovação estão no coração da Volvo. Não apenas os velejadores, mas em todos que fazem acontecer. Entregamos novos rumos da vela, incluindo a primeira filmagem de drone no Oceano Antártico. Além disso, fizemos transmissões no Point Nemo, um dos lugares mais remotos do mundo”, disse o diretor.

Samuel ainda lembra que ‘realizar um campeonato desses sem a ajuda dos parceiros tecnológicos, incluindo Inmarsat e Cobham, não seria possível’.

A Volvo Ocean Race passou em Itajaí pela terceira vez consecutiva na última edição. O vencedor foi o chinês Dongfeng Race Team.

 

 

Scheidt mira Tóquio-2020

05/02/2019 16:03

Que aposentadoria que nada

Dono de cinco medalhas olímpicas, Robert Scheidt anunciou seu retorno à Laser

Ele vai tentar uma vaga em Tóquio 2020

Aos 45 anos, o atleta está com motivação para iniciar uma nova campanha,

“Ainda me sinto competitivo e ainda adoro velejar”, afirmou.

O atleta é dono de dois ouros e uma prata na Laser, além de um bronze e uma prata na Star.

Na Rio 2016 ficou em quarto!

 

 

 

 

 

 

Boa sorte, Alemão

‘Brasileira’ será a primeira timoneira da história da America’s Cup

04/02/2019 12:19

E ae pessoal!

Lembra dela? Claro, né?

A velejadora Carolijn Brouwer será a primeira mulher à frente de um barco desafiante da America’s Cup, uma das principais competições esportivas mundiais.

A holandesa criada no Brasil será representante do Team The Netherlands na regata em 2021.

As provas serão disputadas em Auckland, na Nova Zelândia.

Carolijn Brouwer, 45 anos, tem uma relação especial com o Brasil, pois viveu mais de uma década entre Rio de Janeiro e Minas Gerais, aprendendo a modalidade com família Grael.

A atleta faz história ao competir na America’s Cup, evento que está no chamado grand slam da vela, ao lado de Volvo Ocean Race e Jogos Olímpicos.

Carolijn Brouwer já correu olimpíada e foi a única mulher, ao lado da francesa Marie Riou, a conquistar a Volta ao Mundo.

”Não há razão para que as mulheres não possam estar no comando da America’s Cup”, disse Carolijn Brouwer ao jornal La Estampa, da Itália. ”As diferenças de nacionalidade e idade são maiores que em gênero”.

O Team A Holanda será liderado pelo bicampeão da America’s Cup, Simeon Tienpont.

O Emirates Team New Zealand é o atual detentor do título! Por isso leva a competição pra casa e definiu as regras, incluindo o novo conceito de barco.

Outros desafiantes são: Luna Rossa, American Magic e Stars & Stripes Team EUA, INEOS Team UK e Malta Altus Challenge.

O evento tem 168 anos de história. A America’s Cup é, assim, a regata entre o vencedor da Copa Louis Vuitton (regata dos desafiantes) e o detentor do troféu. Se o desafiante ganha a copa, a propriedade da copa é transferida ao iate clube do time vencedor.

Os vencedores

1851 Aurora, Reino Unido America, Estados Unidos 0-1 Cowes, Ilha de Wight, Reino Unido
1870 Magic, Estados Unidos Cambria, Reino Unido 1-0 Newport, EUA
1871 Columbia, Estados Unidos Livonia, Reino Unido 4-1 Newport, EUA
1876 Madeline, Estados Unidos Countess of Dufferin, Canadá 2-0 Newport, EUA
1881 Mischief, Estados Unidos Atalanta, Canadá 4-1 Newport, EUA
1885 Puritan, Estados Unidos Genesta, Reino Unido 2-0 Newport, EUA
1886 Mayflower, Estados Unidos Galatea, Reino Unido 2-0 Newport, EUA
1887 Volunteer, Estados Unidos Thistle, Flag of Scotland.svg 2-0 Newport, EUA
1893 Vigilant, Estados Unidos Valkyrie II, Reino Unido 3-0 Newport, EUA
1895 Defender, Estados Unidos Valkyrie III, Reino Unido 3-0 Newport, EUA
1899 Columbia, Estados Unidos Shamrock, República da Irlanda 3-0 Newport, EUA
1901 Columbia, Estados Unidos Shamrock II, República da Irlanda 3-0 Newport, EUA
1903 Reliance, Estados Unidos Shamrock III, República da Irlanda 3-0 Newport, EUA
1920 Resolute, Estados Unidos Shamrock IV, República da Irlanda 3-2 Newport, EUA
1930 Enterprise, Estados Unidos Shamrock V, República da Irlanda 4-0 Newport, EUA
1934 Rainbow, Estados Unidos Endeavour, Reino Unido 4-2 Newport, EUA
1937 Ranger, Estados Unidos Endeavour II, Reino Unido 4-0 Newport, EUA
1958 Columbia, Estados Unidos Scepter, Reino Unido 3-1 Newport, EUA
1962 Weatherly, Estados Unidos Gretel, Austrália 4-1 Newport, EUA
1964 Constellation, Estados Unidos Sovereign, Reino Unido 3-1 Newport, EUA
1967 Intrepid, Estados Unidos Dame Pattie, Austrália 4-0 Newport, EUA
1970 Intrepid, Estados Unidos Gretel II, Austrália 4-1 Newport, EUA
1974 Courageous, Estados Unidos Southern Cross, Austrália 4-0 Newport, EUA
1977 Courageous, Estados Unidos Australia, Austrália 4-0 Newport, EUA
1980 Freedom, Estados Unidos Australia, Austrália 4-1 Newport, EUA
1983 Liberty, Estados Unidos Australia II, Austrália 3-4 Newport, EUA
1987 Kookaburra III, Austrália Stars and Stripes, Estados Unidos 0-4 Fremantle, Austrália
1988 Stars and Stripes, Estados Unidos KZ1, Nova Zelândia 2-0 San Diego, EUA
1992 America3, Estados Unidos Il Moro di Venezia, Itália 4-1 San Diego, EUA
1995 Young America, Estados Unidos Black Magic, Nova Zelândia 0-5 San Diego, EUA
2000 Team New Zealand, Nova Zelândia Luna Rossa, Itália 5-0 Auckland, Nova Zelândia
2003 Team New Zealand, Nova Zelândia Alinghi, Suíça 0-5 Auckland, Nova Zelândia
2007 Alinghi, Suíça Team New Zealand, Nova Zelândia 5-2 Valência, Espanha
2010 Alinghi, Suíça Golden Gate Yacht Club, Estados Unidos 0-2 Valência, Espanha
2013 Golden Gate Yacht Club, Estados Unidos Emirates Team New Zealand, Nova Zelândia 9-8 São Francisco, EUA
2017 Golden Gate Yacht Club, Estados Unidos Emirates Team New Zealand, Nova Zelândia 1-8 Bermudas

Campeões olímpicos analisam barcos IMOCA, modelo da próxima edição da Volvo Ocean Race

18/01/2019 18:42

Campeões olímpicos, Torben Grael e sua filha Martine Grael comentaram a respeito do barcos da classe IMOCA, os quais estarão presentes na próxima edição da regata de volta ao mundo, a Volvo Ocean Race.

A próxima temporada da Volvo Ocean Race  em 2021-22 será disputada com barcos da classe IMOCA, e também da VO65, usados nas últimas duas edições da regata de volta ao mundo. Nos próximos dias, a competição enviará o Aviso de Regata (principal documento para realizações de competições náuticas) e também abrirá o processo seletivo para as equipes e cidades-sede interessadas na próxima edição.

Após assembleia geral da IMOCA, ocorrida em Paris, na França, no fim do ano passado, representantes da classe e da Ocean Race, aprovaram as diretrizes da categoria para as regatas a partir de outubro de 2021. A regra será de design aberto e a IMOCA chega para equilibrar a segurança e o desempenho da tripulação.

Campeão da Volvo Ocean Race 2008-09 e dono de cinco medalhas olímpicas, sendo duas de ouros, o brasileiro Torben Grael está envolvido com a chegada do IMOCA à Volta ao Mundo. Segundo o velejador, o barco é mais avançado tecnologicamente:

”Será um barco bastante espetacular para regata. Já era utilizado há muitos anos. É um barco que está em constante desenvolvimento, uma tripulação um pouco menor, mas várias novidades tecnológicas em comparação com o barco da regata anterior”, comentou o velejador brasileiro.

A Volvo Ocean Race também confirmou a utilização dos VO65 na próxima temporada, porém os modelos serão comandados por tripulações mais novas.

”Os VOR65, da última edição, são barcos muito resistentes. Eles foram puxados ao limite e resistiram bem, então vão ser usados em uma segunda classe por velejadores jovens”, completou Torben Grael, que é bicampeão olímpico.

Filha de Torben Grael, a também campeã olímpica Martine Grael nunca velejou em um IMOCA. Classificada para os Jogos Olímpicos de Tóquio em 2020 na 49erFX ao lado de Kahena Kunze, a velejadora brasileira estreou na regata de volta ao mundo na temporada anterior a bordo do team AkzoNobel.

”Na última edição, os barcos já eram bem resistentes, puxavam ao limite. Dessa vez, a tripulação vai ser ainda menor e com os barcos mais rápidos, vai ser mais ao extremo mais ainda. O barco tem um apelo muito grande”, comentou Martine Grael.

Martine Grael e Kahena Kunze foram eleitas as melhores da vela de 2018 em votação para o Prêmio Brasil Olímpico, uma espécie de Oscar do esporte. Os resultados na 49erFX, incluindo a confirmação da vaga olímpica e a campanha de Martine na Volta ao Mundo contribuíram para a escolha da dupla!

Na cerimônia, ocorrida em dezembro do ano passado, no Rio de Janeiro (RJ), Torben Grael foi eleito para o Hall da Fama do esporte brasileiro. O velejador também integra o Sailing World of Fame da Federação Mundial de Vela.

Sexta equipe na America’s Cup é da Holanda

21/12/2018 15:06

O Emirates Team New Zealand (atual defensor) e o Royal New Zealand Yacht Squadron (organizador) confirmaram, nesta sexta-feira (21), a entrada do sexto desafiante para a 36ª America’s Cup, a competição em vigência mais antiga do mundo.

A Holanda entra na briga com o Royal Netherlands Yacht Club Muiden e Royal Maas Yacht Club.

O país tem tradição na vela, não só na America’s, mas também em olimpíada e Volvo Ocean Race.

Os holandeses se juntam ao Luna Rossa (ITA), ao American Magic (EUA), à INEOS Team UK (Reino Unido), à Malta Altus Challenge (MLT) e à Stars & Stripes Team USA (EUA).

”A realidade é que, quanto mais equipes disputarem o desafio, maior será o espetáculo na água e melhor será o retorno econômico da água para Auckland e Nova Zelândia. Esse sempre foi o objetivo primordial da Emirates Team New Zealand desde que conquistamos a America’s Cup em 2017”, informou a organização do evento.

 

Vela no Prêmio Brasil Olímpico

20/12/2018 23:59

Nesta semana, o Comitê Olímpico Brasileiro realizou o tradicional PBO – Prêmio Brasil Olímpico.
Representantes de todas as modalidades praticadas no País se reuniram na festa ocorrida no Teatro Bradesco

A vela teve muitas referências na noite de gala, com Hall da Fama para Torben Grael, escolha da dupla Martine e Kahena como as melhores da modalidade e presença de outros grandes nomes do nosso esporte

Vela é sinônimo de medalhas para o olimpismo brasileiro!

A escolha de Martine Grael e Kahena Kunze foi merecida, principalmente após a rápida retomada da dupla que ficou um ano parada em função da campanha de Volvo Ocean Race da timoneira herdeira dos Grael

Outros poderiam estar nessa lista:
Com títulos da Semana de Vela de Ilhabela e vaga para o Brasil na Nacra, Samuel Albrecht e sua parceria Gabriela Nicolino também merecem nossa referência.

Campeão mundial de Star, Jorge Zarif fechou 2018 com o título da SSL nas Bahamas.

Mas a façanha de Martine na Volvo Ocean Race teve um peso enorme nessa escolha técnica!

No PBO, Torben Grael deixou suas mãos estampadas e entrou para o Hall da Fama. Estava ao lado de Jackie e Sandra, do vôlei de praia e Vanderlei, da maratona.


Torben é o maior medalhista olímpico do País ao lado de Robert Schedit.

Lars Grael também esteve presente na cerimônia! Ele e seu irmão foram recordados nas retrospectivas olímpicas no show.

O mais importante é que a vela sempre está nas paradas de sucesso do esporte brasileiro!

Os vencedores de cada modalidade

Atletismo: Darlan Romani
Badminton: Ygor Coelho
Basquete: Yago Mateus
Basquete 3×3: Luiz Felipe Soriani
Beisebol: Felipe Burin
Boxe: Beatriz Ferreira
Canoagem Slalom: Ana Sátila
Canoagem Velocidade: Isaquias Queiroz
Ciclismo BMX (Freestyle): Leandro Neto
Ciclismo BMX (Racing): Anderson Ezequiel de Souza Filho (Andinho)
Ciclismo Estrada: Vinicius Rangel Costa
Ciclismo Mountain Bike: Henrique Avancini
Ciclismo Pista: Kacio Fonseca da Silva Freitas
Desportos na Neve: Jaqueline Mourão
Desportos no Gelo: Isadora Williams
Escalada Esportiva: Thais Makino Shiraiwa
Esgrima: Alexandre Camargo
Futebol: Marta Silva
Ginástica Artística: Arthur Zanetti
Ginástica Trampolim: Camilla Gomes
Ginástica Rítmica: Natália Gaudio
Golfe: Luiza Altmann
Handebol: Eduarda Amorim
Hipismo adestramento: João Victor Oliva
Hipismo CCE: Márcio Carvalho Jorge
Hipismo saltos: Pedro Veniss
Hóquei sobre grama: Rodrigo Faustino
Judô: Érika Miranda
Karatê: Vinicius Figueira
Levantamento de pesos: Fernando Saraiva Reis
Maratona Aquática: Ana Marcela Cunha
Nado Artístico: Maria Clara Lobo
Natação: Revezamento (Pedro Spajari /Gabriel Santos/Marcelo Chierighini/Marco Antonio Ferreira Junior)
Pentatlo moderno: Maria Iêda Guimarães
Polo Aquático: Gustavo Guimarães
Remo: Uncas Tales Batista
Rugby: Bianca dos Santos Silva
Saltos Ornamentais: Ingrid de Oliveira
Skate: Pedro Barros
Softbol: Fernanda Ayumi Missaki
Surfe: Gabriel Medina
Taekwondo: Edival Pontes (Netinho)
Tênis: Marcelo Melo
Tênis de mesa: Hugo Calderano
Tiro com arco: Marcus Vinícius D´Almeida
Tiro esportivo: Julio Almeida
Triatlo: Manoel Messias
Vela: Martine Grael e Kahena Kunze
Vôlei: Douglas Souza
Vôlei de praia: Agatha Bednarczuk / Duda Lisboa
Até a próxima

 

Felipe Massa comenta primeira corrida na ABB Formula E

16/12/2018 16:42

“Sem dúvida, eu me diverti na corrida. Foi muito legal porque as coisas acontecem tudo ao mesmo tempo, como em uma campeonato de Kart. Foi muito divertido”, disse Felipe Massa, que ficou em 12º na estreia da ABB Formula E.

A vitória do Saudia Ad Diriyah E-Prix, prova de estreia da temporada 2018-19 da ABB Formula E foi do português Antônio Felix da Costa (BMW i Andretti Motorsports).

A corrida foi disputada neste sábado (15), nas ruas de Ad Diriyah, Arábia Saudita.

O pódio teve ainda o francês Jean-Eric Vergne (DS TECHEETAH), em segundo, e o belga Jêromé D’Ambrósio (Mahindra Racing), em terceiro.

O e-Prix teve ao todo 45 minutos (+ 1 volta)!

Além da vitória, o português Antônio Felix da Costa somou mais 3 pontos por ter feito a Julius Baer Pole Position.

O piloto teve o melhor desempenho nos testes oficiais da categoria dos carros elétricos em Valência, na Espanha, no mês do outubro.

E o resultado no Oriente Médio marca a subida de produção de Antônio Felix da Costa após duas temporadas irregulares.

”É impossível não ficar contente. Os dois últimos anos foram complicados, com resultados abaixo do esperado e fazendo com que nós mesmos duvidássemos do nosso trabalho. Por isso, tenho que agradecer a equipe, ao grupo que sempre esteve ao meu lado dentro e fora da pista e que continuaram a acreditar em mim”, disse Antônio Felix da Costa.

”Este era o plano. Chegar a quinta temporada da Fórmula E com um carro vencedor, uma equipe vencedora. Fizemos uma corrida sem erros, em uma prova onde todos erraram, menos a gente. Ter feito a pole position e sair daqui com a vitória foi um ótimo resultado.”

Clique aqui e confira a entrevista do português na íntegra.

Ex-F1, o brasileiro Felipe Massa (VENTURI Formula E Team) largou em 12º na pista de rua de Ad Diriyah e, apesar de subir várias posições durante a prova, foi punido pela organização com um drive-through e acabou em 14º lugar.

Felipe Massa excedeu o limite de potência durante a prova, sua estreia do piloto paulista na categoria dos carros elétricos.

O brasileiro recebei a visita nos boxes do atacante inglês Wayne Rooney, um dos maiores ídolos do futebol britânico.

”O automobilismo é uma modalidade interessante. Sou fã da velocidade”, declarou Wayne Rooney.

Vice-campeão na temporada passada, o paulista Lucas di Grassi (Audi Sport ABT Schaeffler) foi o nono colocado após uma corrida de recuperação.

O piloto largou em 18º! ”Marquei dois pontos largando lá atrás. Espero agora melhorar em Marrakesh, sem punições e marcar mais pontos”, avaliou Lucas di Grassi.

E Nelson Piquet Jr. (Panasonic Jaguar Racing) foi o décimo.

IMOCA e Ocean Race mais unidas do que nunca

14/12/2018 13:22

Após assembleia geral da IMOCA, ocorrida em Paris, na França, durante a semana, representantes da classe e da Ocean Race, regata de volta ao mundo anteriormente conhecida como Volvo Ocean Race, aprovaram as diretrizes da categoria para as regatas a partir de outubro de 2021. As provas terão dois modelos em competição: os IMOCA 60 e os atuais VO65.

Nos próximos dias, a Ocean Race enviará o Aviso de Regata (principal documento para realizações de competições náuticas) e também abrirá o processo seletivo para as equipes.

“O Aviso de Ragata é um documento técnico, mas na realidade essas regras são uma expressão de nossa visão para o evento e irão afirmar nosso compromisso com a vela jovem, igualdade e sustentabilidade”, disse Richard Brisius.

“Vamos ver duas classes na próxima edição, a IMOCA 60s, que vai impulsionar o design e a engenharia, junto a classe VO65, que preza pelas regatas próximas, com mais jovens e mulheres a bordo”.

A IMOCA é usada em grandes regatas em solitário ou em duplas como Vendée Globe e Transat Jacques Vabre. O barco tem 60 pés e os grandes navegadores geralmente utilizam os foils para melhorar o desempenho na água. “Este foi um grande momento para a regata”, disse Johan Salén, co-presidente da Ocean Race.

“É o primeiro resultado concreto de uma colaboração que começou neste ano, enquanto trabalhamos para integrar a classe IMOCA em nosso evento.”

A regra para Ocean Race será de design aberto e a IMOCA chega para equilibrar a segurança e o desempenho da tripulação.

“Foi importante para nós definir as mudanças que precisariam ser feitas para que os barcos pudessem competir bem em outras configurações”, disse Antoine Mermod, presidente da IMOCA.
“Trabalhamos em conjunto com as equipes atuais e as potenciais, bem como com experientes projetistas da IMOCA, para encontrar uma solução que permita que os barcos existentes disputem competitivamente”.

As cidades-sede para a edição 2021-22 serão anunciada até a metade do ano que vem. No Brasil, Itajaí (SC) sediou a regata nas últimas três edições