Campanha alemã na Ocean Race convoca Annie Lush

22/02/2020 16:14

A velejadora inglesa Annie Lush foi chamada pela campanha alemã na The Ocean Race para compor a equipe na próxima edição.

A atleta correu a competição nas últimas temporadas a bordo do Team Brunel e Team SCA

Na The Ocean Race 2021-22, Annie Lush e o time alemão vão navegar de IMOCA 60.

O veleiro deles é batizado de ‘Einstein’ e está sendo preparado no sul da Inglaterra. “Estou muito empolgada em fazer parte da equipe offshore da Alemanha”, disse Annie Lush.

“Estamos em uma ótima situação: temos um barco, uma equipe e tempo para nos preparar”.

”Estamos prontos para colocar a Alemanha de volta no mapa da Ocean Race após 20 anos!”

A equipe adquiriu o Dehler 30 OD para estabelecer uma forte plataforma de treinamento na Alemanha.

“Depois de participar duas vezes em 2014/15 e 2017/18, havia fechado minha trajetória e queria me concentrar no meu papel de mãe”, acrescentou Annie Lush.

“Mas com esse time, estou feliz em correr novamente”.

”Ótimas pessoas se reuniram aqui e é uma grande tarefa poder ajudar a formar o time do zero”.

No ano passado, Annie Lush se juntou à equipe na regata Fastnet Race, e o relacionamento floresceu a partir daí.

Palestrantes e produtos da modalidade impulsionam VelaShow 2020

21/02/2020 18:37

Feira voltada ao mundo da vela será em Niterói (RJ) entre os dias 3 e 5 de abril de 2020.

A organização do VelaShow 2020 abriu o segundo lote de inscrições do evento, que será realizado entre os dias  3 e 5 de abril, no Clube Naval Charitas, localizado nos arredores da Baía de Guanabara, em Niterói (RJ).

A venda dos ingressos é feito exclusivamente pelo site www.velashow.com.  O VelaShow é uma plataforma de comunicação e negócios exclusivamente voltada para a vela no Brasil, incluindo exposições e workshops.

Na exposição estão confirmados estaleiros, empresas de tintas industriais e marítimas, âncoras, dessalinizadores de água, fabricante de produtos náuticos à base de EVA, escolas de vela, produtos de comunicação via satélite, empresas de charter, pisos e tapetes náuticos e etc.

“Os resultados das inscrições já são muito positivos. Pois o número de pessoas empolgadas com o evento cresceu consideravelmente e pelo fato de acontecer no Rio de Janeiro, trouxe uma facilidade muito grande para receber visitantes de todo o país”, comentou Edilberto Almeida, organizador do evento.

Diversos palestrantes também estão confirmados, como Aleixo Belov, Beto Pandiani, Beto Toledo, Família Grilo, Marcelo Bonilla, Tio Spinelli, entre outros. Para assistir as palestras, basta adquirir o ingresso no site do evento.

“O primeiro lote já foi todo vendido e estamos trabalhando com o segundo lote de ingressos. Estamos trabalhando bastante para que esse evento tenha muitas atividades. O crescimento do nível das palestras certamente tem contribuído muito para a antecipação das inscrições”, disse Edilberto Almeida.

Os palestrantes foram escolhidos pelos organizadores por abordarem todo o segmento de vela no País, incluindo competições, travessias entre oceanos e vida a bordo.

Uma das novidades desse ano é a participação do Projeto Grael como apoiador do evento.O VelaShow terá também regatas nas classes RGS, ORC, IRC e Bico de Proa abrindo o calendário, depois uma competição para os monotipos Laser e Dingue, sem contar a categoria de introdução à vela, o Optimist.

A Regata Velashow também está confirmada na edição 2020 e as informações sobre as classes convidadas e os detalhes do percurso serão informados em breve. O certo é que as provas serão disputadas na Baía de Guanabara, um dos locais mais tradicionais de regatas no País.

“O Vela Show acontecendo no Rio consagra essa cidade como um destino que pode sediar eventos de vela, com potencial para se tornar um local internacional. Estamos satisfeitos com o resultado e aguardando com ansiedade a chegada da feira”, finalizou.

A feira deve receber mais de 50 representantes de marcas relacionadas ao mundo náutico, como estaleiros, veleria, empresas de charter, embarcações expostas e outros.

Sobre o VelaShow

Será a segunda edição da feira, que teve sua estreia em 2019 no Centreventos de Itajaí (SC), no mês de abril. A feira reuniu mais de 40 expositores, e ainda fez três regatas e uma expedição nos três dias do feriado de Páscoa.

O evento deu mais destaque no cenário náutico à cidade, sede de três edições da Volvo Ocean Race (hoje Ocean Race) e duas da Transat Jacques Vabre.

Para saber mais sobre o evento, acesse o site: www.velashow.com.

Prysmian Group e italiano Giancarlo Pedote confirmam ida à Vendée Globe

20/02/2020 17:38

O velejador Giancarlo Pedote confirmou que estará na linha de largada da Vendée Globe, volta ao mundo em solitário e sem escalas.

A saída será em 8 de novembro deste ano, em Les Sables d’Olonne, na costa atlântica da França.

Giancarlo Pedote vai correr a a bordo do imoca Prysmian Group, o mesmo que esteve na Transat Jacques Vabre de 2019.

Défi Azimut 2019 – Runs de vitesse

O veleiro de 60 pés será usado por todos os competidores na Vendée Globe 2020.

O barco também está na The Ocean Race!

”Nosso objetivo é tornar o barco cada vez mais confiável”.

”Vamos trabalhar em conjunto para tornar o barco o mais confiável possível, para que possamos navegar em todo o mundo com a máxima segurança”, explicou Giancarlo Pedote.

A busca pela confiabilidade

Retornando no final de novembro de Salvador da Bahia, local de chegada do Transat Jacques Vabre, Giancarlo Pedote recebeu seu IMOCA nas cores do Grupo Prysmian em meados de janeiro. 

O cargueiro que transportava seu IMOCA e a maior parte da frota da Rota do Café só chegou a Lorient no início do ano, depois de vários dias no mar sendo sacudidos pelos caprichos do clima.

”Pegamos o barco um pouco mais tarde do que o previsto. Como tal, o início da remontagem começou com um pequeno atraso no programa que havíamos estabelecido inicialmente”.

“Faremos o possível para cumprir os prazos”, promete Giancarlo que, como toda a sua equipe em terra, não poupa esforços neste ano na Vendée Globe.

”A ergonomia e o conforto também são elementos-chave em termos de desempenho”, observou.

O barco deve correr as regatas Transat CIC e New York – Vendée para acumular milhas visando à qualificação para a Vendée Globe.

Os parceiros técnicos do projeto incluem Helly Hansen e Gottifredi Maffioli, bem como a KOHLER-LOMBARDINI Marine.

Imoca Prysmian – Giancarlo Pedote | Départ Bermudes 1000 Race – Douarnenez 9/05/2019

19 de fevereiro, Dia da Baleia. Semana de Vela de Ilhabela celebra a data

19/02/2020 13:01

A Semana Internacional de Vela de Ilhabela e o Yacht Club de Ilhabela (YCI) celebram em 19 de fevereiro o Dia Internacional da Baleia.

A data foi definida no ano de 1986, quando a IWC (Comissão Baleeira Internacional) colocou em vigor a moratória global proibindo a caça de baleias.

A ideia era acabar com a matança e o uso comercial, mas a prática segue em alguns países até hoje.

A Semana de Vela de Ilhabela é um dos poucos eventos esportivos do mundo que alerta para a preservação ambiental e principalmente para a baleias.

A raia das regatas é frequentemente dividida com as jubartes e outras espécies que estão em período de reprodução rumo as águas quentes do Nordeste.

Desde 2016, a SIVI registra aparições recordes de baleias na região de Ilhabela e São Sebastião a partir do mês de abril até setembro.

Sobre a data

Segundo Julio Cardoso, especialista em meio ambiente da SIVI e do Yacht Club de Ilhabela, a moratória de 1986 foi um grande avanço e teve início a recuperação de várias espécies de baleias.

”No entanto, o Japão e alguns outros países como a Noruega e a Islândia conseguiram aprovar uma janela onde por todos estes anos seguiriam caçando e matando uma determinada quantidade de baleias para fins científicos”

”Na época do nazismo isto se fazia com seres humanos”.

No ano passado, o Brasil sediou a 67ª Reunião da IWC (Comissão Baleeira Internacional) e a maioria dos países membros aprovou uma proposta que reafirma a moratória de proibição da caça comercial de baleias em águas internacionais e também decidiu não mais aceitar a matança das baleias para fins científicos.

”A ciência hoje tem métodos modernos de estudo que não justifica ter que matar as baleias para estuda-las!”.

”Com isso, o Japão decidiu sair da IWC “em protesto” por não mais poder matar baleias pelo mundo e infelizmente as segue matando, mas apenas confinado em suas águas territoriais”.

”As baleias jubarte sobreviveram a essa matança que quase as extinguiu em nossa região e hoje estão retornando em numero cada vez maior a nossa costa de Ilhabela e São Sebastião”.

 

Francês do IDEC SPORTS bate recorde da Rota do Chá

Segundo publicação do RegataNews nesta manhã, o francês Francis Joyon quebrou o recorde da chamada Rota do Chá, percurso entre Hong Kong e Inglaterra.

A bordo do IDEC SPORT, o velejador e sua equipe formada por Bertrand Delesne, Christophe Houdet, Antoine Blouet e Corentin Joyon fizeram a travessia em 31 dias, 23 horas, 36 minutos e 46 segundos.

Os navegadores franceses quebraram a melhor marca da rota na manhã desta quarta-feira.

A linha de chegada estava na ponte Queen Elizabeth II sobre o Rio Tâmisa.

O recorde anterior era do italiano Giovanni Soldini em seu Maserati.

Eles andaram de 4 dias, 03 horas, 00 minutos e 26 segundos mais rápidos desta vez

Entre Hong Kong e Londres, o IDEC SPORT cobriu 15.873 milhas (mais de 28.000 quilômetros) a uma média de 20,7 nós.

As condições climáticas no Canal e durante a subida do Tamisa foram difíceis, mas não impediram Francis Joyon e a equipe do IDEC SPORT de bater a marca.

Robert Scheidt classificado para sua sétima olimpíada

18/02/2020 00:22

Olá, leitores do DIARINHO!

O maior medalhista olímpico do País confirmou oficialmente vaga para sua sétima olimpíada.

Estamos falando de Robert Scheidt, dono de dois ouros nos Jogos e outras duas pratas e um bronze.

Só não medalhou não Rio-2016 por muito pouco, deu show na Baía de Guanabara na regata final.

Pena para a história olímpica, mas sua persistência de ser campeão o levou a mais uma campanha, mesmo após os 40 anos.

A vaga já era dada como certa, mas quem pode tirar o ‘Alemão’ da parada?

Ele já poderia ter se aventurado mais abertamente na carreira de vela oceânica, mas ele tem algo com a Olimpíada.

Espaço ele teria em regatas como a Ocean Race. Já foi levantada a possibilidade de um barco brasileiro com ele no comando numa volta ao mundo, mas não saiu do papel.

Atleta em uma modalidade que as vezes nem precisa de tanta exigência atlética, o velejador pode sim conquistar sua sexta medalha.

Nos campeonatos de Laser que disputa está sempre nas regatas de medalha, brigando pela excelência.

Nos eventos que pude estar presente, Robert Scheidt faz um protocolar ritual após as regatas de limpar o barco e depois treinar mais um pouco.

Em um dos eventos-teste de Londres-2012 mesmo o frio do verão inglês, lá estava ele nadando quilômetros em uma piscina gelada de 15 por 15.

Hoje deve seguir fazendo o mesmo, até porque a exigência em uma classe individual não o deixa diminuir o ritmo. Ele não diminuiria também!

E o leitor que gosta de reparar nos detalhes.

O patrocinador master, o Banco do Brasil, segue com ele desde 96 estampando suas velas e viseiras em cada evento.

Patrocinador não sai quando o produto é bom e tem credibilidade. Nem mesmo naqueles três anos intermináveis antes do ano olímpico e nem mesmo com crises passageiras.

Espanholas levam Mundial de 49erFX; No masculino deu Burling e Tuke

16/02/2020 12:56

Os velejadores que disputaram a última The Ocean Race se deram bem no Mundial de 49er, disputado na Austrália.

No feminino, as espanholas Támara Echegoyen (ex-MAPFRE) e Paula Barceló foram campeãs mundiais nas águas da Oceania.

As brasileiras Martine Grael e Kahena Kunze não conseguiram medalhar, mas seguem como favoritas ao bi olímpico em Tóquio-2020.

Támara Echegoyen é também campeã olímpica, só que Match Race em Londres-2021.

”Estamos felizes! Acabamos de conseguir o campeonato do mundo, foi uma competição de muita velocidade”, disse Tamara.

No masculino, mais uma vez os golden boys levaram o caneco pra Nova Zelândia.

Peter Burling e Blair Tuke venceram na 49er

Há pouco menos de dois anos, eles eram competidores da The Ocean Race, cada um tentando ser o primeiro a conquistar a Triple Coroa da vela – vitórias na America’s Cup, nos Jogos Olímpicos e na Ocean Race.

Até então, Peter Burling e Blair Tuke eram super-bem-sucedidos, dominando a classe 49er com a medalha de ouro no Rio e depois disso com uma vitória impressionante com o Emirates Team New Zealand na America’s Cup nas Bermudas em 2017.

Então Burling assinou contrato com a Team Brunel e Tuke se juntou ao barco espanhol MAPFRE e, de repente, eles estavam competindo um contra o outro na edição 2017-18 da The Ocean Race.

Mas no final, o Dongfeng conquistaria a vitória, deixando a ”Triple Crown”pra depois.

Burling e Tuke voltam ao Emirates Team New Zealand para a America’s Cup e também pra tentar o bi em Tóquio.

“Sendo um ano olímpico, é bom vencer”, contou Peter Burling

Quando perguntados sobre como equilibrarão uma campanha olímpica e da Copa América pela segunda vez, Tuke comentou: “Continuaremos indo como estamos indo e aproveitando as duas coisas. Tivemos mais de um ano sólido fazendo as duas campanhas; antes do Rio (2016) era o mesmo”.

 

Fórmula E: Saiba como foi o ePrix da Cidade do México 2020

15/02/2020 23:12

MITCH EVANS CONQUISTA SEGUNDA VITORIA NA CARREIRA COM ULTRAPASSAGEM OUSADA NA LARGADA.

Mitch Evans (NZL), Panasonic Jaguar Racing, celebrates on the podium after winning the race

Foi realizado neste sábado (15) o 2020 CBMM Niobium Mexico City E-Prix, quarta etapa da temporada 2019-20 da ABB Formula E Championship. Assim como nas edições anteriores realizadas na capital mexicana, o Autodromo Hermanos Rodríguez foi o palco para os 24 carros e pilotos da categoria.

E a vitória desta vez ficou com Mitch Evans (Panasonic Jaguar Racing). O neozelandês dominou o E-Prix depois de conquistar a liderança do pole Andre Lotterer (Tag Heuer Porsche) na primeira curva após a largada, e abrindo uma boa vantagem para os demais adversários durante a corrida.

O português Antonio Felix Da Costa da DS Techeetah terminou em segundo, enquanto o suíço Sebastian Buemi da Nissan e.DAMS ficou em terceiro.

Com a vitória, Evans assumiu a liderança da competição por um ponto de diferença para o segundo colocado, o britânico Alexander Sims (BMW i Andretti Motorsport), que terminou a prova na quinta colocação e ainda conquistou o ponto extra para a volta mais rápida da corrida.

Curiosamente, o unico ponto que separa os dois pilotos na classificação, Evans conquistou como o piloto mais rápido da fase eliminatória do treino classificatório.

O brasileiro Lucas di Grassi que largou em 15º, fez uma boa prova de recuperação e terminou a prova na sexta colocação, conquistando pontos suficientes para se manter entre os cinco primeiros colocados do campeonato.

Já Felipe Massa não teve um bom fim de semana no México, largou em 19º e devido a falta de ritmo do carro nos primeiros minutos da corrida, abandonou.

COMO FOI O E-PRIX DA CIDADE DO MEXICO DO INICIO AO FIM

André Lotterer começou a corrida na Julius Baer Pole Position, após ter superado Mitch Evans (Panasonic Jaguar Racing) durante a Super Pole por apenas seis centésimos de segundos, colocando a Tag Heuer Porsche pela primeira vez na frente do grid de largada.

Mas foi Evans quem assumiu a liderança momentos depois que as luzes ficaram verdes, ultrapassando Lotterer na primeira curva do circuito do Autódromo Hermanos Rodriguez, em um movimento arriscado e que acabou causando um contato entre os dois carros e também ocasionando danos ao Porsche de Lotterer.

Foi apenas o início dos diversos problemas que Lotterer encarou nas primeiras voltas do E-Prix mexicano, e após perder diversas posições por conta de um grave problema no pneu dianteiro esquerdo, o piloto alemão abandonou a prova.

A prova chegou a ter a entrada do safety car ainda nos primeiros cinco minutos, quando Nico Muller (GEOX Dragon) acabou errando a curva e batendo no muro de proteção.

Na relargada, Sam Bird (Envision Virgin Racing) começou o seu ataque aos primeiros colocados e em poucos minutos chegou a segunda colocação, seguido por Sébastien Buemi, então terceiro colocado.

Um pouco mais atrás, Nyck De Vries (Mercedes Benz EQ) tentou evitar a ultrapassagem de Antonio Félix da Costa, mas ao retornar ao traçado normal acabou atingindo Robin Frijns (Envision Virgin Racing) e abandonou a corrida, enquanto o piloto português que havia largado em nono, subiu para quarto lugar, seguido por seu companheiro na DS Techeetah, o francês e atual bicampeão Jean-Eric Vergne.

Daniel Abt, da Audi Sport ABT Schaeffler – que perdeu a qualificação após um acidente nos treinos livres – iniciou o E-Prix, mas depois se retirou com problemas em seu carro. Foi um dia ruim para o piloto alemão, que passou algumas horas do dia em um hospital local, onde realizou alguns exames por precaução após a colisão causada por uma falha no software dos freios.

Quem também não teve um dia feliz na Cidade do México e se retirou durante a prova foi o brasileiro Felipe Massa, que largou em 19º, chegou a ganhar algumas posiçõs por conta dos incidentes que ocorreram nos primeiros minutos, mas sem um bom ritmo, retornou aos boxes da ROKiT Venturi Racing.

Da Costa partiu para o ataque e logo ultrapassou Buemi. Restando menos de cinco minutos para o término da prova, o piloto português então passou a pressionar Bird, e o piloto britânico ao tentar defender a segunda posição, acabou errando uma das curvas e batendo no muro de proteção.

O ex-líder do campeonato Stoffel Vandoorne também errou nos últimos minutos quando era o quinto colocado e encerrou a participação da Mercedes Benz EQ no ePrix da Cidade do México de forma melancólica.

Com pouco mais de cinco segundos para Da Costa, Evans não sofreu pressão nos minutos finais e com tranquilidade recebeu a bandeirada, garantindo a sua segunda vitória na Fórmula E (e também da Panasonic Jaguar Racing), assumindo a liderança da sexta temporada.

MITCH EVANS
“Na prova passada disputada em Santiago não tivemos um bom desempenho e então a equipe trabalhou muito para tentar entender o que aconteceu e evitar que a falta de desempenho se repetisse aqui na Cidade do México.

Trabalhamos muito, conseguimos um bom acerto no carro para o treino classificatório e a prova. Na largada, eu vi uma chance de ultrapassar na primeira curva, um espaço muito curto entre o muro e o Lotterer e por isso forcei a ultrapassagem, e deu certo. Foi uma vitória importante, que premiou o trabalho feito pela equipe durante esses últimos dias”.

ANTONIO FELIX DA COSTA
“Estou muito feliz, pois este foi o meu segundo pódio consecutivo em uma equipe nova. E outra vez na segunda colocação, o que mostra que estamos muito próximos de nossa primeira vitória nesta temporada.

O único problema até agora tem sido os treinos classificatórios. Normalmente vou bem nas classificações, mas ainda não consegui acertar a volta lançada, apesar do carro ser muito veloz.

Obviamente que as coridas estão sendo muito divertidas mas ao mesmo tempo, é muito trabalho sempre ter que fazer uma corrida de recuperação. Quanto a situação dentro da equipe, nunca pensei que tivesse um piloto número um e número dois. Acredito que o time possui a capacidade de dar as mesmas condições aos dois pilotos, e tem mostrado isso durante as provas até o momento”.

LUCAS DI GRASSI
“Felizmente voltamos a pontuar e isso é importante na Fórmula E. Estou em quinto, a 15 pontos do líder, uma situação que me dá condição de pensar em título. Tive um bom ritmo no inicio da prova, mas quando vi que não teria mais condição de atacar, passei a tomar cuidado para não perder posições. Eu já havia trocado de posição várias vezes com o (Alexander) Sims, (Edoardo) Mortara, (Stoffel) Vandoorne e o (Oliver) Rowland, e sabia que eles tentariam me passar se percebessem a perda de ritmo do carro.

Felizmente consegui me defender e dar o troco quando era ultrapassado. Foi uma prova difícil. Agora precisamos nos preparar para Marrakesh. Nossa hora de chegar ao pódio pode ser lá”.

Espanha homenageia Joan Miró em estreia no SailGP

14/02/2020 16:59

A Espanha entrou na lista de equipe oficiais do SailGP, evento de vela oceânica com formato inovador.

Para comemorar a entrada nas regatas, os espanhóis vão homenagear nas velas o ‘Sol de Miró’.

A imagem que está nos principais posts turísticos do país ibérico foi desenhada por Joan Miró.

É um dos logotipos com maior reconhecimento em todo o mundo.

Os espanhóis se juntam a Austrália, Dinamarca, França, Grã-Bretanha, Japão e Estados Unidos no SailGP.

O barco será comandado por Jordi Xammar.

As regatas costeiras atraem fãs nas cidades-sede com barcos rápidos que batem 100 km/h.

Os melhores velejadores do mundo competem a bordo de catamarãs F50 idênticos, que literalmente voam.

A segunda temporada começa no fim do mês na Austrália.

”Quando o SailGP nos pediu um ícone de identificação para o catamarã espanhol, imediatamente pensamos no ‘Sol de Miró”, disse María del Mar de Ros, a única mulher no cargo de CEO de uma equipe SailGP, e responsável pela parceria com a TURESPAÑA.

”Um emblema que representa um país inteiro, como nossa equipe. É uma grande honra poder usar um símbolo tão reconhecido e amado em todo o mundo e mostrar o trabalho de um catalão universal como Joan Miró”.

O catamarã espanhol F50 será nomeado Victoria em memória do Nao Victoria – o veleiro espanhol que completou a primeira circunavegação sob o comando do marinheiro espanhol Juan Sebastian Elcano.

A decoração da equipe SailGP da Espanha também incorporará o logotipo oficial comemorativo do 5º centenário da primeira circunavegação, pois o projeto faz parte do programa de comemoração oficial do evento histórico, considerado o desafio marítimo mais importante de todos os tempos.

O SailGP terá ao todo cinco etapas pelo mundo.

Veja a lista — https://sailgp.com/races/listing/

 

Prova de ciclismo L’Étape divulga lança mundial com Brasil confirmado

Prova amadora de ciclismo terá a etapa brasileira entre os dias 25 e 27 de setembro em Campos do Jordão, interior de São Paulo.

A organização do L’Étape by Tour de France divulgou, nesta quinta-feira (12), o calendário de provas pelo mundo. Serão 20 etapas de ciclismo amador que possuem a chancela da maior prova da modalidade no planeta, o Tour de France.

A ideia do L’Étape é garantir a experiência do Tour para fãs e ciclistas globais. Em março, a primeira prova do ano já confirmada é o L’Étape La Paz, que será realizada no México, em 22 de março.

Brasil, Indonésia, China, Espanha, Reino Unido, Malásia, Tailândia, Austrália, Eslováquia, e Suíça também estão entre os países confirmados para 2020.

Maior prova de ciclismo amador da América Latina, o L’Étape Brasil estará pela sexta vez no País e promete engajar ainda mais atletas nesta edição. A prova será realizada em Campos do Jordão, no interior de São Paulo, entre os dias 25 e 27 de setembro. As distâncias confirmadas são as mesmas de 2019, ou seja, 107 km e 66 km.

“O L’Étape Brasil já entrou para o calendário de provas tradicionais de ciclismo no país,  fazemos todo o ano o nosso melhor em organização para sempre atrair mais fãs e ciclistas. É sempre bom fazer parte desse time de eventos que só elevam o nível da modalidade amadora pelo mundo. Cada L’Étape tem sua particularidade e isso é um belo jeito de conhecer como o ciclismo é visto e praticado em cada lugar”, comentou Bruno Prada, organizador do evento no Brasil.

Em 2019 participaram do L’Étape Brasil 2.400 ciclistas amadores de todos os estados do Brasil e de outros países. A França, país sede da prova, também abre espaço aos amadores pedalarem no mesmo percurso dos profissionais.

A cada ano, desde 1993, o pelotão reúne cerca de 15.000 ciclistas de 50 nacionalidades. É considerado o maior evento de ciclismo da Europa.

“O Tour de France é a maior prova de ciclismo do mundo. A cada ano é seguido por fãs de todo o mundo, por isso, naturalmente, deu origem ao L’Étape pelo Tour de France”, disse Christian Prudhomme, diretor do Tour de France.

Em 2019, a etapa francesa foi entre Albertville e Val Thorens, a mesma do 20º estágio do Tour de France.