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Analisando a questão do Uber

“O Uber começa suas atividades em Itajaí e Balneário Camboriú com a maior tranquilidade, com direito a garoto propaganda e tudo mais, ou seja, a Green Valley será palco de entre e sai de Uber, pois Eduardo Philipps é proprietário.
Os taxistas de Balneário, que serão amplamente prejudicados e sentirão na pele aquela guerrinha besta que estão fazendo com taxistas de Itajaí, que são ameaçados e até multados quando vão buscar passageiros que se hospedam por lá; só que eles vêm a Itajaí no Warung, hotéis, e nunca são incomodados.
Vamos ver o que o Ministério Público, prefeitos, vereadores farão com esse sistema ilegal ou vão assistir de camarote as discussões, empurra-empurra entre taxistas e Uber? O que é legal deve ser incentivado, pois a concorrência é benéfica para o povo. Os sindicatos devem propor às prefeituras anistiarem os taxistas de impostos, taxímetro, veículos caracterizados, ou seja, já que a lei não serve pra regular as atividades. Pra resumir: estamos num país sem lei.
Os sindicatos deviam criar seu aplicativo e fazerem as corridas sem qualquer comprometimento com a prefeitura. Nesse caso os taxistas terão seus veículos apreendidos e os motoristas multados e considerados clandestinos. Uma coisa é certa, alguém está faturando alto pra fazer vistas grossas ou o Uber será proibido em nossa região. Através do próprio aplicativo Uber, as autoridades saberão quem são e onde estão, portanto legalizam ou declara-se ilegal.
Não sou taxista, sou empresário e utilizo muito os serviços de táxi e converso diariamente com vários que prestam bons serviços.”
Ass: J.R.
(Transcrito Ipsis Litteris)

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